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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Resenha: Maze Runner - Correr ou Morrer

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.Resenha: Eu assisti ao filme antes de ler o livro, eu sabia o que me esperava. E mesmo assim foi uma leitura que valeu a pena.

 
Resenha: O primeiro livro da  série, Correr ou Morrer se passa todo dentro de um labirinto onde todo mês um novo garoto é enviado para dentro dele com toda a sua memória apagada. Porém ele começa quando o último garoto, Thomas é enviado, e a partir desse momento é que a vida de quem já morava lá dentro começa a mudar. Os garotos que se chamam de Clareanos por viverem em uma clareira no centro do labirinto vivem até até em então uma rotina de medo. E todos os dias Corredores são enviados para dentro do labirinto com a missão de desvenda-lo. Mas sempre antes da noite chegar eles voltam, pois com o escurecer chegam horrores misteriosos. Com a chegada de Thomas muitas coisas começam a mudar, e conflitos internos começam a atingir o convívio entre os garotos.
 
 
O primeiro grande erro, talvez, seja o fato do livro ser narrado em terceira pessoa. Porque em muito momentos o escritor se pega detalhando muito o que o Thomas sente (como é ter a memória apagada, o medo do labirinto, sentimentos internos etc) e isso seria melhor explorado em uma narração em primeira pessoa. Até porque, a história nunca sai do Thomas, então não tem a necessidade dela ser em terceira pessoa. Thomas ser o personagem principal e o livro ser em terceira pessoa não ajuda em nada. Como narrado em terceira pessoa você fica esperando saber o que está acontecendo com os outros Clareanos. Além de atrapalhar na hora de ter uma profundidade emocional, mas não no suspense.
 
Não sei se é porque eu sabia mais ou menos como a história seria por já ter visto o filme (provavelmente sim), muitas partes são enroladas e quase chegam a ser chatas. E o que salva os acontecimentos do livro, é o despertar da Teresa. Ela deixa o livro muito mais atrativo (ela e o Thomas tem uma habilidade muito foda que deveria ter sido explorada no filme).
 
A divisão da história em Correr ou Morrer tem um time muito bom. Os capítulos são do tamanho perfeito. O que para o momento em que você tem de parar a leitura ajuda muito. Os problemas que Thomas enfrenta no passar da história apesar de supostamente difíceis, eu achei que a solução se apresentava muito rápido e que o Thomas foi meio que um bad ass resolvendo. Mas que ao analisar o motivo dele ter sido enviado ao labirinto faz sentido.

O livro conta com vários mistérios para serem desvendados, e até o final conseguimos algumas respostas. Mas outras chegam para ocupar aquele lugar, o que é bom para uma história que conta com outros livros. E esses mistérios levam até a sequência de acontecimentos finais, que não parecem em nada com o filme, é de parar corações e vai te deixar "preciso do Prova de Fogo agora!"

Tenho certeza que se eu não tivesse visto o filme antes, teria sido uma outra leitura e muito melhor. Porque Maze Runner tem tudo o que um livro precisa para ser bom.








"Lembram-se do que a garota escreveu no braço antes de perder a memória? A única coisa a que ela decidiu se prender? CRUEL é bom."

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Resenha: O restaurante no fim do universo

Sinopse: O que você pretende fazer quando chegar ao Restaurante do Fim do Universo? Devorar o suculento bife de um boi que se oferece como jantar ou apenas se embriagar com a poderosa Dinamite Pangaláctica, assistindo de camarote ao momento em que tudo se acaba numa explosão fatal? A continuação das incríveis aventuras de Arthur Dent e seus quatro amigos através da galáxia começa a bordo da nave Coração de Ouro, rumo ao restaurante mais próximo. Mal sabem eles que farão uma viagem no tempo, cujo desfecho será simplesmente incrível. O segundo livro da série de Douglas Adams, que começou com o surpreendente "O Guia do Mochileiro das Galáxias", mostra os cinco amigos vivendo as mais inesperadas confusões numa história cheia de sátira, ironia e bom humor. Com seu estilo inteligente e sagaz, Douglas Adams prende o leitor a cada página numa maravilhosa aventura de ficção científica combinada ao mais fino humor britânico, que conquistou fãs no mundo inteiro. Uma verdadeira viagem, em qualquer um dos mais improváveis sentidos.


Resenha: Douglas Adams foi um marco na ficção científica, O Mochileiro das Galáxias é uma série que deveria fazer parte da lista de leitura obrigatória de todos. O restaurante no fim do Universo, é o segundo volume da série e conta a continuação da aventura de Arthur Dent pelo universo após o planeta terra ser destruído para construir uma via intergaláctica. O problema foi que Arthur descobriu que o planeta Terra não passava de um computador programado para descobrir a razão da vida, do universo e tudo mais e sem a terra eles nunca descobriam a pergunta fundamental. A resposta eles já sabem e é 42, sim um número é a resposta para a vida o universo e tudo mais, mas é resposta para qual pergunta?

Os livro do Douglas Adams são cheios de humor e ironia, e sua mente deve estar muito aberta para entrar afundo nas loucuras (ou não) do autor. E ele realmente viaja. Muito se fala da genialidade do Tolkien, do George R. R. Martin, C S Lewis e outros escritores de literatura fantástica, não desmerecendo, criar algo da sua mente algo que é certeza que é improvável é fácil, agora pensar no futuro em coisas que provavelmente acontecerão e de se aplaudir.

O livro vai e volta (no passado e no futuro) em acontecimentos e isso tem explicação. O restaurante no fim do Universo, está localizado em uma espécie de fenda temporal localizada no exato instante em que o universo terminará. Exatamente isso que estão lendo, e no instante em que o universo explodirá o restaurante muda de posição voltando ao passado.Arthur e seus amigos chegam lá ápos se encontrarem com ninguém menos do que o cara que rege o Universo (isso mesmo) e descobrem o porquê do universo não fazer sentido: o cara é um doido. Mas como citado no livro, só um doido que não queira governar o universo pode faze-lo.

Após passarem pela destruição do planeta terra, encontrar o homem que rege o universo e comerem uma vaca que foi criada para querer ser comida, os nossos personagens roubam uma nave no estacionamento do fim do universo e fogem. E descobrem que a nave faz parte de um show, e que ela se chocará com um sol, e na tentativa de escapar entram um teletransportador que leva Arthur e Ford para um lugar (no tempo e espaço) que você leitor nunca consiguirá pensar sem conhecer os livros. O livro, igual a nave Coração de Ouro (nave que os personagens realizam a viagem) é  uma série de improbabilidades infinitas.

Apesar de termos os personagens principais Arthur, Trillian, Ford e Zaphod, é o robô depressivo Marvin que é a marca registrada dessa obra. Em meio ao humor de Zaphod e o mal humor do Arthur, a tristeza de Marvin é cativante. E é sem dúvidas o meu personagem favorito.

Esse é o tipo de livro que você consegue realizar a leitura de uma vez só, e ele te prende de n maneiras. A série começou a ser escrita no final da década de setenta e é um fenômeno "nerd" por assim dizer, mas sem dúvida é uma leitura que agrada diferentes públicos. Você vai rir, se imprecionar e no fim vai querer urgentemente a continuação.


- O Guia do Mochileiro das Galáxias - disse por fim.

- O que é isso?

- Ah, é só uma coisa que e joguei no rio esta noite. Acho que é algo que não quero mais.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Desafio 50 Livros em um ano

Ano novo leituras novas. 

O desafio de ler cinquenta ou mais livros durante o ano de 2015, foi criado pelo blog Lendo com Chuva (clica aqui para ver) e quem for participar tem uma promoção lá muito legal. Como o próprio nome diz, esse desafio é para você tentar bater a meta de ler cinquenta livros durante o ano. Para dificultar um pouco o nível do desafio, alguns gêneros literários são obrigatórios e eles são: o Romance, o clássico, aventura, distopia e a fantasia.

Achei um desafio interessante, e tentarei realiza-lo. Eu ainda não tenho a lista completa, porém segue abaixo a lista de livros que irei ler durante o desafio:

1- O restaurante no fim do universo, Douglas Adams; (lido)

2- A vida do livreiro A. J. Fikry, Gabrielle Zevin; (lido)

3- Plup, Charles Bukowski; (lido)

4- Predestinados, Josephine Angelini (lido)

5- Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, Stephen Covey;

6- As Crônicas de gelo e fogo, George R. R. Martin; (lido)

7- A fúria dos reis, Geroge R. R. Martin;

8- A morte da luz, George R. R. Martin;

9- Caverna do Dragão, Eduardo D4mon3;

10- O Senhor dos anéis - A sociedade do anel, J. R. R. Tolkien;

11- Cidade das Cinzas, Cassandra Clare; (lido)

12- Dexter no escuro, Jeff Lindsay;

13- O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald;

14- O último magnata, F. Scott Fitzgerald;

15- O retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde;

16- Admirável mundo novo, Aldous Huxley;

17- O apanhador no campo de centeio, J. D. Salinger; (lido)

18- Os Diários do Semideus, Rick Riordan;

19- Um homem de sorte, Nicholas Sparks;

20- Um conto de natal, Charles Dickens;

21- As aventuras do Sr. Pickwick, Charles Dickens;

22- Vida de cinema, Cacá Diegues; (lido)

23- One Piece vol.2, Eiichiro Oda (mangá conta?);

24- Você é insubistituível, Augusto Cury;

25- Coleção melhores poemas de Paulo Leminski; (lido)

26- A conspiração Franciscana, John Sack;

27- Extraordinário, R. J. Palacios;

28- Era no tempo do rei, Luiz Antonio Aguiar;

29- Contos clássicos de vampiro, Byron, Stoker e outros;

30- O fantático mistério de feiurinha, Pedro Bandeira (lido);

31- Maze runner - Correr ou Morrer,  James Dashner (lido);

32- Laranja mecânica, Anthony Burgess;

33- O guardião de memórias, Kim Edwards; (abandonado por momento)

34- Quem é você, Alasca?, John Green (releitura);

35- A garota dos pés de vidro, Ali Shaw;

36- Chão de vento, Flora Figueiredo; (lido)

37- O morro dos ventos uivantes, Emily Brontë (releitura);

38- Anjos na Escuridão, Lauren Kate (lido);

39- A vida, o Universo e tudo mais, Douglas Adams (lendo)

(Até agora, são os únicos livros que eu tenho e sei que relamente existe a probabilidade de leitura, conforme eu for comprando/ganhando atualizarei a lista)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

TOP 5: As mais lidas do ano!

Esse post irá reunir as cinco postagens mais lidas do ano aqui no Pomar Cultural!

5- Crítica sobre o filme Maze Runner. (clica aqui para ler)

Adaptção de um livro de mesmo nome, Maze Runner, foi sem dúvida um dos melhores filmes e de maior sucesso do ano. Trouxe para as telonas Dylan O'brien e Kaya Scodelario. Essa dupla que já tinha cativado fãs com Teen Wolf e Skins (respectivamente) agora aumentam a legião com esse filme incrível. Se você ainda não viu esse filme, corra.

4- Crítica sobre o filme Se eu ficar. (clica aqui para ler)

Outra adaptação literária Se eu ficar conta com a Chlöe Grace Moretz no elenco, e conta a história de Mia que após sofrer um acidente perde toda a família. Assistindo o desenvolver do acidente de um plano espiritual, Mia tem que decidir se vive ou morre, e se escolher viver terá que lidar com toda a mudança que sua vida sofrerá.

3- TOP 5: livros com personagens principais femininos. (clica aqui para ler)

As mulheres estão cada vez mais fortes no mundo literário, e o top cinco de livros que contém como personagens principais mulheres mostrou isso. Katniss, Tris, Peg e Melanie, Hazel Grace e Callie são apenas aguns exemplos das guerreiras que encontramos hoje nos livros.

2- 5ª temporada de Gmae Of Thrones. (clica aqui para ler)
Após a Comic Con 2014, os novos personagens que entraram na série foram divulgados, e alguns possíveis acontecimentos foram divulgados também. Nesse post fiz uma análise comparando com os livros do que poderá acontecer na trama.

1- Resenha do livro O Sangue do Olimpo. (clica aqui para ler)

Um dos maiores e mais aguardado lançameto do ano, O Sangue do Olimpo narra a reta final dos sete meio-sangues que responderam o chamado da Grande profecia. Úlimo livro relacionado ao universo de Percy Jackson recebeu um final a altura do sucesso que Rick Riordan conseguiu com sua história, e após nove livros Percy Jackson e seus amigos, finalmente poderão parar de lutar contra monstros e deuses (pelo menos é o que podemos pensar, mas nós sabemos que a vida de um semideus nunca é fácil.)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Resenha: O Teorema Katherine

Sinopse: Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Resenha: O livro mais fraco do John Green, conta a história de Colin um projeto de criança prodígio que tem um trágico histórico de ex-namoradas e todas chamadas Katherines. Colin é um personagem muito fraco e não chega aos pés de Augustus ou do Miles de Quem é você, Alasca? e diferente dos outros livros do autor, O Teorema Katherine não tem bons personagens secundários. Hassan o melhor amigo, apesar de ser interessante pelo quesito religioso e por ter algumas boas frases, não chama atenção nenhuma. Lindsay talvez seja a que se salva, pois como pessoas reais é cheia de controversas. Colin que é o personagem principal agradará de certa forma mais o público masculino do que o feminino, porque ele ele tenta refletir o que leva uma garota a dar um pé na bunda de um cara. Ele cria até uma teoria intitulada Teoria da Minimização da Rejeição (TMR): "O ato de aproximar o rosto para beijar alguém, ou de perguntar se pode beijar alguém, carrega o risco da possibilidade de rejeição; assim, a pessoa menos propensa a ser rejeitada deveria fazer a aproximação do rosto ou a pergunta. E essa pessoa, pelo menos em relacionamentos heterossexuais no ensino médio, definitivamente é a garota. Pense bem: garotos, basicamente, querem beijar garotas. Ao passo que as garotas são basicamente inconstantes quando se trata desse negócio de beijo. Às vezes elas querem dar uns pegas; às vezes, não. Elas são uma fortaleza impenetrável de incognoscibilidade, na verdade." E no meu caso em especial, outro fato de Colin que me fez gostar dele apenas um pouco, é que assim como eu, ele adorar contar histórias. 

A história do livro é chata. A evolução de Colin ao lado de Hassan e Lindsay é morna. A única coisa realmente relevante na história que seria o fato do personagem ter namorado dezenove Katherines e todas sem exceção ter terminado com ele, vira plano de fundo quando deveria ser o principal. Eu particularmente só achei legal as partes que contavam as histórias dos seus términos e o momento em que ele resolve fazer teoremas para prever quem terminará um relacionamento. E só.

O maior ponto do livro, são as notas de rodapés existentes como se fosse um livro cientifico. Se você for amante de matemática, assim como eu, irá gostar de ser apresentado aos cálculos feitos por Colin para chegar no teorema perfeito. Além disso a nota do autor é engraça onde John Green diz que é fã de matemática "falo muito disso, penso muito nisso, mas não consigo colocar isso em prática". E apresenta Daniel Biss um matemático que o ajudou a realizar os cálculos e os teoremas do livro. E temos O apêndice onde Daniel Biss explica as contas e os teoremas, é bem interessante na verdade.

Ao concluir a leitura, diferente dos outros livros do John Green, você o acha aceitável e até previsível. É uma leitura satisfatória mas não reveladora. O livro é engraçadinho e tem umas sacadas históricas e científicas inteligentes que se perdem na história colher de mel. Talvez se ele tivesse escrito de outro modo o livro eu estaria em só elogios, porém é o que temos e infelizmente me deixou a desejar.

"Je pense que je t’ aime. “Acho que gosto de você.” Ou: “Acho que amo você.” O verbo francês aimer pode significar as duas coisas. E era por isso que ele gostava dela e ao mesmo tempo a amava."

sábado, 6 de dezembro de 2014

As capas de Quem é você, Alasca?

Um dia qualquer desses eu faço uma resenha sobre esse livro que sem dúvidas para mim é o melhor livro do John Green. O post de hoje é sobre as várias capas que esse livro tem, nem sei se todas são verdadeiras, mas a quantidade de capas que esse livro já recebeu não é brincadeira. Ele é o livro de estreia do John Green, e sua fama so chegou "agora" depois do sucesso que foi A culpa é das estrelas. E eu não entendo como Cidade de Papel passou na frente de Quem é você, Alasca? na escolha para adaptação cinematográfic. Ninguém sabe ou entende cem por cento Alasca Young, e nunca chegaremos  em qual capa é a mais bonita ou apropriada, mas ai vai as fotos das diversas capas do livro:

Tem essas aqui que eu particularmente nunca vi em nenhuma livraria...



  

Tem essa que acho é a mais conhecida pelos leitores e para aqueles ratos de livraria:

A minha favorita e a que eu tenho exemplar e que ainda tem duas versões mudando a grafia:


E tem a edição da intríseca que é a mais recente que eles lançaram esse ano com o apelido do querido Miles, que nas outras versões é Gordo, de Bujão. A capa é linda, ams mudar o nome do personagem é complicado:


E o que vocês acham? Qual é a capa mais bonita de Quem é você, Alasca?

sábado, 11 de outubro de 2014

Resenha: O Sangue do Olimpo

Sete meios-sangues responderão ao chamado.
 
Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado.

Um juramento a manter com um alento final,

E inimigos com armas às Portas da Morte afinal.

Sinopse: Depois de enfrentarem as mais penosas missões, Percy Jackson e os outros tripulantes do Argo Dois ainda precisam encarar a pior delas: chegar a Atenas a tempo de impedir que Gaia, a Mãe Terra, desperte. Neste último volume da série Os Heróis do Olimpo, a Atena Partenos irá para oeste, enquanto o Argo Dois seguirá para leste. Os deuses, ainda sofrendo com a dupla personalidade, não podem ajudar. Como os semideuses consiguirão vencer sozinhos um exército de gigantes e impedir uma guerra entre os acampamentos? A viagem para Atenas é perigosa, mas não há outra opção. Eles já sacrificaram muito para chegar onde estão. E, se Gaia despertar, será o fim.



Resenha: O Sangue do Olimpo é o desfecho da saga Os heróis do Olimpo, onde os meios-sangues gregos e romanos lutam contra todas as forças para impedir Gaia, a deusa inicial de acordar. O livro tem vários focos, de acordo com qual ponto de vista a história está sendo contada, temos nesse livro capítulos divididos entre Nico, Jason, Leo, Piper e Reyna. Isso mesmo, nada de ponto de vista de Percy ou Annabeth, o que deixou a desejar porque são os personagens que mais conhecemos e no final da saga eles não passaram de cadjuvantes no desfecho, e muitas vezes pareciam fracos e vulneráveis, isso se pode dar pelo tempo que ambos passaram nas profundesas do Tártaro no livro A Casa de Hades.

O último livro é marcado pelo final da viagem dos heróis, dos Estados Unidos até a terra antigas dos deuses: a Grécia antiga, ou mais especificamente Atena. Como todo mundo sabe, a vida de um meio-sangue não é fácil, e nessa viagem os sete escolhidos mais os outros três que os axiliaram (Nico, Reyna e o sátiro Treinador Hedge) passaram por muitas coisas, e o destino do planeta estão em suas mãos eles não podem falhar. No caminho até Atenas eles encontraram alguns deuses desde os grandes como Apolo e Ártemis, até deuses pequenos como a deus da vitória e a deusa das tempestades. E cada um deles lhes mostraram algo que auxiliaram a viagem deles e deram dicas de como tentar derrotar os gigantes filhos de Gaia. Mas todos alertaram que a profecia seria mantida e que um dos sete iriam morrer (Um juramento a manter com um alento final).

O livro é basicamente dividido em dois: contando o percurso dos integrates do navio Argo 2 e outro contando o caminho pelas sombras que Nico e Reyna fazem carregando a estátua da Atena Partenos para marcar a paz entre gregos e romanos. Cada um dos dois grupos enfrantaram perigos diferentes.

A grande novidade nesse livro é a participação de Reyna na história, a pretora romana. Que em Percy Jackson e os Olimpianos foi inimiga de Percy na ilha da Circe junto com sua irmã Hylla, na época elas eram ajudantes da bruxa, mas agora depois do ocorrido na ilha, Reyna virou uma pretora romana e Hylla virou rainha das Amazonas. Mas pra mim o que deixou o livro incrível foi Nico Di Angelo, o crescimento dele desde a primeira aparição dele é incrível, ele se descobre um peronagem cativantes.

Os demais já conhecemos e não há novidades, a não ser o bromance de Jason e Percy e a amizade de Piper com Annabeth e Hazel. E o tanto como todos os sete cresceram como heróis, eles se tornaram tanto individualmente como coletivamente fortes.

O livro conta com a volta de muitos personagens como Thalia Grace, e o final (que não irei contar!) é o melhor e uma ajuda que não esperava apareceu no momento exato. E o último parágrafo do livro é tipo AH MEUS DEUSES OBRIGADO mas não leia antes, não seja como eu.

Rick Riordan acertou em quase tudo, digo quase porque como ele prometeu na dedicatória do livro, deixou não poucos mais muitos mistérios sem respostas. Se isso quer dizer que poderemos ter mais livros, não sei. Entretanto, teve "falhas", coisas que eu achei que poderia ter sido melhor, mas quem sou eu para falar o que seria melhor? E como fã eu não aceito que acabe assim. Quero mais. 

Sete meios-sangues responderam ao chamado, consiguirão eles cumprir a missão de salvar a terra de Gaia?  Todos sairão vivos? Os acampamento sobreviverão? Qual será o destino de nossos heróis? Todas essas respostas respondidas em O Sangue do Olimpo. Mas outras tantas surgem e não são respondidas.

O livro é lançamento do mês, e por ser lançameto, não quero aprofundar no desenrolar da história para não contar spoilers para quem ainda não leu. O que posso fazer depois é um post review da saga toda, o que acham?  


 



"Mesmo ali, no entanto, eles estavam em território inimigo. Porque Gaia era a terra, e a terra tinha despertado."



"Os deuses do Olimpo desceram dos céus em suas bigas ao som de clarins e com espadas em chamas. "


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Resenha: Precisamos Falar Sobre o Kevin

Sinope: Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.

Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondência com o marido, único interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma só emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem.

Cada interstício do histórico familiar é flagrado: o casal se apaixona; ele quer filhos, ela não. Kevin é um menino entediado e cruel empenhado em aterrorizar babás e vizinhos. Eva tenta cumprir mecanicamente os ritos maternos, até que nasce uma filha realmente querida. A essa altura, as relações familiares já estão viciadas. Contudo, é à mãe que resta a tarefa de visitar o "sociopata inatingível" que ela gerou, numa casa de correção para menores. Orgulhoso da fama de bandido notório, ele não a recebe bem de início, mas ela insiste nos encontros quinzenais. Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável.

 (A capa original é mil vezes mais bonita que a capa com base no filme)

Resenha: Antes de mais nada tenho de dizer que é uma leitura dura e difícil, não é fácil ler em cada página os horrores que desde que nasceu Kevin realizou. Eva e seu marido Franklin eram apaixonados, porém um queria filhos e o outro não. Ela tinha uma vida de empresária bem sucedida e viajava pelo mundo todo, não estava disposta a abrir mão de tudo para cuidar de filhos. Mas ao ver o relacionamento abalado, e com medo de perder o marido Eva resolve ter o primeiro filho, e assim nasceu Kevin. Ao narrar o nascimento do filho, Eva nos mostra como Kevin já nasceu odiando o mundo, ele demorou horas para nascer, e ao chegar ao mundo sem chorar não quis saber de mamar no peito da mãe. E ao decorrer do anos, o temperamento de Kevin só piorou. Mas Eva não fica atrás, ela não é o que feinimos como boa mãe: é impiedosa, sarcástica e com o drma de sua vida ficou armagurada. Mas não impede o fato de gostarmos da narradora, você se apaixona por eva pelos defeitos mais que pelas qualidades

Desde o início sabemos que Kevin irá realizar uma chacina, e o foco do livro não é o ato, mas o motivo que levou Kevin a fazer o que fez. Um dos grandes conflitos narrados pela mãe, é o fato do pai não ver do que o filho era capaz. E todo problema que o menino arranjava o pai defendia de uma forma cega. E os problemas foram muitos: Kevin fez o vizinho cair e se machucar de uma bicicleta; fez uma colega do primário que tinha uma doença de pele se coçar até sangrar o corpo todo; fez uma professora perder o emprego a acusando de abusos sexuais contra ele. A narrativa de Eva, nos mostra atos nojentos de Kevin, como por exemplo, se masturbar na frente da mãe. E o pior de tudo, ele jogou ácido no rosto da irmã fazendo ela perder um dos olhos.

Um ano após a matança que o filho realizou, Eva perdeu tudo, só sobrou um apartamento caindo aos pedaços e sem amigos e familiares por perto, a única coisa que resta para ela é visitar o filho na instituição para menores. Durantes as visitas, Eva descobre que o filho é um ídolo entre os menores lá dentro. Mas também quantas pessoas são capazes de matar onze pessoas com uma balastra e flechas? Kevin com suas roupas bem menores do que o número que realmente usa tem orgulho de dizer é o maior e mais jovem assassino de todos os tempos.

O fato ocorrido faz Eva registrar todos os massacres escolares dos últimos anos e chega a uma conclusão: nenhum foi tão quanto o realizado pelo seu filho. Kevin virou famoso e em uma das cartas escritas por Eva, ela relata que fizeram vários documentários sobre Kevin Khatchadourian, ou como ficou conhecido KK. E também fala sobre o último realizado, onde realizaram uma entrevista com ele, e nesse último ele diz que se não fosse ele a vida do país não seria nada, que todos amam ver, ouvir e julgar ele. Que todos deveriam agradecer a ele, e pagar o que várias produtoras ganharam em cima do que ele fez. E afirma não haver culpa e arrempedimentos. Mas quando a mãe pergunta ao filho o por quê de ser poupada para sofrer todas essas reviravoltas em sua vida? A resposta é prática e seca:
"Quando a gente monta um show, não atira na plateia."

Porém, o pior (ou o melhor) do livro fica para o final. Nas últimas duas cartas, Eva nos mostra porque a família esta ausente, e dois anos depois de perder tudo Eva faz a última visita ao filho antes dele ser transferido para um presídio. Nessa última visita, ela pergunta o por quê dele ter feito o que fez, e ele responde pela primeira vez deixando a máscara no chão que não sabe se realmente sabia o porquê. E confirma que tudo que Eva desconfiou sendo como atitudes de Kevin era real, pois nesse último encontro ele devolve para ela a prótese do olho da irmã que retirou dela ao assassina-la. Kevin é um mostro, mas todos os monstros são humanos, e humanos tem sentimentos.

O que torna esse um livro grandioso é a forma com a autora consegue abordar o tema, sem necessesariamente colocar a culpa exclusivamente no assassino, ou sim. É um reflexão que ela deixa para o leitor, de quem é a culpa: da família? Da sociedade? Do assassino? De uma doença? ou simplesmente acontece?  Além disso, existe toda uma crítica para a nossa sociedade atual, Eva também reflete sobre os costumes das pessoas, como por exemplo, o hábito das pessoas de se meterem na vida das mulheres grávidas. Ela até diz mais ou menos que depois que a mulher fica gŕavida, as pessoas acham que ela e a criança são públicas.

Na última página, é revelando ainda mais, Kevin e Eva se perdoam pois entendem que ambos tiveram culpa no ocorrido. E Eva volta em fatos narrados nos primeiros capítulos, reflete sobre tudo o que viveu e escreveu e chega a conclusão que negou durante toda a narração, que apesar de Kevin ter feito tudo o que fez, ela o ama. Precisamos Falar Sobre O Kevin é um livro marcante e deve ser uma leitura obrigatória para todos.


"É só isso que eu sei. Que, no dia 11 de abril de 1983, nasceu-me um filho, e não senti nada. Mais uma vez, a verdade é sempre maior do que compreendemos. Quando aquele bebê se contorceu em meu seio, do qual se afastou com tamanho desagrado, eu retribuí a rejeição - talvez ele fosse quinze vezes menor do que eu, mas naquele momento, isso me pareceu justo. Desde então, lutamos um contra o outro, com uma ferocidade tão implacável que chego quase a admirá-la Mas deve ser possível granjear devoção quando se testa um antagonismo até o último limite, fazer as pessoas se aproximarem mais pelo próprio ato de empurrá-las para longe. Porque, depois de quase dezoito anos, faltando apenas três dias, posso finalmente anunciar que estou exausta demais e confusa demais e sozinha demais para continuar brigando, e, nem que seja por desespero, ou até por preguiça, eu amo meu filho."

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Bienal do livro SP 2014


Ontem dia 24, realizei a minha visita a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e eu fiquei impressionado. A quantidade de visitantes esse ano duplicou,triplicou, quadriplicou, a fila para entrar no evento dava voltas e voltas dentro do estacionamento do Anhembi e ainda saia do local. Passei mais ou menos uma hora e meia na fila, e isso porque eu cheguei cedo.

Lá dentro não foi diferente, foi muito difícil andar lá dentro, muita gente. Para entrar nos estandes mais filas. Para beber água, mais fila. Eram filas para todos os lados.

Outro ponto negativo dessa edição da bienal foi a organização em relação a distribuição de senhas para as sessões de autógrafos, principalmente da Cassandra Clare. O horário de distribuição de senhas mudou de um dia para o outro, e se você não ficou sabendo dessa mudança como eu chegou cedo para nada. Só ao entrar na bienal e visitar o estande da Galera Record que eu descobri que o horário e o local para distribuir as senhas tinham mudando.

Em proporções diferentes, na rocco a escritora e blogueira Luisa Clasen (Lully), ficou o dia inteiro lá autografando o livro de todos. Ainda falando da rocco ela investiu na divulgação de Jogos Vorazes, com distribuição de marca páginas de A esperança e com uma placa imitando um muro escrito "Eu vou ser o tordo" para divulgar o filme. Continuando a falar de divulgações, a intríseca estava divulgando os livros do Percy Jackson com as novas capas e o último livro de Os Heróis do Olimpo: Sangue do Olimpo, que será lançado dia sete de outubro. (Sim, não aguentamos mais esperar!)

Estande da LeYa


A LeYa, divulgando Game Of Thrones, estava com um Trono de Ferro (menor do que o de 2012) e vendendo box da edição pocket porém de capa dura, e sim eu comprei!
Estande da Comix





Na Comix, tinha um Jack Sparow, Fred Krueger, e um Jason, tirando fotos com os visitantes.
E por último, a editora Planeta com livro ilustrado de Dexter e divulgando Dexter ao comprar algum livro da śerie você ganhava um marca página incrivelmente foda.


 
Minha última crítica ao evento é que já no segundo dia de eventos muitos livros já estavam esgotados, e eu fiquei meio... (???) Tenho certeza que você vai sentir o mesmo. O problema é que as editoras focam tanto em divulgar os mais vendidos e os lançamentos que esquecem de livros mais antigos... E nesse quesito, a mais completa é a rocco.

Meu amigo João falou uma frase que talvez seja verdade "Está na moda falar que lê, e que vai na bienal" Se isso é bom o ruim não sei, mas é o que esta acontecendo.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Bienal do Livro: A batalha e como vencê-la

O post de hoje será um pouco diferente. Para leitores fanáticos, a bienal do livro é um dos eventos mais esperados, mas junto com o evento vem o drama: quais livros comprar? E quais estandes visitar? O que levar? Como comprar todos os livros que eu quero? A bienal é um verdadeiro campo de batalha para nós leitores.Pois bem, esse post vai ter várias dicas para sair vitorioso da bienal com todos os livros de desejo em mão e ainda aproveitar as atrações.



A Bienal do Livro de São Paulo está na sua 23ª edição, e esse ano terá muitas novidades e autores presentes. E você terá de dar um jeito de fazer as suas compras e ainda ver essas novidades e se algum dos seus autores estiverem lá, você ainda terá de conseguir um autografo e quem sabe uma foto. Esse ano dois grandes nomes internacionais estarão presentes, Cassandra Clare a autora da saga Instrumentos Mortais e o autor Harlen Coben escritor de vários romances policiais. Eles estarão na bienal para palestras, Cassandra palestrará sobre o tema O Universo Fantástico da Literatura nos dias 23 e 24 de agosto, enquanto Harlen irá palestrar sobre o tema Os Mistérios da Ficção Policial também no dia 23. Mas fique ligado, para essas palestras na Arena Cultural não é preciso senha, entretanto para autógrafos a Editora Galera responsável pelos livros da Cassandra já anunciou que será sim preciso retirar senha no estande da editora no evento. Essas senhas são liberadas em determinado horário, e tem um número limitado, então fiquem atentos aos horários.

Em relação ao processo de compras muitas vezes é individual, e se você vai ao evento sem nenhum livro em mente você pode vagar pela bienal sem se preocupar. Mas se você só poderá ir um dia do evento e tem vários livros para comprar e tem o dinheiro contado você precisa de um plano! E aqui vai as dicas que eu mesmo estou seguindo:

  • A primeira coisa que você deve ter em mente e em mãos é uma lista com os livros que pretende comprar. Isso é importante para saber quais expositores visitar (você vai ver mais para frente o porque disso), o valor normal dos livros para ter uma média de valor a ser gasto. E para ter uma prioridade para as compras. 
  • Com relação a dica de fazer a sua lista de livros, vem outra que é em relação ao dinheiro: Coloque no topo da lista os mais baratos, assim, corre o risco de sobrar uma grana e assim aumentar o número de livros comprados.
  • Depois de fazer essa lista, você irá separar os livros por editora. Se você não sabe, cada editora tem o seu estande na bienal, assim quando visitar um estande você irá comprar de uma só vez todos os livros de determinada editora, economizando tempo. (eu vou postar a minha lista no final do post para você terem uma noção.)
  • Vale a pena visitar o site da bienal e ver as atrações de cada estande antes ir, porque durante a visita dessa atração ao estande, não pode ou fica difícil entrar no estande. Eu só dei uma olhada por cima das atrações e a editora Novo Conceito pelo o que eu vi é a que terá mais atracões, então se tiver algum livro dessa editora priorize por eles. Essas atrações também tem horários e que me faz relembrar que fiquem muito atentos aos horários.
  • Depois que a lista estiver feita, mais itens deve ser pensados: Evite comprar livros que iniciam sagas ou que terá muitos outros volumes para comprar. Pois um livro leva o outro, e muito provavelmente você ficará um tempo sem comprar livros depois da bienal. Se estiver finalizando sagas, priorize a conclusão dessas. Resumindo essa dica, tente comprar livros de volumes únicos.
  • Você passará o dia todo na Bienal fique ciente disso, você só irá embora quando fechar, assim sentirá fome e sede. Se você quer comprar mais livros, leve alimentos e bebidas de casa. Os preços da alimentação lá são altos, economizando com comida é mais um livro comprado da sua lista.

  • Itens super importantes para serem levados: caneta (marca texto é uma boa), carregador do seu celular (você vai tirar fotos acredite, terá muito o que fotografar. Na última bienal tinha um Gandalf em tamanho real, uma foto gigante da JK Rowling divulgando o livro Morte Súbita, heróis da Marvel em tamanho real e um Trono de ferro enorme!) e se o seu autor favorito estiver lá, o seu exemplar para tentar conseguir um autógrafo.

  • Pode ser que tenha algum livro que já terá  se esgotado no estande da sua editora, nesse caso você pode ir no estande da Saraiva (Loja) ou ir no estande do Submarino que também tem preços diferenciais para a bienal.
  • Já é o dia do evento, e chegando lá a primeira coisa que você irá fazer não é enlouquecer com os livros, é pegar um mapa da bienal na central de ajuda se não me engano. Esse mapa salvará a sua vida acredite. Com ele você saberá onde está localizado cada estande e com a caneta que você não esqueceu riscará todo estande visitado, eliminando eles da sua lista de visitação.
  • Você tem que ter em mente também que: livros são uma tentação. Você encontrará muitos livros que o seduzirão para a compra, mas pense bem porque será um livro a menos da sua lista e pode ser um livro que você não irá gostar.
  • Em relação a iniciar sagas, se você quiser começar uma saga priorize as que já tem todos os livros lançados no Brasil esses provavelmente serão vendidos em boxes, e poderão sair mais baratos.
  • Tente conhecer novos escritores, é super legal conversar com novos escritores (na última bienal conheci os escritores do livro de literatura fantástico O Príncipe Gato.)
  • E por fim, talvez a dica mais importante: se divirtam na bienal, é uma experiência fabulosa para leitores. E cada segundo la dentro irá valer a pena.

E como o prometido, a minha lista inicial de livros que serão comprados na bienal (eu só separei por editora até agora, a lista esta enorme e provavelmente irei diminuir um pouco) :

EDITORA iD: Trilogia Elixir completa, autora Hilary Duff;

EDITORA ÁTICA:  Os 13 porquês, autor Jay Asher;

EDITORA ROCCO: O chamado do Cuco; Os contos de Beedle, O Bardo; Quadribol através dos séculos, autora JK Rowling.

Inacreditáveis, Perversas e Destruidoras, autora Sara Shepard.

Eragon, Eldest, Brisingr e Herança (que eu pretendo comprar um box), autor Christopher Paolini.

EDITORA PALNETA: Dexter No Escuro, Dexter Designe de um assassino, Dexter é delicioso e Duplo Dexter, autor Jeff Lindsay.

EDITORA INTRÍNSECA: O circo da noite, autora Erin Morgenstern;

Orange Is The New Black, autora Piper Kerman;

Precisamos falar sobre o Kevin, autor Lionel Shriver;

Delírio, autora Lauren Oliver.

EDITORA LEYA: A Guerra dos Tronos (box também), autor George R.R. Martin.

EDITORA SUMA DE LETRAS: Meu Inverno em Zerolândia, autora Paola Predicatori.

EDITORA NOVO CONCEITO: Anna e o Beijo Fancês, autora Stephanie Perkins;

Querido John, autor Nicholas Sparks;

EDITORA GALERA RECORD: Apaixonados, autora Lauren Kate;

Instrumentos Mortais (desde o segundo volume), autora Cassandra Clare;

EDITORA CIA. DAS LETRAS: Trilogia Coração de Tinta (mais um box), autora Cornelia Funke.

EDITORA MARTINS FONTES: O Hobbit e O senhor dos anéis 2 e 3, autor J.R.R. Tolkien.


"Tome um porre de livros, que a ressaca é de cultura."

terça-feira, 3 de junho de 2014

Resenha: Will & Will - Um nome, um destino


  Sinopse:

Amor adolescente, intriga, raiva, sofrimento e amizade. Tudo isso temperado com doses maciças de comédia. Prepare-se para o universo de Will & Will. E para as pérolas de sabedoria que vão mudar a sua vida... Ou pelo menos aumentar seu número de curtidas no Facebook.

Em uma noite fria, em uma improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Um Will é amigo do mais expansivo gay da sua escola. O outro precisa explicar à própria mãe sua orientação sexual.

Mas, mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de proporções épicas.



 Resenha: Antes de fazer a análise do livro e falar os pontos fortes e fracos do livro, existem coisas que vocês precisam saber sobre como este livro chegou até a minha prateleira. Primeira, eu não sabia sobre o que o livro tratava exatamente; Segundo, nunca li nenhum outro livro do David Levithan para ter como base sobre a forma dele escrever; Terceiro, sou perdidamente apaixonado pelos livros do John Green e finalmente por último: não sabia que se tratava de um romance gay, o que na verdade não é o assunto principal do livro.

O último tópico do que vocês precisavam saber é super importante, porque eu particularmente nunca li um romance gay.

Como dito antes nunca li nenhum livro do David Levithan, nunca li nenhum livro escrito em uma parceria, não sei se o livro e inglês também foi escrito assim ou se foi a editora Galera que o fez. Mas o fato é que o livro é visivelmente escrito por pessoas completamente diferentes. A história pela perspectiva do Will Grayson Hétero, escrita pelo John Green, e a do Will Grayson Gay, escrita pelo David Levithan. Afirmo isso por ter lido os outros livros do John Green e conhecer o modo como ele escreve. Os capítulos escritos pelo John Green, como tudo que ele faz, contagia você desde o inicio, diferente dos capítulos escritos pelo David, que tenho que confessar só ficaram bons na reta final do livro. Mas em contra partida pode-se fazer uma análise do modo como as histórias foram contadas em relação a personalidade de cada Will. Um extremamente diferente do outro, que no final não são tão diferentes assim. Confesso também que tive um pouco de dificuldade no começo para compreender os diálogos que estavam nos capítulos do Will Gay, não estou na acostumado na realidade no modo como eles foram feitos, eu gosto do parágrafo e travessão. (Mas não sei se isso é do livro ou da editora. Eu li a versão da capa azul, se alguém leu o livro em outra versão por favor me fale se também é assim.)


Vamos a história. Como disse nos tópicos do primeiro parágrafo, eu não sabia que a história se tratava de um romance gay. Mas depois que descobri que era, achei como o nome do livro sugere, um romance entre Wills, mas não é. O foco principal da história não um romance gay, apesar de um Will ser. E se eu pudesse mudar o nome do livro, eu mudaria para Tiny Cooper. Gravem esse nome, Tiny Cooper. O melhor amigo do Will Hétero, e o cara pelo qual o Will Gay se apaixona. Tiny é uma figura presente há muito tempo na vida o Will Hétero, mas só entra na vida do Will Gay após uma “brincadeira” da sua “amiga” Maura. Maura se você for analisar é a grande desencadeadora da trama do livro, porque foi graças a brincadeira de mal gosto dela, que os Wills se encontraram, e por sequência, o Will Gay conheceu Tiny Cooper.


O livro é surpreendente engraçado, principalmente quando Tiny está presente. Surpeendente dramático quando o Will Gay está presente. E surpeendente apaixonante quando o Will Hétero esta presente.

Will Gay: Apesar do livro ser contado nas perspectiva dos Wills, as histórias deles giram em torno do Tiny. Tiny é o primeiro namorado do Will Gay, e a história deste no livro, é o desencadear de situações após o início deste namoro. O Will Gay utiliza remédios para conter sua depressão que vaza pelo livro, mora com a sua mãe (mãe a qual nas poucas partes que aparece também rouba a cena) em uma casa pobre e estuda numa escola no subúrbio. Tem poucos amigos na escola e é um típico autodepressiativo. Quando Tiny chega em sua vida, a perspectiva muda, o modo como ele vê o mundo muda um pouco e os leitores conseguiram perceber isso facilmente, pois os capítulos dele ficam muito mais legais. O livro muda.

  Will Hétero: Típico adolescente com medo dos sentimentos. E como dito por ele mesmo “Tiny é o gay, mas eu sou o sentimental.” Ele mora com os país (médicos, que nas poucas aparições também roubam a cena), é o melhor amigo do Tiny e se apaixona pela Jane, que tem um relacionamento complicado com um cara, fato o qual dificulta a vida do Will. A trama deste Will, não está muito relacionada ao seu romance com a Jane, mas sim com o fato dele se sentir reprimido na relação de amizade com o Tiny. Ele sente que tem de aguentar o Tiny que é completamente espalhafatoso e com o seu tamanho rouba e chama atenção em qualquer lugar.

Os Wills se encontram numa sex shop, o Will Gay chega lá engano pela Maura que se fingiu ser um cara e fez com que o Will se apaixonasse por ele, o Will Hétero chega na sex shop após ser barrado na entrada de um show e abandonado por Tiny e Jane com uma identidade falsa. O Will Hétero decide que não ficará com uma identidade falsa sem usa-la e entra na loja. O Will Gay vai para lá achando que é uma lanchonete e ao chegar lá e vê que é uma sex shop e já começa a desconfiar de algo, mas entra. Os dois Will se encontram lá dentro e descobrem que tem o mesmo nome WIll Grayson. E a partir deste momento de revelação as vidas deles mudam completamente. E essa mudança é relacionada advinhe por quem? Exatamente, do Tiny, a mudança aparece graças ao Tiny que troca um Wil Grayson por outro.

O grande problema do livro é que qualquer personagem co-protagonista, rouba facilmente o foco dos dois personagens principais. Principalmente Tiny Cooper. Ah, o que dizer deste personagem que acabo de conhecer e já considero tanto...


Tiny Cooper faz parte de um clube da escola, Aliança Gay-Hétero, onde a única pessoa hétero do grupo e Jane (Will não faz parte do clube), é engraçado, grande/forte/gordo, e escritor do musical Tiny Dancer. A história do musical é a vida do Tiny e a sua enorme lista de ex-namorados. O musical gera conflitos durante a história (mas para o leitor tenho certeza que irá gerar muita risada com as músicas, como por exemplo no trecho "Houve um tempo de neblina Em que eu pensei gostar de vagina" ou "Nunca mais hei de voltar À estrada heterossexual nesta vida") mas no final é uma declaração sobre amizade e amor. É como um resumo do que o livro pretendia passar. Tiny é o elo entre todos os personagens principais (os Will, Jane e seus amigos). Se eu pudesse fazer uma comparação, eu diria que o Tiny é como o Sol e os Wills o planeta Terra, para nós a Terra é o mais importante, mas sem o Sol não existiria vida. E por ter roubado o destaque do livro, eu posso até considerar o final do livro adequado.

Em suma o livro é bom, mas não é como se sua vida fosse mudar completamente após a leitura. Mas é uma leitura que pode mudar a sua vida dependendo da persperctiva. Foi um livro que me fez rir e muito. E talvez por isso eu possa até ter gostado, mas não é o tipo de livro que me faz ficar animado e falar sobre ele por horas.





"Você gosta de alguém que não pode retribuir seu amor porque é possível sobreviver ao amor não correspondido de uma forma que é impossível no caso do amor correspondido."

sábado, 31 de maio de 2014

Resenha: Êxtase.



 Sinopse:

Quando o amor desafia a deus e ao diabo, quais as chances de vencer?

Há seis milênios, o anjo Daniel Grigori e a mortal Lucinda Price se reencontram. Vida após vida, existência após existência, numa corrida contra o tempo e o destino para quebrar uma maldição esquecida. E poderem, finalmente, ficar juntos.

À sua maneira, cada um carrega um peso quase insurportável no coração. Daniel, o anjo imortal, deve assistir à morte da amada, a cada encarnação, sem poder revelar-lhe os segredos que a libertariam de um destino de dor e a conduziriam à luz e ao calor de seu amor. Para sempre.

Lucinda é assombrada por lembranças desconexas, medos irracionais e uma inabalável certeza: Daniel é o prêmio. Por ele, tudo, tudo vale a pena. Mas o caminho do verdadeiro amor não é feito de flores. E, mesmo com ajuda de asas, não pode ser percorrido com rapidez insensata. E nem pode apagar o passado... ou um relacionamento equivocado.

Depois de visitar todas as antigas "Luces" - do Egito dos faraós até a China imemorial, passando pela Itália e América primitiva-, ela agora está mais perto do que nunca do seu objetivo. Em nenhuma de suas outras vidas aprendeu tanto. Agora ela é forte. Precisa ser. Agora, ela e Daniel chegam ao final de sua provação.

Lucinda precisa recordar quem foi e o que realmente é para poder lutar sua última batalha. É sua última chance. Será que ela vai conseguir? Será que Luce e Daniel enfim ficarão juntos?



Resenha:

Luce finalmente começou a entender qual era o papel dela na história entre o céu, o inferno, e os anjos caídos. Mas esse papel não era tão simples quanto o imaginado por Luce ou pelos leitores. No último volume da saga, Luce não é apenas o amor de um anjo caído, ela é mais do que isso, e as escolhas dela são fundamentais para impedir os planos de Lúcifer e o futuro de toda a humanidade.

Tudo que Lucinda viveu nessa vida e nas outras foram uma preparação para o que estava por vir. A viagem pelos anunciadores abriram os olhos de Luce para o que ela deveria se lembrar, essa viagem a tornou forte e a fez perceber que tudo o que importaria era ter Daniel ao seu lado.

Êxtase teve mais ação, na minha opinião, do que os demais livros. E Luce não apenas tentava amar Daniel e entender o que levou eles a serem amaldiçoados. Ela tem um papel fundamental no futuro de todos, e está muito mais presente na história dos anjos caídos. E foi o fato dela ficar mais ativa nos acontecimentos da história que levou ela ao conhecimento e ao rompimento desta maldição. Além de ter muita mudança de cenários, que como no livro Paixão, também foram importantes na construção da história. Mas o mais incrível do livro inteiro, que foi uma surpresa, e será uma surpresa para quem ainda não leu: o primeiro encontro de Luce e Daniel.

Achei que o final foi muito bom e surpreendente, porém teve alguns pontos negativos, como por exemplo a falta de final para alguns personagens, na verdade de um personagem em especial: o Cam. Mas devemos levar em conta que é muito difícil terminar uma história de sucesso, e ainda agradar a todos. Por isso achei que a escolha da autora foi a certa, porque assim ela da para o leitor o poder de criar, de imaginar, o final de Luce e Daniel e de todos os outros personagens.

Até onde Luce iria para viver esse amor? Quem é o anjo que tem o poder de equilibrar a balança? Porque Lúcifer quer impedir a queda dos anjos? Como Luce e Daniel conseguirão quebrar essa maldição que já durou milênios? Quem serão os aliados e os inimigos de Daniel e Luce? O quanto o casal pagaria e deixaria para trás para viver esse amor? E esse amor é realmente maior que o céu e o inferno? Lucinda Price e Daniel Grigori irão finalmente conseguir viver esse amor?

Todas essas perguntas são respondidas em Êxtase, o último livro da saga Fallen.

" - Quer dizer que poderíamos roubar tudo de vocês… suas asas, sua força, sua imortalidade, que mesmo assim escolheriam seu amor?
De soslaio, Luce viu Ariane. As asas dela estavam dobradas atrás de si. As mãos estavam enfiadas nos bolsos do macacão. Ela assentiu de modo presunçoso, os lábios espremidos em satisfação, como se dissesse: Que diabos, sim, eles escolheriam. "

Lembrando que o primeiro filme já está sendo gravado e tem  previsão de estreia para 2015.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Resenha literária: Um porto seguro.

Quando comecei a ler o livro Um porto seguro do Nicholas Sparks, eu esperava encontrar como sempre, um casal que ia se apaixonar, que iram ter conflitos mas que no fim tudo iria acabar certo. Estava errado. O livro Um porto seguro, não é apenas sobre o amor, é sobre amizades, sobre como o medo pode nos paralisar e de como o amor nasce de uma amizade, a violência doméstica etc.O livro conta a história de Katie, uma jovem misteriosa que se muda para a pequena cidade de Southport na Carolina do Norte. A bonita e misteriosa Katie chama a atenção de todos na cidade, porque ela se mudou para lá sozinha, não tem amigos, nem família e evita contatos mais íntimos com as pessoas. Mas ela chama uma atenção especial de Alex, um viúvo dono de uma loja na cidade e pai de dois filhos. Ela também chama a atenção de sua nova vizinha Jo, que depois se tornam íntimas e é a primeira pessoa para quem Katie conta a sua história.

A história de Alex e Katie começa quando o filho mais velho dele cai em um acidente no lago e Alex vai salva-lo, e enquanto isso ocorre, ela fica tomando conta da filha mais nova dele. Alex fica agradecido e ainda mais encantado por ela. E depois de alguma idas a loja fazer compras, Katie e Alex se tornam "amigos". E num ceta vez Kristen, filha de Alex, convida Katie para ir a praia com eles, convite o qual ela não recusa. Chegando lá, eles tiveram um dia muito bom, mas que acaba quando Alex diz saber que ela foge de alguém e que já foi casada, e que ele sabe disse pois ela tem o hábito de rodar uma aliança que não esta no dedo dela. Ela fica abalada, pois fica parecendo que ele a investigou e que descobriu o seu grande mistério. E depois desse encontro, eles tiveram outro, que foi o primeiro encontro romântico deles.
Os únicos livros do Nicholas Sparks que eu li foi A última música e Diário de uma paixão, e ambos relatam uma história que já aconteceu, e algum personagem a está lembrando. Com Um porto seguro é diferente, ele conta uma história (a historia de Katie e Alex no presente) e nós vamos montando o passado dos personagens de acordo com o decorrer da história presente.

Na metade do livro quando já sabemos a verdadeira história de Katie, que na verdade se chama Erin, o autor nos mostra uma visão diferente da história dela, ele nos mostra a história do ponto de ista do seu ex-marido que é um alcoólatra que a batia. Ele acho que posso dizer assim, é um psicopata que acha que sua mulher é a culpada de tudo, mas por um outro lado ele mostra que também a ama, e disso nasce o conflito. E por fim o autor nos surpreende com uma narrativa, um suspense e revelações que deixará você em choque no final de tudo.


domingo, 14 de julho de 2013

After all this time?


O post de hoje é bom e ruim ao mesmo tem, estou aqui para falar de Harry Potter. Hoje dia 15 de julho faz dois anos desde a estreia do último filme da franquia Harry Potter. 

A história que narra as aventuras do bruxo Harry Potter foi escrito pela escritora JK Rowling que foi a primeira mulher a ficar milionária apenas com a venda de livros. Sendo assim da para imaginar o sucesso que a história fez em todo mundo. O sucesso é tanto que os livros da saga já foram traduzidos para mais de 67 idiomas. E para curiosidade, o livro da série que mais vendeu foi Harry Potter e a Pedra Filosofal com cerca de 120 milhões de cópias.


A história fez tamanho sucesso, não apenas por ser um livro bem escrito de literatura fantástica, mas também por abordar temas como amizades, ambição, escolhas, preconceitos, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte. E esses temas são tão gritantes na história, que no final tudo que permitiu que a história acontecesse foi a ambição de um contra o amor incondicional de outros. Referente ao tema morte, JK Rowling já disse em uma entrevista: "Os meus livros abordam bastante a morte. Começam com a morte dos pais de Harry. Há a obsessão de Voldemort em derrotar a morte e conquistar a imortalidade a qualquer preço [...]. Eu percebo porque é que Voldemort quer conquistar a morte. Todos nós temos medo dela." E o mais interessante que os livros não são sobre isso, não são aqueles tipos de livros que te impõe esses temas, o tema flui da história.


Mas claro, para a mente dos fãs tudo é uma maravilha, e na visão de muitos críticos também, mas nem todos tem a mesma opinião. Stephen King (escritor de livros como Carrie, a estranha) disse sobre os livros de Jk Rowling: "São livros que contém perspicaz história de mistério. Um feito do qual somente uma imaginação superior é capaz. Harry Potter passará pelo teste do tempo e irá para uma prateleira onde somente os melhores são mantidos [...]. Essa é uma série não só para uma década, mas para eras." E em contra partida o crítico literário, Harold Bloom, atacou o valor literário de Harry Potter, dizendo que a "Mente de Rowling é tão governada por clichês e metáforas mortas que ela não tem estilo de escrita."

O sucesso dos livros foi tamanho, que foram adaptados de uma forma brilhante para o cinema, e ao vender os direitos  de filmagem para a Warner, a maior exigência de Rowling foi que o elenco principal permanecesse estritamente britânico. Essa excelente adaptação ocorreu pois os roteiros de todos os filmes foram supervisionados pela escritora, as mudanças que ocorrem das páginas as telas se deram por conta de própria exigência do estilo cinematográfico. Além disso, todos os atores envolvidos na história são brilhantes, começando com a talentosa e brilhante Helena Bonham Carter que deu vida a vilã (que todos amam) Bellatrix Lestrange, o Alan Rickman que interpretou Severo Snape ( e o único que sabia que Snape seria o grande herói da história, isso porque a JK Rowling achou importante ele saber por causa do personagem), como Dumbledore temos Richard Harris (que também deu vida ao mago Gandalf na trilogia de o senhor dos anéis), Gary Oldman como Sirius Balck, a consagrada atriz Maggie Smith como Minerva McGomagall, e sem contar o famoso trio: Emma Watson, Daniel Radcliffe e Rupert Grint.
E como ocorreu com os livros, o sucesso dos filmes foi imenso, o lucro em cima dos filmes foi tão grande quantos dos livros, e todos os filmes estão dentro do top 40 de maiores bilheterias, sendo que, o último filme Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II (o qual faz dois anos hoje desde a sua estreia) é a quarta bilheteria do mundo.


A saudade é imensa, mas não é como se nós fãs estivéssemos sem a saga, quero dizer. Todos ainda lemos e vemos os filmes. Mas temos a saudade de esperar pelo próximo lançamento de filme e tudo mais. Harry Potter é a infância de muitos, nós crescemos juntos com os atores, vimos suas transformações. E nunca é fácil dizer adeus. E não queremos dizer adeus. É muito difícil pensar que não teremos novos livros ou filmes, porque eu sei que muitos como eu, passaram os últimos oito anos esperando um novo filme. Mas vocês lembram do que a JK Rowling disse na última premier? Nunca diga nunca. E com o Rupert chorando, a Emma disse "Não é o fim, nem por isso." E realmente não foi o fim, porque eu sei que como eu, muitos irão ler, reler e assistir inúmeras vezes os livros e filmes. Por que nós nunca teremos coragem de dizer adeus, ou que tudo acabou. E ainda existem aqueles que querem que  JK Rowling escreva um novo livro sobre a história do bruxo, mas não acho que essa ideia seja válida. Quero dizer, quando ela começou a escrever as história do Harry, ela já sabia que escreveria sete livros, um para cada ano do Harry em Hogwarts. Se ela escrevesse um Harry Potter 8 seria apenas por dinheiro e acho que perderia a verdadeira essência da história. Mas eu acho que ela deveria escrever um spin-oof (que é um termo que significa "o que deriva de algo") sobre a época dos Marotos em Hogwarts. E isso tudo é para dizer que ainda amamos Harry Potter e que Hogwarts sempre estará lá para aqueles que precisarem, basta abrir os livros.

E quando nós perguntarem se amamos Harry Potter depois de todo esse tempo, nossa resposta será:



R: Always.