sexta-feira, 19 de junho de 2015

Star Wars - Episode I - RACER

Mais um jogo da grande era da Nintendo, Star Wars Racer é um dos jogos mais fodas criado pelo homem. Ele foi lançado pela LucasArts para diversas plataforma como PC, Game Boy Colo, Dreamcast e nos últimos tempos chegou nos celulares iPhones.

Como o nome sugere, o jogo é baseado no filme Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma. Para quem não lembra, é nesse filme que o Anakin é apresentado e ele é um escravo que compete em Pod Racers. E Nesse jogo, você comanda um Pod Racer, e o objetivo é conseguir terminar o jogo, completando todas as fases, sendo que a última é com Sebulba (o inimigo de Anakin na corrida do primeiro filme).

Para jogar você tinha que entrar na cabine de pilotagem e escolher entre os vinte e três personagens disponíveis para competir. Tinha vinte e cinco pistas diferentes que ocorriam em oito planetas diferentes. Como todo jogo quanto maior era o número das fases mais difícil elas ficavam, e tinha umas que para um jogar meia boca, as paredes ficavam, podemos dizer, muito próximas. E a maioria das fases tinham atalhos para uma "trapaça" de vez em quando.

As naves que são um destaque nos filmes do Star Wars, e o Pod Racer ser um dos momentos mais legais dos filmes, foram bem representados com esse jogo. As naves tinham um medidor de destruição, e quando você batia muito com elas elas se destruíam. Além disso você conseguia mudar aerodinâmica das naves para um melhor desempenho. Cada personagem tinha a sua própria nave, e cada nave tinha sua velocidade, tração etc.

O gráfico dele deixa um pouco a desejar se comparado com o do Super Mario do último post (aqui), mas para quem gosta de corridas é um ótimo jogo. E não sei se estou bem lembrado, mas as turbinas das naves pesavam e você tinha que ficar equilibrando elas com o analógico (ou era eu que sempre fui ruim em jogos de corrida e não sabia jogar tão bem).

Além de ser um jogo incrível para se jogar sozinho, ele também possibilitava que se jogasse em multiplayers. Tinha uma sondtrack muito boa também e você conseguia alternar entre câmera em terceira pessoa e uma câmera dianteira.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Super Mario 64

Na primeira série de posts sobre games do blog, vamos ter que voltar alguns anos no tempo. Para quem nasceu em uma época em que a disputa pelo melhor console é bipolar (Playstation Vs Xbox), é difícil imaginar que a Nintendo já foi uma linha cobiçada de console. No início da minha infância, eu e  meus primos nos reuníamos em volta de uma TV e jogávamos Nintendo 64! Sim, nintendo! Era uma época em que existia locadoras de fitas para o nintendo, e nós alugávamos toda semana algum jogo. A linha do Mario (Mario Kart, Mario Tênis, Mario tudo) foi muito alugada por nós. 


O Super Mario 64, nós tinhamos, e nossa.... que jogo! Super Mario 64 foi o carro chefe da nintendo na época, e tinha vário motivos para ser. O jogo foi o primeiro relacionado ao Mario a ser 3D, e com essa simples mudança substituiu os clássicos obstáculos lineares pelos vastos mundos tridimensionais. Além de ter uma câmera que girava em torno do Mario aproximando e afastando, e ainda tinha em alguns casos a opção de primeira pessoa (GTA V não parece tão inovador agora não é mesmo? Brincadeira)

O jogo começa quando a princesa Peach convida Mario para comer um bolo. Quando ele chega no castelo descobre que Bowser chegou lá, e seus monstros roubaram as 120 estrelas mágicas do castelo e as esconderam em quadros.

O objetivo do jogo é coletar as estrelas para conseguir libertar a princesa. Elas eram ganhas depois de se explorar uma fase ou cumprir tarefas especiais. Eram o total de 120 estrelas, sendo apenas 70 necessária para chegar ao final do jogo. Para conseguir essas estrelas, você tinha que explorar cada fase ao máximo, pois cada uma delas tinham várias estrelas para serem ganhas (a de derrotar o chefão da fase, de coletar todas as moedas e assim por diante). As fases eram espalhadas por todo o castelo da princesa Peach, em quadros, esconderijos e lugares estratégicos, e cada fase era um mundo completo e podiam ser exploradas de diversas formas.

Em relação a movimentação do personagem, Mario que era e é característico por seus saltos, sofre acréssimos nesse movimento. No Super Mario 64, o encanador é capaz de realizar Salto comum, Salto duplo, salto triplo, salto reverso, salto mortal, salto em distância, ground pound (esmagar o chão) e pular em uma parede e usá-la como impulso para pular novamente, subindo ainda mais alto. E ainda tem os movimentos de ataque como soco, sequência de socos, pontapé, rasteira, deslizar e voadora. Além desse movimentos, Mario ainda podia contar com algumas ajudas quando se destruía determinados blocos. O Bloco Amarelo por exemplo, podia fornecer diversos itens valiosos como: moedas, cascos Koopa e até estrelas. O Bloco Vermelho fornecia o Wing Cap, o chapéu alado que permitia o Mario a voar. O Bloco Verde dava  a habilidade de um corpo metálico ao Mario, o que faz com que ele fique invencível podendo destruir os inimigos com um simples toque e permitia andar embaixo da água sem perda de energia. Por fim o Bloco Azul fazia o Mario ficar transparente e o torna imune a golpes de inimigos e também possa atravessar determinadas grades e paredes.






Em sua época de ouro Super Mario 64 ganhou diversos prêmios e honras de "Jogo do Ano".

quarta-feira, 20 de maio de 2015

TOP 5: Livros para chorar

5- O Menino do pijama listrado


Livro arrebatador narra a forma a construção da amizade de Shmuel e Bruno. A construção da história e o efeito dominó dos fatos que levam até  o final trágico é incrível. O livro é simples, bem escrito e com acontecimentos fortes que abalam os sentimentos do leitor.




"Qual era a diferença, exatamente?, ele se perguntou. E quem decidia quem usava os pijamas e quem usava os uniformes?"




4- Diário de uma paixão


Nenhum top de livros para chorar está completo sem algum livro do Rei do drama Nicholas Sparks. Acho que qualquer livro dele poderia estar aqui, na verdade o top 5 poderia ser formado só de livros dele. Mas Diário de uma Paixão é quase um clássico do drama atual, e emociona como qualquer história de amor verdadeiro. Mas deixo a dica de leitura para Um Porto Seguro (resenha aqui) que é um livro mais completo e que também pode te fazer chorar.

"Entretanto tinha se apaixonado uma vez, uma única vez, muito tempo atrás; isso o mudara para sempre. O amor perfeito faz isso com as pessoas, e aquele tinha sido perfeito."

3- As vantagens de ser invisível

Eu tenho uma queda por personagens problemáticos que não sabem o que fazer e se descobre com outros personagens. O Charlie de As vantagens de ser invisível é assim, e sua narração simples e ingênua emociona qualquer um. O modo como ele se descobre, descobre seus sentimentos e o modo como ele ama, é simplesmente bonito. As páginas de seu diário irá você se apaixaonar a cada linha pelo Charlie, Sam e Patrick.

"Então essa é minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim."





2- Quem é você, Alasca?


Alasca Young é a personagem mais marcante do John Green. E o livro que leva o seu nome sem dúvidas é o melhor livro do autor. Cheio de filosofia sobre vida e morte e o que fazemos de nossas vidas, este livro tem um grande acontecimento que com toda certeza irá te fazer chorar. Talvez esse livro emocione apenas alguns, mas aqui cito outro livro do autor "a dor, ela precisa ser sentida."

"Você ama a garota que faz você rir, que vê filmes pornográficos e bebe com você. Mas não a garota tristonha, mal-humorada, maluca."





1- A menina que roubava livros

Em uma ficção sobre o holocausto, o fundo histórico do livro já é um banquete para se emocionar. O livro que é narrado pela morte e foi ,pelo menos para mim, o livro mais emocionalmente marcante. Os acontecimentos finais que chegam em forma de um desfile faz qualquer um chorar de soluçar (não que tenha acontecido comigo).

"Ousada e luminosa, a trilogia de felicidade perduraria por todo o verão e parte do outono. E, então, seria levada a um fim abrupto, porque o resplendor iluminou o caminho para o sofrimento.Tempos difíceis estavam por vir.Como um desfile."

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conheça Teen Wolf!

Se você é assim como eu é um série maníaco e sempre está começando séries novas, você é obrigado a assistir Teen Wolf. Comecei a assistir a série no final do ano passado, as quatro temporadas concluídas são curtas, apenas a terceira tem vinte e três episódios, as outras tem doze.


A série  teve início em 2011 com um sucesso enorme e acompanha a vida de Scott Mccall e de seus amigos e inimigos, tem início após Scott ter sido mordido por um lobisomem e acaba se transformando. A série que aborda o tema sobrenatural de uma forma bem diferente e apesar de ter como lobisomens como tema principal, não temos vampiros (ainda eu acho). Mas exitem outras centenas de seres, coiotes, banshee, kanima, kitsune, temos também caçadores entre outros. O legal de teen wolf é isso, a série mistura várias mitologias de diferentes origens juntam tudo e da certo.

Os efeitos especiais no início são bem podres confesso, e foi um dos motivos que me fez demorar para acabar a primeira temporada, e agora eles estão melhorando mas ainda longe do ideal. Mas a qualidade dos efeitos, não tira a qualidade dos atores que são um talento a parte. Todos os atores sem excluir nenhum são um show aos olhos, com destaque ao Dylan O'Brien (que sempre que eu puder falar dele e da Kaya Scodelario eu irei falar) que interpreta o melhor amigo do Scott, Stiles que apesar de humano, na terceira temporada é possuído por uma espécie de demonio após uma esperiência de quase morte; a linda Holland Roden que interpreta Lydia a Benshee, Crystal Reed que deu vida a Allison Argent que é uma das melhores personagens das séries que eu assisto e por fim os novatos no elenco Shelley Henning, Arden Cho e Dylan Sprayberry que dão vida a Malia, Kira e Liam.

Se qualquer trabalho pode se tornar bom com um grande elenco, quando se tem um enredo bom trabalhado fica ainda melhor. E é o caso de teen wolf, cada temporada gira em torno de uma trama em especial, e nos finais de cada temporada, vai dando corda para o que vai acontecer na próxima apesar de o conflito ter sido resolvido. A história é bem consistente e envolve facilmente quem assiste, mas como nem tudo são rosas exitem alguns pequenos problemas. Não digo o que direi a seguir por ter coração shipp destruído de inúmeras maneiras após o fim da terceira temporada, digo porque me deixou bem insatisfeito. Alguns personagens mortos (que julgávamos mortos) voltam, ok legal, mas personagens legais e importantes morrem (e não voltam), é um absurdo. E o pior é que um desses vilões está vivo e sumiu da série. E esse é um outro problema, alguns personagens simplesmente somem em determinada parte da trama e ok, ninguém se importa mais. E alguns tinham até uma história interessante para ser abordada, deixa o telespectador com vontade de saber mais, mas você não vai saber mais. As reclamações param por aqui. A vida de quem assiste séries não é fácil, e algumas coisas temos de engolir e seguir em frente.

Na última temporada os personagens principais passam todos os doze episódios tentando sobreviver e ajudar os outros, após um evento, a cidade de Beacon Hills se tornou um grande centro de séres sobrenaturais que são atraídos para a cidade. E alguém (que no final da temporada descobrimos quem, mas eu não darei spoiler) cria uma lista com todos os seres sobrenaturais da cidade com o valor de suas vidas. Uma caçada aos seres começa, e os personagens principais além de tentar sobreviver tem ainda de parar todos os assassinos de aluguel e os amadores. As duas últimas temporadas em especial são a cada episódio um tapa na cara ( de modos bons ou ruins) e cada episódio tm tanta coisa acontecendo que o seu coração não consegue sair da boca. E como se não bastase você sofrer a temporada toda, na season finale você vai precisar de ajuda para levantar do sofá.

A quinta temporada está prevista para voltar em junho, pois o Dylan O'Brien estava gravando a sequência de Maze Runner, e terá pelo o que eu vi vinte episódios. Até lá da tempo para vocês assistirem as outras quatro temporadas e sofrer um pouco. Porque se você assiste séries e não sofre você está fazendo isso de forma errada.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O Escaravelho do Diabo ganha adaptação para o cinema

Vivemos numa onde enorme de adaptações literária para o cinema, as vezes temos o desprazer de uma história como 50 tons de cinza arrecadar milhões, mas na maioria das vezes temos essas pequenas surpresas de histórias que se tornam filmes e isso é fantástico, e O Escaravelho do Diabo é um desses.

O livro é um romance policial de 1972 escrito por Lúcia Machado de Almeida o livro conta a história de uma investigação sobre um serial killer que antes de matar suas vítimas mandava para elas um escaravelho. Todas as vítimas tem algo em comum: são ruivas, e como dito nos livros, um ruivo cor de fogo. O Escaravelho do Diabo, não é o primeiro livro brasileiro que é adaptado ao cinema, recentemente O menino no espelho de Fernando Sabino também ganhou filme, e contou com eleco de peso com Mateus Solano, Regiane Alves, Gisele Fróes, e os mirins Giovanna Rispoli e Lino Facioli (que atua em nada mais nada menos na série Game Of Thrones, ele é Robert Arryn.)

É um livro curto com um pouco mais de cem páginas e é muito interessante, Alberto, irmão de uma das vítimas do "Inseto" (apelido dado ao serial killer) junto com o inspetor Pimental começam a investigar o caso e Alberto consegue até salvar uma das vítimas. O livro corre de uma maneira muito agradável, e pelo o que me lembro foi o primeiro livro que li que o final foi inesperado.

Eu o li a muito tempo atrás, e fiquei muito contente com a notícia de que ele chegará as telonas. O filme contará com Marcus Caruso como o inspetor Pimentel, Jonas Bloch e outros nomes e ainda com um roteiro um pouco diferente da história do livro. No livro Alberto tem vinte anos e estuda medicina, na adaptação Alberto tem treze anos, não podemos julgar antes de ver o trabalho pronto, mas, será que esse fato não deixará o filme muito teen? Nada contra, pode até dar certo e surpreender, mas eu como fã desse livro, sempre imaginei algo mais darkness. E quero ver como vai ser essa parceria de investigação de um quase senhor com uma criança, investigação essa que pelo menos nos livros chega a ser macabra. E e outra, nos livros Alberto consegue mais pistas sobre a investigação após se apaixonar, estou realmente curioso para ver como o diretor e os roteiristas trabalharam nessas mudanças.

Imagem de divulgação.

O Escravelho do Diabo é um clássico da literatura infantojuvenil, e chega ao cinema dirigido pelo estreante Carlo Milani e com algumas mudanças sobre a história original. A previsão é que o filme entre nos circuitos até o final desse ano, e eu não vejo a hora do lançamento desse filme.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

TOP 5: Atrizes negras em séries



5- Kat Graham

Atriz, cantora e dançarina, Kat Graham atualmente interpreta Bonnie Bennett na série The vampire Diaries. Ela começou a carreira cedo e fez pequenas participações em diversas séries da Disney e foi atriz recorrente em Hannah Montana. Como cantora,além de ter seus próprios singles, Kat também fez participações em músicas com Will.I.Am e Snoop Dogg. Obviamente ela está no top cinco pela personagem Bonnie, que desde a última temporada sofre igual uma condenada para ajudar os outros e emociona todo mundo. E foi com a personagem Bonnie que Kat Graham ganhou em 2011 o prêmio de Best Female Stealer no Teen Choice Awards.




4- Danai Gurira

Antes de dar vida para a personagem Michonne em The Walking Dead, Danai em 2007 atuou no filme The Visitor e ganhou o Method Fest Film Festival de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela fez várias outras aparições em séries até que em 2009 estreou na Broadway no espetáculo Wilson's Play. E um ano depois ganhou um papel recorrente na série original da HBO Treme. Agora como Michonne, ela dá um show de atuação com a sua katana e com o drama que gira em torno da personagem. Apesar de não ter ganhado nem prêmio com a personagem, Danai é puro talento na série e não se tem o que discutir.


 3- Uzo Aduba

Uzo Aduba, é um dos grandes talentos revelados ao mundo através da série original da Netflix Orange Is The New Black. Na série ela interpreta Susanne Warren, a Crazy Eyes que tem um amor platônico pela personagem principal, a Piper. Sua personagem é incrível ela é tão engraçada e espontânea, que se tornou uma das personagens mais queridas da série. Quem que assite a série não chorou de rir com o poema que a Crazy Eyes faz para a Piper "Antes de te encontrar o sol era uma uva amarela. Mas agora, ele parece fogo no céu. Por que? Porque você acende o fogo dentro de mim."

O seu talento e carisma é indiscutível, Crazy Eyes deu para a atriz o prêmio de Melhor atriz  em Série de Comédia no Emmy Awards e Melhor atriz de série cômica no SAG Awards, em 2014 e 2015 respectivamente.




2- Angela Bassett

Ganhadora de dois prêmios NAACP Image Award de Melhor Atriz no Cinema e um Globo de Ouro de Melhor atriz em comédia ou musical pelo filme Tina, o qual foi indicada ao Oscar de melhor atriz. Angela tem um currículo extenso e é a atriz mais experiete desse top cinco. Atualmente ela atuou em duas temporadas da série American Horror Story, série escrita por Ryan Murphy (o mesmo escritor de Glee). Na terceira temporada da série que abordava o tema bruxas, Angela interpretou Marie Laveau, uma bruxa negra conhecida como a Rainha do Voodu. E junto com Jessica Lange, a bruxa Suprema, Angela da um show para proteger o clã de bruxas de caçadores.

Na quarta e última temporada, ela deu vida a Desiree Dupree. Uma mulher de três seios e que supostamente era hermafrodita. Apesar de nessa temproa ela não ter tanto destaque, em Freak Show, ela da um show de caracterização e mostra uma nova face como atriz.



1- Danielle Brooks

Talvez vocês poderão pensar "ah nada a ver a Danielle em primeiro lugar, as outras tem mais destaque...", pode ser verdade, mas eu coloquei ela em primeiro lugar por ser uma enorme revelação. Ela também faz parte do elenco de Orange Is The New Black, alías a série tm um elenco negro tão bom e talentoso que eu poderia ter feito esse top cinco só com atrizes de lá. Danielle Broks é Taystee na série, e deve ser uma das personagens mais engraçadas de todas, ela tem uns trejeitos engraçados, fala de forma engraçada e é um achado pro humor. E o trabalho da atriz na série é um dos motivos que você tem para assistir Orange Is The New Black.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Comunidade LGBT em séries (Looking e OITNB)

Acho que a maioria das séries tem algum personagem gay ou lésbica, pretty little liars, The Originals, The Vampire Diaries, The Walking Dead, Teen Wolf e por ai vai. Mas Looking e Orange Is The New Black são em especiais séries que abordam de forma mais profunda o universo gay e lésbico. Esse post é para comparar o que tem o que não tem em cada série e também é uma sugestão para que se você não assiste, se interesar e assistir.

A trama de Looking gira em torno de três amigos gays e vivem em São Francisco. Cada um está em uma fase da vida e vivem dramas completamente diferentes. Patrick é um designe de games com 26 anos, que nunca teve um relacionamento duradouro, Augustin é um artista de 31 anos que tem um relacionamento que está entrando na rotina e ele com o seu namorado tentam crescer no relacionamento, e por fim Dom um garçom de  40 anos que vive a crise da meia idade. A série original da HBO  que teve o início da segunda temporada este ano, contém poucos episódios (a primeira temporada tem apenas oito), e é um drama curto e leve para acompanhar.

Orange Is The New Black é por sua vez um sucesso mundial, original da Netflix e baseada no livro de mesmo nome, a série conta o cotidiano de um presídio feminino. O tema principal da série não é o "mundo lésbico", mas o tema está sempre presente. Exitem os casais o sexo e tudo mais. E trata o tema com muito humor e quebra tabus.


Looking trata o tema com drama, Orange Is The New Black com humor. São dois mundos diferentes que se complementam de certa forma. Em OITNB, sexo é sexo e até mostra em algumas cenas orgão genital mas nada apelativo, em Loking, que tem mais cenas de sexo que oitnb, não mostra órgãos mas as cenas são mais "pesadas".

Cada episódio de looking termina de repente, o que te faz querer ver o próximo, oitnb termina cada episódio em uma situação quase ou até cômica o que  também te faz querer ver o próximo episódio. Tanto a netflix quanto a HBO tem como características em suas séries temporadas curtas, mas looking ganha com apenas oito (o que para mim é um absurdo).

Eu particularmente gosto mais de drama do que de comédia, por isso eu tenho looking me agrada muito, além da série ter uma ótima trilha sonora e uma fotografia linda. Mas em contra partida, OITNB tem personagens mais cativantes e abordam situações ao máximo. OITNB apesar de ser baseada no livro e que por sua vez são memórias da autora Piper Kerman, tem algumas situações pouco reais, enquanto em looking a trama gira como a vida, as vezes acontecem coisas incríveis e as vezes não.

Orange Is The New Black tem abertura e Looking não, e a abertura da série é um bônus onde mostra vários rostos de detentas reais e isso é muito legal. OITNB também aborda as dificuldades dos diferentes tipos de mulher como negras, brancas, asiáticas, idosas, latinas e até transsexuais. Looking perde por isso, os únicos personagens que temos são os principais, isso não é de todo o ruim, mas oitnb tem esse leque mais amplo e é bom. 

A verdade é que é difícil fazer uma comparação muito aprofundada entre essas série porque Looking está mais pra Girls ou Sex and City, por ser uma série sobre cotidiano numa cidade e tal. Looking é uma série muito nova, e ainda terá que mostra para o que veio, enquanto orange is the new black conseguiu o seu espaço desde a primeira temporada.

LOOKING

pontos positivos:

- Ótima história;
- Drama na medida certa;
- Shipps pra todo lado;
- Personagens profundos;
- Trilha sonora;
- Diversidade racial;
- Elenco secundário forte;
- Fotografia.

pontos negativos:

- Temporadas curtas
- Pouca profundidade nas situações abordadas;
- Trata o cotidiano gay muito no submundo.




ORANGE IS THE NEW BLACK

pontos positivos:

- Cast fantástico;
- Comédia e drama na medida certa;
- Personagens cativantes e bem construídos;
- Trilha sonora;
- Flashbacks explicando como cada mulher foi presa;
- Aborda o cotidiano em um presidio feminino de forma leve;
 - História sobre mulheres feitas por mulheres.

pontos negativos:

- situações pouco reais;
- alguns estereótipos raciais (que faz parte do humor e tal eu entendo mas as vezes não me agrada. Exemplo: A mulher negra sempre tem que falar alto.)
- Não saber o que va acontecer e nem torcer muito para as personagens porque no fim das contas elas estão presas.