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domingo, 20 de julho de 2014

TOP 5: Trilha sonora

Para não deixar o blog abandonado por estar sem pauta e sem livro pra resenhar, resolvi criar este post que é um top cinco de trilha sonoras de filmes. São cinco músicas que pertencem a trilhas sonoras de algum filme, lembrando que o top é pela música e não pelo filme. Aproveitem e assistam os filmes porque são muito bons (e se você tiver treze anos o número dois irá te agradar.)

1- Janta - Marcelo Camelo.

A música é trilha sonora do filme Hoje eu quero voltar sozinho, filme brasileiro que conta a história de um adolescente cego que como todo adolescente esta se descobrindo na vida. O filme foi lançado esse ano e apesar de ter esperado mais pelo filme ele vale a pena ser visto. A música do Marcelo Camelo faz parte do seu trabalho solo o álbum Sou e ainda contou com a participação da Malu Magalhães, e no momento é o meu álbum favorito e música também.



2- Bless the broken road - Rascal Flatts
 
Essa aqui é trilha sonora de Hannah Montana, O filme e todo mundo conhece Hannah Montana. Rascal Flatts é uma banda country e me atrevo a dizer que é uma das minhas bandas favoritas. Eles tem músicas fortes e marcantes que irão descrever cada momento da sua vida.


3- Not About Angels - Birdy.

Trilha sonora do filme queridinho do ano A culpa é das estrelas, música cantada pala Birdy que também fez parte da trilha sonora de Jogos Vorazes com a música Just a Game. A cantora atualmente está no seu segundo álbum sendo o primeiro com músicas próprias.



4- Asleep - The Smith.
Banda favorita, para um filme favorito de um livro favorito. Asleep se encontra no filme As vantagens de ser invisível, que é um dos filmes de melhor trilha sonora do universo. O filme é uma adptação do livro, o qual já fiz um post falando sobre. Se você gosta de filmes do gênero drama, esse não pode faltar na sua lista.


5- Sugar Man - Rodriguez.

Por último mas não menos importante, Sugar Man de Rodriguez, ela é trilha sonora do filme Candy. Assisti esse filme por indicação e foi amor à primeira vista. O filme relata a história de Candy e Dan, casal apaixonado que se encontram em um turbilhão de emoções enquanto tentam supera o vício em drogas.


 Espero que tenham gostado das músicas caso não conheçam e assistam os filmes, porque são shows também.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estreia: A culpa é das estrelas


Sei que como jornalista, teria de fazer uma crítica impessoal, sem meus sentimentos expostos aqui. Mas não consigo, não nesse caso.

Cheguei bem antes do horário da sessão que pretendia assistir, com medo de se esgotar os ingressos, do filme segundo eu pensava o mais esperado do ano. Comprei meu ingresso e me sentem tomando um café preto num café que ficava na frente da saída do cinema. Quando as sessões de A culpa é das estrelas acabavam era fácil notar, porque pessoas saindo limpando suas lágrimas e com suas camisas escritas Okay chamavam a atenção. E eu pensava “Será que o filme é tão bom assim?” Eu li o livro um ou dois anos atrás, eu sabia a história, eu naquela tarde tinha acabado de reler e chorar relendo. Sabia o que esperar. Mas estava errado.

Entrei na sala trinta minutos antes do filme começar, e para o meu espanto a sala permaneceu vazia. O que é estranho, desde o grande sucesso do livro, todos em todas as redes sociais postam trechos do livro. Todo mundo comenta sobre a história. E na estreia o cinema vazio? Sem nenhum grande cartaz anunciando o filme? Achei super estranho.

O filme começou, Hazel Grace lindamente interpretada pela Shailene Woddley, com o seu humor comentando sobre os efeitos do câncer na vida das pessoas abre o filme. Ansel Elgort docemente interpretando Augustus Waters cativou o público no primeiro sorriso cafajeste no literal coração de Jesus. O filme cativou os poucos na sala.

Um pouco antes da metade do filme, onde Hazel tem uma recaída, muitos já estavam em lágrimas, e devo confessar eu também. A única pessoa talvez que não estava chorando era uma moça uma cadeira depois de mim, essa ria e ria da amiga do lado que também chorava. Mas não foi uma risada baixa que só quem estivesse no lado, que para o meu azar era eu, ouvisse. O cinema todo podia ouvir, e no meio de lágrimas a risada irritava. Tinha momentos em que a risada era obviamente inevitável, Augustus, Hazel e Isaac tiram risada fácil de você. No mesmo momento em que você chora, você ri. O filme é todo uma montanha russa de emoções.

Mas o final eminente da morte de alguém com câncer, paira o filme todo, e para quem não conhece a história, a grande vítima dessa doença surpreende por ser quem menos espera. Não estou aqui para contar spoiler do filme, apesar de saber que se você procurou esse post, já deve saber o final.

Enquanto eu e todos os outros chorávamos com o desfecho do filme, a moça ao meu lado ria. E eu abro uma reflexão aqui. Só quem tem um coração mole, que é o meu caso, ou quem tenha perdido alguém especial pro câncer, que também é o meu caso, ou simplesmente quem prestasse atenção no filme, que não era o caso da moça ao meu lado, seria capaz de se emocionar e ou chorar com o filme. Se você como eu, perdeu alguém especial, jovem e sonhador para o câncer, vai entender a dor. Vai senti-la, e aqui cito ipsis litteris do livro “Esse é problema da dor, ela precisa ser sentida.”

 
O filme é incrível ( e farei um post técnico sobre ele), emocionante e cativante. Com trilha sonora devidamente escolhida, desde a doce Birdy até o romântico Ed Sheeran. Os créditos que alguns minutos fica paralisado em um infinito de estrelas toca All Of The Stars do Ed Sheeran, e ao embalo da linda música, todos tirando a moça ao meu lado que saiu assim que o filme acabou, choraram e apreciaram a música, era capaz de ouvir cada um naquela sala chorando. E eles provavelmente também me ouviam. Nós sentíamos a dor, e a entendemos. E ao sair da sala após todos os créditos, todos, e agora posso dizer todos, com os rostos vermelhos de chorar, indo para o banheiro limpa-los... Por que essa é o tipo de história que com toda a certeza muda você. A capa do livro trás as seguintes palavras: "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais" e é exatamente isso que irá acontecer.



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O quê há de novo Birdy?

Música da semana.




Jasmine van den Bogaerde, ou simplesmente Birdy, ganhou fama após ganhar a competição de música Open Mic UK em 2008, com 12 anos de idade e fez sucesso com o seu primeiro álbum que é composta apenas por covers incluindo a sua  aclamada versão de "Skinny Love" de Bon Iver.
Hoje com 17 anos, lança o seu novo álbum que tem o nome Fire Within, vai ser oficialmente lançado em setembro, mas que já está na pré-venda no iTunes. Diferente do seu primeiro álbum que só tinha covers, esse novo trabalho traz músicas nas quais a cantora participou da composição.E ainda falando nesse novo trabalho, iremos encontrar músicas mais agitadas, o que também é algo novo, pois suas músicas são predominantemente lentas. No site oficial foi dito “a audiência dela vai ser agradavelmente surpreendida ao escutar novas faixas como a alegre “Light Me Up”. Uma vez que o mundo ouvir sua oferta de 11 faixas, ele vai se impressionar com o novo som de Birdy”.

Mas ainda iremos ter que esperar para ver esse novo lado da cantora, porque a primeira musica de trabalho do novo álbum é a música Wings e a faixa ainda possui uma pegada mais lenta.  O clipe da música acontece numa festa vintage onde seus convidados estão vestidos de modo vitoriano. E ainda conseguimos sentir a belíssima voz da cantora.
E é uma pena ela não ter a fama que merece, pois sem dúvidas esse clipe deixa muitos que estão fazendo sucesso comendo poeira. Mas o fato é que a cantora inglesa é uma promessa para o futuro da indústria musical, e a prova está ai: