Mostrando postagens com marcador Emma Watson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emma Watson. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de julho de 2014

Resenha: As vantagens de ser invisível

Sinopse: Livro de estreia do roteirista Stephan Chbosky, o romance vendeu mais de 700 mil exemplares nos EUA desde o lançamento. As vantagens de ser invisível é ao mesmo tempo engraçado e atordoante. O livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta nessas correspondências-, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephan Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a uma amigo que não se sabe se é real ou imaginário.

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como protagonista que tem de assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar.


Resenha: Existem livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição. As vantagens de ser invisível é um desses livros especiais. Eu falo dele o mínimo possível e para um grupo muito seleto de pessoas. E por isso pensei seriamente em não fazer está resenha, mas aqui estamos, se considere importante.

Eu comecei a procurar esse livro assim que soube da sua adaptação para o cinema, onde teria Emma Watson e Logan Lerman como protagonistas. Eu procurei muito, mas a rocco já tinha retirado a primeira versão de circulação para substituir pelo livro com a capa promocional do filme. Eu não gosto de capas promocionais, mas eu queria muito ler esse livro e comprei assim mesmo. E logo quando comecei a ler.... amor à primeira vista.

As vantagens de ser invisível é o tipo de livro que agrada a todos os públicos de diferentes formas. E você o lerá mais de uma vez se tiver oportunidade, porque o Stephan Chbosky soube cativar leitores com essa obra.

O livro é uma espécie de coletânea das cartas escritas por Charlie para um anônimo, que juntas formam um diário. No início do livro é explicado pelo próprio Charlie que os nomes de todas as pessoas citadas (os personagens) para ninguém os reconhecer "na vida real", e explica também que o objetivos nessas cartas é desabafar com alguém que não julgue as suas atitudes. Nesses relatos, nós leitores nos aprofundamos  na história do Charlie, que na minha opinião foi um dos personagens mais amorosos e lindos que já foram escritos. Ele diferentes de muitos personagens é humano, o que o torna real.

As vantagens de ser invisível é escrito de uma forma simples e bonita, e aborda
temas como sexo, drogas, dramas familiares, primeiro amor, amizade, doença etc, mas de uma forma tão leve e pura que não chega a ser um drama pesado.

Todos os personagens do livro são especias de alguma forma, e todos como o Charlie são humanizados de uma forma brilhante pelo autor. Sam e Patrick são engraçados e divertidos, Bill o professor que estimula Charlie a escrever e a ler é atencioso, os familiares do Charlie são cuidadosos. E todos em algum momento do livro se tornam protagonistas na história. E isso é o legal no livro, que apesar do Charlie ser o protagonista/núcleo do livro, todos os outros personagens são complexos, cativantes e importantes quanto o Charlie. E mesmo assim eles não roubam o foco no livro. Eu tenho a opinião de quem faz um livro são os personagens, você pode ter uma história brilhante, mas se os personagens não cativar o leitor a história não adiantará de nada.

Além de tudo isso, o livro da ao leitor algumas dicas musicais, que se você não ouviu, deveria parar de ler a resenha agora e ir ouvir as músicas. Como por exemplo: Asleep do The Smith, Blackbird dos Beatles, Scarborough Fair do Simon & Garfunkel entre outras (Eu amo essas bandas e músicas porque o meu pai tinha cds deles, e quando eu era menor ele me colocava para dormir ouvindo eles.)



 "Acho que, de todas as pessoas, você entenderá, porque acho que você, entre todos os outros está vivo e aprecia o que isso significa. Pelo menos eu espero que seja assim., porque os outros por você em busca de força e amizade, e é tudo muito simples. Pelo menos foi o que eu soube.Então essa é a minha vida. 
E quero que saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim."

domingo, 14 de julho de 2013

After all this time?


O post de hoje é bom e ruim ao mesmo tem, estou aqui para falar de Harry Potter. Hoje dia 15 de julho faz dois anos desde a estreia do último filme da franquia Harry Potter. 

A história que narra as aventuras do bruxo Harry Potter foi escrito pela escritora JK Rowling que foi a primeira mulher a ficar milionária apenas com a venda de livros. Sendo assim da para imaginar o sucesso que a história fez em todo mundo. O sucesso é tanto que os livros da saga já foram traduzidos para mais de 67 idiomas. E para curiosidade, o livro da série que mais vendeu foi Harry Potter e a Pedra Filosofal com cerca de 120 milhões de cópias.


A história fez tamanho sucesso, não apenas por ser um livro bem escrito de literatura fantástica, mas também por abordar temas como amizades, ambição, escolhas, preconceitos, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte. E esses temas são tão gritantes na história, que no final tudo que permitiu que a história acontecesse foi a ambição de um contra o amor incondicional de outros. Referente ao tema morte, JK Rowling já disse em uma entrevista: "Os meus livros abordam bastante a morte. Começam com a morte dos pais de Harry. Há a obsessão de Voldemort em derrotar a morte e conquistar a imortalidade a qualquer preço [...]. Eu percebo porque é que Voldemort quer conquistar a morte. Todos nós temos medo dela." E o mais interessante que os livros não são sobre isso, não são aqueles tipos de livros que te impõe esses temas, o tema flui da história.


Mas claro, para a mente dos fãs tudo é uma maravilha, e na visão de muitos críticos também, mas nem todos tem a mesma opinião. Stephen King (escritor de livros como Carrie, a estranha) disse sobre os livros de Jk Rowling: "São livros que contém perspicaz história de mistério. Um feito do qual somente uma imaginação superior é capaz. Harry Potter passará pelo teste do tempo e irá para uma prateleira onde somente os melhores são mantidos [...]. Essa é uma série não só para uma década, mas para eras." E em contra partida o crítico literário, Harold Bloom, atacou o valor literário de Harry Potter, dizendo que a "Mente de Rowling é tão governada por clichês e metáforas mortas que ela não tem estilo de escrita."

O sucesso dos livros foi tamanho, que foram adaptados de uma forma brilhante para o cinema, e ao vender os direitos  de filmagem para a Warner, a maior exigência de Rowling foi que o elenco principal permanecesse estritamente britânico. Essa excelente adaptação ocorreu pois os roteiros de todos os filmes foram supervisionados pela escritora, as mudanças que ocorrem das páginas as telas se deram por conta de própria exigência do estilo cinematográfico. Além disso, todos os atores envolvidos na história são brilhantes, começando com a talentosa e brilhante Helena Bonham Carter que deu vida a vilã (que todos amam) Bellatrix Lestrange, o Alan Rickman que interpretou Severo Snape ( e o único que sabia que Snape seria o grande herói da história, isso porque a JK Rowling achou importante ele saber por causa do personagem), como Dumbledore temos Richard Harris (que também deu vida ao mago Gandalf na trilogia de o senhor dos anéis), Gary Oldman como Sirius Balck, a consagrada atriz Maggie Smith como Minerva McGomagall, e sem contar o famoso trio: Emma Watson, Daniel Radcliffe e Rupert Grint.
E como ocorreu com os livros, o sucesso dos filmes foi imenso, o lucro em cima dos filmes foi tão grande quantos dos livros, e todos os filmes estão dentro do top 40 de maiores bilheterias, sendo que, o último filme Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II (o qual faz dois anos hoje desde a sua estreia) é a quarta bilheteria do mundo.


A saudade é imensa, mas não é como se nós fãs estivéssemos sem a saga, quero dizer. Todos ainda lemos e vemos os filmes. Mas temos a saudade de esperar pelo próximo lançamento de filme e tudo mais. Harry Potter é a infância de muitos, nós crescemos juntos com os atores, vimos suas transformações. E nunca é fácil dizer adeus. E não queremos dizer adeus. É muito difícil pensar que não teremos novos livros ou filmes, porque eu sei que muitos como eu, passaram os últimos oito anos esperando um novo filme. Mas vocês lembram do que a JK Rowling disse na última premier? Nunca diga nunca. E com o Rupert chorando, a Emma disse "Não é o fim, nem por isso." E realmente não foi o fim, porque eu sei que como eu, muitos irão ler, reler e assistir inúmeras vezes os livros e filmes. Por que nós nunca teremos coragem de dizer adeus, ou que tudo acabou. E ainda existem aqueles que querem que  JK Rowling escreva um novo livro sobre a história do bruxo, mas não acho que essa ideia seja válida. Quero dizer, quando ela começou a escrever as história do Harry, ela já sabia que escreveria sete livros, um para cada ano do Harry em Hogwarts. Se ela escrevesse um Harry Potter 8 seria apenas por dinheiro e acho que perderia a verdadeira essência da história. Mas eu acho que ela deveria escrever um spin-oof (que é um termo que significa "o que deriva de algo") sobre a época dos Marotos em Hogwarts. E isso tudo é para dizer que ainda amamos Harry Potter e que Hogwarts sempre estará lá para aqueles que precisarem, basta abrir os livros.

E quando nós perguntarem se amamos Harry Potter depois de todo esse tempo, nossa resposta será:



R: Always.