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quinta-feira, 16 de julho de 2015

TOP 5 - Cenas Romione

5- Rony na enfermaria em HP6: Essa cena acontece após o Rony beber um vinho envenenado que era para matar Dumbledor. Graças ao Harry e ao Príncipe Mestiço que ajuda o Harry no trato de poções Rony sobrevive. Essa cena Romione é muito bonita porque nessa parte da história Rony esta namorando a Lilá, mas ao estar hospitalizado é pela Hermione que ele chama. 
4- Vomitando Lesmas: Em Harry Potter e a Câmara Secreta temos duas cenas Romione, a escolhida para o top 4 foi a que o Rony tenta jogar um feitiço no Malfoy por ele ter insultado a Hermione. Mas temos uma cena quase no fim do filme que também faz o coração shipper tremer. Que quando a Hermione acorda após ter sido petrificada e entra correndo no salão, Rony e Harry ficam muito felizes ao ver a amiga, Harry abraça a Hermione mas o Rony só comprimenta com um apertar de mãos. Apesar de "normal" essa segunda cena é também muito bonita.
3- O Baile de Inverno: O filme do Cálice de Fogo é dono de uma das sequências de cenas mais bonitas de toda a saga. E é graças ao Baile de Inverno que temos cenas lindas e claro, uma cena Romione muito marcante. Após Hermione chegar acompanhada de Victor Krum, o ciúmes fica estampado na cara do Rony e ao chegar no fim do Baile o casal briga feio. Rony diz que o outro bruxo só quer se aproveitar da Hermione e que ela esta confraternizando com o inimigo. Hermione por sua vez fica brava e começa a brigar com ele e sobra até para o coitado do Harry. E em lágrimas Hermione solta a frase "Da próxima vez me convide antes que outro garoto" o que deixa muito claro que ela esperava ser convidada pelo Rony. 
 
                                                                                           


2- Hermione sendo torturada: A cena mais forte do top 5 é essa. Na reta final da história o trio (Rony, Hermione e Harry) são capturados por Belatrix. E sobra para a coitada da Hermione ser torturada por respostas, a cena chocante conta com gritos de dor da personagem enquanto a bruxa má escreve em seu braço "sangue ruim". Já no finalzinho dessa cena o Rony entra correndo e gritando tentando salvar a até então amiga.





1- O beijo: Obviamente em primeiro lugar tem que ser o tão esperado beijo Romione. No cinema acho que foi a cena que mais teve aplausos porque todos estávamos esperando esse momento. O momento em que os personagens finalmente se entregam. O momentos "YES!". O momento de êxtase, em que finalmente temos o primeiro beijo do casal!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Estreia: Cidades de Papel

Margo Roth Spiegelman é o milagre na vida de Quentin. E no decorrer da história de Cidades de Papel talvez você não entenderá o porque. Quando eu li o livro eu demorei para entender, e o filme provavelmente fará você refletir sobre sua história antes de você entender. Mas Margo Roth Spiegelman é um milagre mesmo isso sendo negado no final do filme.
O filme que conta com a narrativa do Quentin, conta como Margo Roth Spiegelman foi uma vaca (desculpa). A personagem da Cara, leva Quentin para dentro do seu grande mistério de existência, e ele bobo romântico entra de cabeça nessa aventura. 
O grande problema do filme na minha opinião é a Cara Delevingne que é mais modelo que atriz. Em alguns momentos falta o que a Margo deveria ter, apesar de ter a beleza quase cruel que a personagem merecia. Mas esse "problema" fica de lado quando ela atua com Nat Wolf, que com uma atuação simples convence na tela de que é uma adolescente comum de classe média.
O filme é lindo de morrer com frases marcantes, aventuras, romance, e muito humor. E o elenco secundário é tão importante e bom quanto um dos lados do "casal" principal e surpreendeu muito. E além de ter esse elenco jovem notável, o filme conta com diversas referências ao mundo da cultura pop (como por exemplo Game Of Thrones e Pokemon). Se Cidades de Papel já é tudo isso, uma participação especial no meio do filme vai agregar um valor ao filme.
Mas por favor, não vão assistir o filme esperando uma vero semelhança com o livro. Porque apesar de ter quase todo o livro ali, pelo o que me lembro do livro porque faz tempo que o li, o mais importante foi modificado. O final do filme nada tem de parecido com o do livro, não cheguei a conclusão de que isso foi bom ou ruim, mas tirou o meu pensamento de "Margo sua vaca" (desculpa de novo) da minha mente. No livro você meio que sente que o Quentin teve o coração quebrado pela Margo, já no filme não. O próprio John Green disse que o filme Cidades de Papel é de certa forma melhor que o livro Cidades de Papel, e acho que tenho de concordar com ele. Ao terminar a leitura do livro, eu fiquei sentindo falta de algo que não sei explicar o que era, mas quando o filme acabou senti que não faltou nada.
Cidades de Papel da conta com uma comédia dramática romântica transmitir uma mensagem positiva sobre amizade, descoberta, e entrega. Quem nunca entrou num relacionamento onde você se entregou mais que o outro? Quem depois de ter o coração partido não teve apoio de amigos? Quem nunca teve uma Margo Roth Spiegelman para quebrar o seu coração?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O Escaravelho do Diabo ganha adaptação para o cinema

Vivemos numa onde enorme de adaptações literária para o cinema, as vezes temos o desprazer de uma história como 50 tons de cinza arrecadar milhões, mas na maioria das vezes temos essas pequenas surpresas de histórias que se tornam filmes e isso é fantástico, e O Escaravelho do Diabo é um desses.

O livro é um romance policial de 1972 escrito por Lúcia Machado de Almeida o livro conta a história de uma investigação sobre um serial killer que antes de matar suas vítimas mandava para elas um escaravelho. Todas as vítimas tem algo em comum: são ruivas, e como dito nos livros, um ruivo cor de fogo. O Escaravelho do Diabo, não é o primeiro livro brasileiro que é adaptado ao cinema, recentemente O menino no espelho de Fernando Sabino também ganhou filme, e contou com eleco de peso com Mateus Solano, Regiane Alves, Gisele Fróes, e os mirins Giovanna Rispoli e Lino Facioli (que atua em nada mais nada menos na série Game Of Thrones, ele é Robert Arryn.)

É um livro curto com um pouco mais de cem páginas e é muito interessante, Alberto, irmão de uma das vítimas do "Inseto" (apelido dado ao serial killer) junto com o inspetor Pimental começam a investigar o caso e Alberto consegue até salvar uma das vítimas. O livro corre de uma maneira muito agradável, e pelo o que me lembro foi o primeiro livro que li que o final foi inesperado.

Eu o li a muito tempo atrás, e fiquei muito contente com a notícia de que ele chegará as telonas. O filme contará com Marcus Caruso como o inspetor Pimentel, Jonas Bloch e outros nomes e ainda com um roteiro um pouco diferente da história do livro. No livro Alberto tem vinte anos e estuda medicina, na adaptação Alberto tem treze anos, não podemos julgar antes de ver o trabalho pronto, mas, será que esse fato não deixará o filme muito teen? Nada contra, pode até dar certo e surpreender, mas eu como fã desse livro, sempre imaginei algo mais darkness. E quero ver como vai ser essa parceria de investigação de um quase senhor com uma criança, investigação essa que pelo menos nos livros chega a ser macabra. E e outra, nos livros Alberto consegue mais pistas sobre a investigação após se apaixonar, estou realmente curioso para ver como o diretor e os roteiristas trabalharam nessas mudanças.

Imagem de divulgação.

O Escravelho do Diabo é um clássico da literatura infantojuvenil, e chega ao cinema dirigido pelo estreante Carlo Milani e com algumas mudanças sobre a história original. A previsão é que o filme entre nos circuitos até o final desse ano, e eu não vejo a hora do lançamento desse filme.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Top 5: Filmes natalinos

5- Simplesmente Amor.

Comédia romântica que conta várias histórias que giram em torno do clima natalino. O filme é uma graça e conta com um elenco forte que tem por exemplo Alan Rickman, Emma Thompson, Martin Freeman, Laura Linney e vários outros. E a trilha sonora também é muito boa com músicas como All You Need Is Love e All I Want For Christmas Is You.


4- Pode Me Chamar De Noel.

Como responsável pelos preparativos da estação para o Natal, Lucy emprega um suposto ator, Nick, para obter o terno vermelho em um programa de televisão e ser o Papai Noel. Acontece que ele é realmente o bom velhinho, e após duzentos anos ele vai se aposentar e tem de encontrar um substituto para o cargo.


3- A Felicidade Não Se Compra.

Filme de 1946, fez parte das exibições de clássicos do cinemark (na qual eu fui por ser um dos meus filmes favoritos), conta a história de George Bailey que tem uma vida difícil e decide se jogar de uma ponte na época do Natal. Nesse momento, ele recebe a visita de um anjo que o faz pensar sobre a sua escolha. É um ótimo filme que concorreu a cinco Oscar, é um clássico que todos devem assistir.



2- Esqueceram de mim.

Esquecido em casa pela família na viagem de natal, Kevin tem de se virar para fazer tudo em casa. E sozinho, ele tem de enfrentar dois ladrões que tentam roubar a sua casa. Todo mundo já assistiu esse filme e todo mundo gosta, só é meio triste porque nós lembramos da promessa que o Macaulay Culkin era...



1- O Grinch.

O Grinch é uma criatura verde e mal-humorada que simplesmente odeia o natal. O ódio dele com essa data é tão grande que resolve que irá roubar o natal, e cria um plano para impedir das pessoas de comemorarem a data. Enquanto o Grinch monta esse plano, uma garotinha (interpretada pela pequna Taylor Momsen) tenta convencer e mostrar para o Grinch as belezas do natal.


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Estreia: Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1


Os Jogos Vorazes destruiu Katniss Everdeen. 

A primeira parte do desfecho da trilogia, começa evidenciando isso, Katniss foi salva da arena dos jogos, porém Peeta foi deixado, e isso causa danos na personagem principal. Katniss está na beira da loucura, em um conflito interno de não saber o que fazer e realizar o que todos esperam dela: que ela seja o simbolo da revolução contra o governo totalitário da Capital.

O grande medo da Katniss é que caso ela decida se tornar o tordo, a Capital acabe matando Peeta. Porém ela acaba concordando ao ver em uma transmissão de TV que ele está vivo e precisando ser salvo. E ai começa uma guerra de propagandas entre os "rebeldes" e a Capital, cada um divulgando o seu lado da história. E falando em história, todos sabemos o poder que a propaganda teve em todas as guerras humanas, no filme não é diferente. Nesse momento do filme, a propaganda é a única arma que ambos os lados podem usar.

Os efeitos visuais somados os conflitos, são um prato cheio para quem assiste, A Esperança é um filme de guerra. E apesar de o foco principal ser a Katniss e a sua decisão de ser o tordo, o filme gira além disso, ele mostra o que as decisões dela gerou em toda Panem. Que a esperança que ela deixou deu forças para um motim.

Além de tudo isso, todos os atores estão fantásticos no filme, e não digo isso apenas por ser fã, porque eu no primeiro filme, não fui cem por cento convencido pela Jennifer Lawrence, porém tem um notório crescimento da personagem. Ela vai de louca à heroína numa sutileza incrível. Liam Hemsworth também cresce como Gale, mas os que mais chamaram atenção é sem dúvidas  Elizabeth Banks como Effie que trás uma sutileza para as suas cenas e o querido Josh Hutcherson que convenceu sem o mínimo esforço e transpareceu a loucura que atinge o seu personagem Peeta.

A Esperança parte 1 é um banquete para os fãs, e agradará quem leu e quem não leu os livros. Ele é cheio de tensão, adrenalina e mais "sombrio" se compararmos com os outros filmes da saga. Ele é um filme de guerra, que juntos, roteiro e atores, tiraram o fôlego de todos que assistirem. E tem de tudo para ser o filme do ano. Mas em dezembro o seu concorrente mais forte chega: O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos, porém enquanto isso Katniss terá todas as atenções, afinal ela escolheu ser o tordo.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Top 5: Animações

  
5- Monstros SA:

Filme de 2001, Monstros SA conta a história da maior fábrica de sustos existente. Localizada em uma dimensão paralela, a fábrica constrói portais que levam os monstros para os quartos das crianças, onde eles poderão lhes dar sustos e gerar a fonte de energia necessária para a sobrevivência da fábrica. Com personagens queridos como Mike Wazowsk, Sully e Boo, tenho certeza que essa é umas das animações de maior sucesso, é uma história singular e não podia ficar de fora do top.






4- O Rei Leão:

O clássico do ano de 1994, O Rei Leão atravessa gerações e é um sucesso até os dias de hoje. A animação conta a história de Simba e seus amigos que enfrentam muitos perigos para conseguir reinar após a morte do Pai. Maior bilheteria do seu ano de lançamento e a terceira maior bilheteria da história das animações (fica atrás de Toy Story 3 e Frozen) o filme emociona crianças e adultos, além de contar com uma maravilhosa trilha sonora. História que todo mundo conhece e ama, O Rei Leão ainda recebeu mais dois filmes sequencial.




3- Mulan:

Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme chegou aos cinemas no ano 1998 e foi muito bem recebido pela crítica juntos com os filmes da era do "renascimento" da Disney, onde os Estúdios lançaram uma sequência de animações que se tornaram sucessos na época e hoje são os clássicos. Mulan, conta a história de uma guerra que se veste de homem para poder lutar na guerra ao lado de um exercito totalmente masculino. É, como remete ao renascimento das animações da Disney, um clássico, e sem dúvidas um dos meus filmes favoritos. E Fa Mulan junto com a Pocahontas deixam um questionamento na minha mente: elas são ou não Princesas Disney?




2- Frozen:
 
Filme que está fresquinho (trocadilho) nas nossas mentes, ganhou os Oscars de Melhor Animação e Música Original com Let It Go, Frozen conta a história das irmãs Elsa (muito rainha) que foge do reino para se isolar por medo de seus poderes e Anna que sai na aventura de encontrar a irmã após está sem querer ter congelado todo o reino. O filme na época de seu lançamento foi e continua sendo um sucesso, conquistou o posto de animação com maior bilheteria de todos os tempos e é até o momento a quinta maior bilheteria do cinema. Eu particularmente gosto muito desse filme, da Rainha Elsa e da sua trilha sonora, e gosto dele junto com a animação Valente que retratam suas heroínas saindo em aventuras pela família, diferentes dos antigos onde elas saíam e corriam perigos para encontrar o amor verdadeiro.


1- A Bela e a Fera:

Também pertence a era do "renascimento" das animações da Disney e é para mim o grande clássico das animações. Do ano de 1991, o filme foi a primeira animação a concorrer ao Oscar de Melhor Filme, e retrata a história de um príncipe que foi amaldiçoado por uma bruxa por não demonstrar bondade ou compaixão. Essa maldição só seria quebrada após ele encontrar e beijar o seu amor verdadeiro, ele já tinha perdido as esperanças quando faz de refém a jovem Bela no lugar de seu pai. Todo mundo conhece essa história, ela já recebeu inúmeras versões e adaptações, incluindo um filme desse ano que recebe o mesmo nome. O filme faz nesse mês vinte e três anos desde a sua estreia e vale sempre ser lembrado e assistido. Sem contar que tem a música maravilhosa da Celine Dion Beauty And Beast que é, igual ao filme, incrível.


"Um conto tão antigo quanto o tempo
Uma canção tão clássica quanto a música
Agridoce estranho
Descobrindo que você pode mudar
Aprendendo que você estava errado
Um conto tão antigo quanto o tempo
Uma canção tão arcaica quanto a rima
A Bela e a Fera"

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Será que? - Bons amigos, péssima ideia?

What If?, ou no português Será que? conta a história de Wallace, interpretado por Daniel Radcliff, ele está um ano solteiro após flagrar sua ex namorada com outro cara. Ele passa um ano sozinho até encontrar em uma festa Chantry, a química foi instantânea, porém ela tinha um defeito: namorava. Wallace tenta esquece-la, porém em outra ocasião eles se reencontram e decidem ser apenas amigos.


A tão famosa friendzone já foi abordada em vários filmes de diferentes modos, mas Será que? achou um modo original de abordar o tema. O filme não é pretensioso, e não aquele filme, porém o casal principal Wallace e Chantry tem uma química incrível. Você passa o filme todo torcendo para eles, rindo com eles, se constrangendo com eles.

Ele pode ser um filme até previsível, mas após assistir ((500)) Days Of Summer, eu desconfio de todo filme até o fim. Esse filme tem altos e baixos,  mas te cativa de uma forma muito forte. Ele é o típico clichê de casais de amigos, onde um se apaixona pelo outro mas tem medo de se declarar para não perder a amizade. Mas todo mundo adora um bom clichê, e em romance quanto mais clichê melhor.

Os personagens leves e cativantes, a trilha sonora (fantástica) indie, a fotografia do filme e os desenhos feitos pela protagonista que aparecem durante algumas partes do filme, é só um pouco do que é o filme. Se o filme por um lado é tudo o que conhecemos de comédias românticas, Daniel e Zoe trazem para o casal principal uma química incrível, um envolvimento fantástico, uma combinação incrível (até na altura).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Maze Runner: Correr ou Morrer!

(Foi muito difícil fazer essa resenha sem contar grandes spoilers) Na terceira semana seguida onde contava com estreias de filmes baseados em livros, primeiro veio Se Eu Ficar e depois O Doador de Memórias, chegou a vez de Maze Runner: Correr ou Morrer. O filme conta com um elenco jovem porém forte, entre os atores temos o Dylan O'brien (de Teen Wolf), Kaya Scodelario (de Skins), Will Poulter (de As Crônicas de Nárnia) e Thomas Sangster (de Game Of Thrones). Dylan e Kaya em particular são os novos queridinhos do público da tv em seus principais papeis, cada um na sua respectiva série, Kaya entre os fãs de livros foi disputada a tapa para o papel de Luce da saga Fallen, mas Maze Runner venceu. (todos os fãs de vários livros sonharam com a Kaya no elenco de possíveis adaptações) E se tinham alguma dúvida, agora não temos mais, Dylan e Kaya irão crescer muito como atores, são apostas para o futuro não tão longe.

Maze Runner narra fatos acontecidos num futuro após uma explosão solar ter destruído quase todo o planeta, e com a explosão foi desencadeado um vírus capaz de matar qualquer pessoa. Para descobrir uma cura, foi criado um projeto para estudar a mente de alguns humanos e buscar a cura. Para realizar esses testes, foram aprisionado no centro de um labirinto as pessoas selecionadas. O grupo que só contém garotos, passaram cerca de três anos presos até a chegada de Thomas (personagem do Dylan) que desencadeia todos os fatos ocorridos no filme. Esses garotos são jogados no labirinto sem memórias, lembrando só o próprio nome, e  passaram a viver em uma espécie de aldeia e começaram a mapear todo o labirinto sem achar uma saída. Na Clareira (o local onde eles moram) tem algumas regras para a sobrevivência do grupo, como por exemplo nunca entrar no labirinto quando quiser e nem sozinho. Thomas quebra as regras, e começa a descobrir muito mais do que os outros descobriram.


E todo mês um novo jovem e lançado na clareira onde montaram sua aldeia, mas algo está mudando e pouco tempo depois da chegada de Thomas, chega Teresa (personagem da Kaya) a primeira garota do grupo e diferente de todos os outros, Teresa reconhece Thomas. E com ela vem um bilhete "Ela será a última.Tudo vai Mudar." E realmente, após a chegada de Teresa, o filme fica eletrizante.


Conflitos dentro do labirinto são travados em todas as cenas, e tenho de admitir que fiquei a maioria do filme com a boca aberta. A ação não para em quase nenhum momento. E desde o primeiro minuto do filme os mistérios da história são desvendados, mas muitas perguntas ainda ficam após o filme acabar, o que irá ser narrado na próxima parte da história não faço ideia, mas teho certeza de que será genial. Apesar de sempre estarem correndo o risco de morrer, muitas mortes acontecem, mas nenhuma é de algum personagem principal ou cativante, as "grandes" mortes, como sempre ficam para o fim.

E igualmente a Se Eu Ficar e O Doador de Memórias, o final de Maze Runner é incrível e psicoticamente fabuloso e genial. (O que não irei comentar para não dar spoiler) Por favor, você não pode perder Maze Runner. E lembre-se: Cruel é bom.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Estreia: O Doador de Memórias




Filme baseado no livro de mesmo nome, escrito por Lois Lowry, é mais uma distopia onde o personagem principal, vai contra as regras de toda a sociedade e de seus líderes para buscar a verdade. Jonas, o personagem principal poderia ser mais um Katniss ou Beatrice da vida. Mas a história é cativante e fará você não conseguir comparar ele com outros heróis. Na comunidade de Jonas não existe doenças nem guerras, mas também não existe sentimentos e nem memórias do passado humano. E uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos, e agora esse papel é do Jonas.


O filme tem início em preto e branco (e muito além disso, é como as pessoas veêm tudo, preto e branco, sem diferenciação) e com uma narrativa do próprio Jonas explicando a sociedade futurística em que vive, ele conta sobre os costumes, regras e divisão social. Em relação a essa divisão social, ao chegar em uma certa idade, os jovens são destinados a cargos que terão pelo resto da vida. Na cerimônia Jonas é deixado por último, e ao ser comunicado sobre o seu cargo ele descobre que: Será um Recebedor de memórias, sua tarefa será difícil e logo é comunicado que sofrerá muita dor na nova tarefa que não será nada fácil. Até aqui eu estava achando muito parecido com divergente, mas depois tudo mudou.

Para conseguir cumprir sua tarefa como Recebedor de memórias, Jonas passa a ter um instrutor, eles tem um elo através de uma mancha de nascença (que eu não entendi muito bem como acontece). Ao aproximar as manchas de ambos, eles compartilham as memórias que foram retiradas de todos na sociedade.  Como nessa nova sociedade, as pessoas não têm memórias sobre o passado da população, e não têm nenhum tipo de emoção e vivem roboticamente na mão do governo, só uma pessoa na sociedade sabe de tudo o que acontece: o instrutor de Jonas, que é chamado de Doador, por doar para Jonas essas memórias do passado. E no momento em que eles começam a dividir essas memórias, Jonas começa a ver a verdade na sociedade e começa a pensar em como poderá acabar com o tipo de vida que levam (e é nesse momento o filme passa a ter cor, porque ele vê que existe diferenças.) É explicado que as memórias foram retiradas das pessoas para tornar todos iguais e evitar ódio, raiva, inveja e principalmente guerras.

As memórias dadas ao Jonas são um caso a parte, pois são lindas imagens de povos, culturas, religiões, costumes e personalidades. Por exemplo quando o Doador quer transmitir força para Jonas, ele dá para Jonas memórias do Nelson Mandela.

Outro recebedor já tinha passado pela sociedade antes de Jonas, essa recebedora a Rosemary, que é interpretada pela Taylor Swift (que tem poucas cenas, mas bem feitas com uma boa interpretação), porém ao ter acessos ás memórias de guerras ela desiste de ser uma recebedora. E ao desistir de sua tarefa, ela é morta (pelo menos é o que da para entender), pois todos que não conseguem cumprir suas tarefas são mortos. Mas Jonas ao receber todas as memórias do passado, se mantém forte e começa a lutar para libertar a sociedade, família e amigos. Mas seus planos são dificultados, quando a "vilã" interpretada pela Meryl Streep descobre os planos de Jonas e do Doador. Ela é a líder da comunidade, e faz de tudo possível para impedir seus planos. (Meryl é um caso a parte, ela na verdade não faz uma vilã, ela é uma protetora da sociedade que acha correta, e da uma certa humanização a personagem.)

O elenco coadjuvante, da um show, principalmente a Katie Holmes que interpreta Fiona, que é melhor amiga de Jonas e por quem ele se apaixona. Na reta final da trama a personagem cresce no filme, e enquanto Jonas corre para salvar todos, Fiona está na cadeira da morte por ter ajudado ele. E ainda falando do elenco, eu achei todo o elenco incrível, porém o ator que faz o Jonas fraco comparando com os outros.









Depois da metade do filme, muita coisa acontece, ação em cima de ação, o que consegue tirar o fôlego de quem assiste. O único defeito que eu tenho de citar é queo filme, que na série de acontecimentos fortes do final ele acaba do nada, quase bruscamente. Eu fui assistir esse filme sem saber nada, e sai querendo mais. Se você é fã de distopias, não poderá perder O Doador de Memórias.

sábado, 6 de setembro de 2014

Se Eu Ficar

Irei começar pelo fim (e desculpe o palavrão) "PUTA MERDA!" Foi o que eu mais pensei no filme e foi minha reação ao acabar o filme.

Baseado no livro de Gayle Forman de mesmo nome, Se Eu Ficar é estrelado por Chlöe Grace Moretz e Jamie Blackley. Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma prodigiosa musicista que vive a dúvida de ter que decidir entre a dedicação integral à carreira na famosa escola Julliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Após sofrer um grave acidente de carro, a jovem perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e sobre o futuro que pode ter, caso sobreviva.

O filme tem algumas partes narradas pela personagem que vai nos fazendo entrar em sua vida até um dia em que ela e o irmão tem as aulas canceladas e toda família decidi sair de carro, e dai vem o grande acidente que gera todo o filme. Após sofrer o acidente Mia é projetada e vê o desenrolar dos fatos como uma terceira pessoa sem interferir, ela se torna mais uma telespectadora da própria história. Ao desenrolar dos acontecimentos pós-acidente, Mia se vê analisando o passado para decidir se deve ou não continuar viva.

Nesse passado que nos aparece através de flashbacks, conhecemos a história de seus pais (um ex-roqueiro, e uma ex-ativista) que trocaram tudo para cuidar de seus dois filhos. Conhecemos seus amigos e o seu namorado Adam que é uma estrela do rock em ascensão. Esses flashbacks, de uma maneira quebra o drama do presente (quando algo do acidente nós faz chorar, a personagem nos leva ao passado em algum momento menos dramático que o atual.)

A atuação de todos é no geral muito satisfatória, porém como fã da Chlöe Grace Moretz devo dizer que a atuação dela não foi das melhores principalmente nas cenas no hospital. Mas ela tem aquele charme da boca entre aberta que eu amo e um grande elenco de apoio que ameniza o fato.
Outro ponto positivo no filme é a sua fotografia com cenas muito bonitas e a sua trilha sonora que é muito boa, porém não conhecida pelo grande público, e a única música que todos irão conhecer é uma versão de Halo da Beyoncé.


Particularmente, fui assistir esse filme esperando ser devastado igual aconteceu em A culpa é das estrelas. Isso não aconteceu, mas Se Eu Ficar me tirou boas lágrimas, principalmente na cena do avô da Mia no hospital que foi a cena mais emocionante do filme. Mas o pior (ou o melhor) é o final, que como disse foi "PUTA MERDA!" e apesar de ter ficado o filme todo com a sensação de estar faltando algo, me fez sair do cinema pedindo uma continuação.





"Se  vai viver ou morrer só depende de você."

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estreia: A culpa é das estrelas


Sei que como jornalista, teria de fazer uma crítica impessoal, sem meus sentimentos expostos aqui. Mas não consigo, não nesse caso.

Cheguei bem antes do horário da sessão que pretendia assistir, com medo de se esgotar os ingressos, do filme segundo eu pensava o mais esperado do ano. Comprei meu ingresso e me sentem tomando um café preto num café que ficava na frente da saída do cinema. Quando as sessões de A culpa é das estrelas acabavam era fácil notar, porque pessoas saindo limpando suas lágrimas e com suas camisas escritas Okay chamavam a atenção. E eu pensava “Será que o filme é tão bom assim?” Eu li o livro um ou dois anos atrás, eu sabia a história, eu naquela tarde tinha acabado de reler e chorar relendo. Sabia o que esperar. Mas estava errado.

Entrei na sala trinta minutos antes do filme começar, e para o meu espanto a sala permaneceu vazia. O que é estranho, desde o grande sucesso do livro, todos em todas as redes sociais postam trechos do livro. Todo mundo comenta sobre a história. E na estreia o cinema vazio? Sem nenhum grande cartaz anunciando o filme? Achei super estranho.

O filme começou, Hazel Grace lindamente interpretada pela Shailene Woddley, com o seu humor comentando sobre os efeitos do câncer na vida das pessoas abre o filme. Ansel Elgort docemente interpretando Augustus Waters cativou o público no primeiro sorriso cafajeste no literal coração de Jesus. O filme cativou os poucos na sala.

Um pouco antes da metade do filme, onde Hazel tem uma recaída, muitos já estavam em lágrimas, e devo confessar eu também. A única pessoa talvez que não estava chorando era uma moça uma cadeira depois de mim, essa ria e ria da amiga do lado que também chorava. Mas não foi uma risada baixa que só quem estivesse no lado, que para o meu azar era eu, ouvisse. O cinema todo podia ouvir, e no meio de lágrimas a risada irritava. Tinha momentos em que a risada era obviamente inevitável, Augustus, Hazel e Isaac tiram risada fácil de você. No mesmo momento em que você chora, você ri. O filme é todo uma montanha russa de emoções.

Mas o final eminente da morte de alguém com câncer, paira o filme todo, e para quem não conhece a história, a grande vítima dessa doença surpreende por ser quem menos espera. Não estou aqui para contar spoiler do filme, apesar de saber que se você procurou esse post, já deve saber o final.

Enquanto eu e todos os outros chorávamos com o desfecho do filme, a moça ao meu lado ria. E eu abro uma reflexão aqui. Só quem tem um coração mole, que é o meu caso, ou quem tenha perdido alguém especial pro câncer, que também é o meu caso, ou simplesmente quem prestasse atenção no filme, que não era o caso da moça ao meu lado, seria capaz de se emocionar e ou chorar com o filme. Se você como eu, perdeu alguém especial, jovem e sonhador para o câncer, vai entender a dor. Vai senti-la, e aqui cito ipsis litteris do livro “Esse é problema da dor, ela precisa ser sentida.”

 
O filme é incrível ( e farei um post técnico sobre ele), emocionante e cativante. Com trilha sonora devidamente escolhida, desde a doce Birdy até o romântico Ed Sheeran. Os créditos que alguns minutos fica paralisado em um infinito de estrelas toca All Of The Stars do Ed Sheeran, e ao embalo da linda música, todos tirando a moça ao meu lado que saiu assim que o filme acabou, choraram e apreciaram a música, era capaz de ouvir cada um naquela sala chorando. E eles provavelmente também me ouviam. Nós sentíamos a dor, e a entendemos. E ao sair da sala após todos os créditos, todos, e agora posso dizer todos, com os rostos vermelhos de chorar, indo para o banheiro limpa-los... Por que essa é o tipo de história que com toda a certeza muda você. A capa do livro trás as seguintes palavras: "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais" e é exatamente isso que irá acontecer.



sábado, 17 de agosto de 2013

O mar de monstros


O mar de monstros é a segunda parte da história de Percy Jackson e seus amigos, a história em suma é a viagem que Percy, junto com Annabeth e Tyson, fazem para salvar o Grover do ciclope Polifermo e a busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de salvar as barreiras mágicas do acampamento meio-sangue.

O segundo filme da série, tinha de tudo para ser ótimo e surpreender os fãs, mas isso não foi feito. O mar de monstros não passa de um filme "melhor" quando comparado ao primeiro, O ladrão de raios. Peças fundamentais da história foram retiradas da adaptação, o que fez a história perder a sua riqueza.

O mar de monstros será um ótimo filme para você assistir caso não tenha lido os livros, porque caso o contrário, irá ficar frustrado. Porque infelizmente o filme tem mais pontos negativos do que positivos se você olhar com os olhos de quem já leu o livro. E mesmo que você não tenha lido, você poderá ficar confusos, pois (não lembro direito) acho que foram poucas as coisas referente a mitologia grega que foram explicadas com o decorrer do filme. Pode existir cenas que você  ficará "Nossa que legal, mas o que é isso?"


(A partir daqui haverá spoilers sobre a história e sobre o filme.)

Pontos negativos (o que faltou):


Para início de conversa, o missão que manda Clarisse para o mar de monstros: onde está Tântalo que nos livros mandou ela nessa missão? E quanto a Hermes? Seria mais válido se como nos livros, ele que fosse atrás do Percy para pedir ajuda pelo seu filho, pois mostraria a preocupação que de certo modo ele tem em relação ao Luke. O Andrômeda, que nos livros é um barco grande, no filme não passou de um iate. Os "traidores" do acampamento, como a Silena Beauregard, já foram revelado no segundo filme, o que vai fazer uma grande diferença na sequência da história. O Grover sendo sequestrado também foi uma grande baboseira, enquanto nós livros ele vai parar na ilha do Polifermo por estar atrás do deus Pã, no filme ele é sequestrado e deixado na ilha só para o Percy o salvar? Isso não foi exatamente explicado. Mas a maioria dos momentos em que eles estão no mar foi estranho ao extremo, o barco da Clarisse não foi atacado e destruído por Caríbdis e Cila, e seria nessa parte em que o Tyson supostamente iria morrer. A ilha da Circe, no filme é a mesma ilha que Polifermo mora, já nos livros, a ilha da Circe é um spa, SPA e Resort CC. Sua ilha, é uma prisão para semideuses masculinos na qual ela transforma os homens em porquinho-da-índia. Feitiço que é jogado em Percy. Na tentativa de salva-lo, nos livro, Annabeth da para todos os presos umas vitaminas que os transformam em humanos novamente. Os porquinhos-da-india são revelado como o Barba Negra e sua tripulação. E a história na ilha da Circe acaba quando Annabeth e Percy roubam o navio do Barba Negra, o Vingança da Rainha Anne. Já na ilha do Polifermo, no filme não teve a parte que a Annabeth o engana com a piada do "ninguém" e não teve o Grover fazendo e desfazendo o vestido. Mas o que mais estragou o filme foi o fato de Cronos ter renascido e destruído com a maior facilidade pelo Percy.

Esse filme, que veio com a proposta de retirar a péssima impressão do primeiro filme, falhou em sua missão. O filme sim melhor que o primeiro, mas também não foi um grande filme como eu esperava.


Pontos positivos ( o que teve):



A grande profecia foi alterada, que ao invés de os dezesseis anos, a profecia se cumprirá, quando o semideus da profecia chegar aos vinte anos de idade. O que irá aumentar o prazo dos atores no filme. E falando na profecia, o oráculo aparece nesse filme, de uma forma brilhante.O filme também mostra, de uma excelente forma, a história de como Annabeth, Luke e Thalia chegam no acampamento e de como a Thalia se transforma no pinheiro e vira a barreira mágica que protege o lar dos semideuses. A tripulação zumbi do navio de guerra da Clarisse também foi um ponto positivo. A aparição de George e Martha e do peixe-ponei foi algo que achei que não iria aparecer, mas apareceram. O final do filme foi realmente o grande ponto positivo/negativo, o modo como a Thalia aparece e o pequeno diálogo entre ela e Percy é igual ao do livro, mas não foi explicado que o grande plano do Luke não era ressuscitar Cronos e sim reviver Thalia para ter mais um modo de controlar a grande profecia.

Do livro, o que apareceu, apareceu bem feito, o grande problema do filme todo foi o que não apareceu. E a falta de profundidade dos problemas dos personagem, tudo se resolvia muito rápido, não deixou a expectador criar um medo do problema não ser resolvido. Os problemas surgiam, e eram resolvido como se tudo tivesse que acontecer correndo, o que pode fazer quem assiste logo esquecer do que se passou.

No papel de fã da saga, posso dizer que gostei, mas não foi lá essas coisas, corro o risco até de dizer que é um filme para se assistir quando não estiver passando um outro melhor. O mar de monstros me fez criar expectativas que não foram saciadas. Acho que é isso, assistam o filme para criarem uma opinião melhor, mas já digo para não ir esperando uma vero semelhança em relação ao livro.