quinta-feira, 16 de julho de 2015

TOP 5 - Cenas Romione

5- Rony na enfermaria em HP6: Essa cena acontece após o Rony beber um vinho envenenado que era para matar Dumbledor. Graças ao Harry e ao Príncipe Mestiço que ajuda o Harry no trato de poções Rony sobrevive. Essa cena Romione é muito bonita porque nessa parte da história Rony esta namorando a Lilá, mas ao estar hospitalizado é pela Hermione que ele chama. 
4- Vomitando Lesmas: Em Harry Potter e a Câmara Secreta temos duas cenas Romione, a escolhida para o top 4 foi a que o Rony tenta jogar um feitiço no Malfoy por ele ter insultado a Hermione. Mas temos uma cena quase no fim do filme que também faz o coração shipper tremer. Que quando a Hermione acorda após ter sido petrificada e entra correndo no salão, Rony e Harry ficam muito felizes ao ver a amiga, Harry abraça a Hermione mas o Rony só comprimenta com um apertar de mãos. Apesar de "normal" essa segunda cena é também muito bonita.
3- O Baile de Inverno: O filme do Cálice de Fogo é dono de uma das sequências de cenas mais bonitas de toda a saga. E é graças ao Baile de Inverno que temos cenas lindas e claro, uma cena Romione muito marcante. Após Hermione chegar acompanhada de Victor Krum, o ciúmes fica estampado na cara do Rony e ao chegar no fim do Baile o casal briga feio. Rony diz que o outro bruxo só quer se aproveitar da Hermione e que ela esta confraternizando com o inimigo. Hermione por sua vez fica brava e começa a brigar com ele e sobra até para o coitado do Harry. E em lágrimas Hermione solta a frase "Da próxima vez me convide antes que outro garoto" o que deixa muito claro que ela esperava ser convidada pelo Rony. 
 
                                                                                           


2- Hermione sendo torturada: A cena mais forte do top 5 é essa. Na reta final da história o trio (Rony, Hermione e Harry) são capturados por Belatrix. E sobra para a coitada da Hermione ser torturada por respostas, a cena chocante conta com gritos de dor da personagem enquanto a bruxa má escreve em seu braço "sangue ruim". Já no finalzinho dessa cena o Rony entra correndo e gritando tentando salvar a até então amiga.





1- O beijo: Obviamente em primeiro lugar tem que ser o tão esperado beijo Romione. No cinema acho que foi a cena que mais teve aplausos porque todos estávamos esperando esse momento. O momento em que os personagens finalmente se entregam. O momentos "YES!". O momento de êxtase, em que finalmente temos o primeiro beijo do casal!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Estreia: Cidades de Papel

Margo Roth Spiegelman é o milagre na vida de Quentin. E no decorrer da história de Cidades de Papel talvez você não entenderá o porque. Quando eu li o livro eu demorei para entender, e o filme provavelmente fará você refletir sobre sua história antes de você entender. Mas Margo Roth Spiegelman é um milagre mesmo isso sendo negado no final do filme.
O filme que conta com a narrativa do Quentin, conta como Margo Roth Spiegelman foi uma vaca (desculpa). A personagem da Cara, leva Quentin para dentro do seu grande mistério de existência, e ele bobo romântico entra de cabeça nessa aventura. 
O grande problema do filme na minha opinião é a Cara Delevingne que é mais modelo que atriz. Em alguns momentos falta o que a Margo deveria ter, apesar de ter a beleza quase cruel que a personagem merecia. Mas esse "problema" fica de lado quando ela atua com Nat Wolf, que com uma atuação simples convence na tela de que é uma adolescente comum de classe média.
O filme é lindo de morrer com frases marcantes, aventuras, romance, e muito humor. E o elenco secundário é tão importante e bom quanto um dos lados do "casal" principal e surpreendeu muito. E além de ter esse elenco jovem notável, o filme conta com diversas referências ao mundo da cultura pop (como por exemplo Game Of Thrones e Pokemon). Se Cidades de Papel já é tudo isso, uma participação especial no meio do filme vai agregar um valor ao filme.
Mas por favor, não vão assistir o filme esperando uma vero semelhança com o livro. Porque apesar de ter quase todo o livro ali, pelo o que me lembro do livro porque faz tempo que o li, o mais importante foi modificado. O final do filme nada tem de parecido com o do livro, não cheguei a conclusão de que isso foi bom ou ruim, mas tirou o meu pensamento de "Margo sua vaca" (desculpa de novo) da minha mente. No livro você meio que sente que o Quentin teve o coração quebrado pela Margo, já no filme não. O próprio John Green disse que o filme Cidades de Papel é de certa forma melhor que o livro Cidades de Papel, e acho que tenho de concordar com ele. Ao terminar a leitura do livro, eu fiquei sentindo falta de algo que não sei explicar o que era, mas quando o filme acabou senti que não faltou nada.
Cidades de Papel da conta com uma comédia dramática romântica transmitir uma mensagem positiva sobre amizade, descoberta, e entrega. Quem nunca entrou num relacionamento onde você se entregou mais que o outro? Quem depois de ter o coração partido não teve apoio de amigos? Quem nunca teve uma Margo Roth Spiegelman para quebrar o seu coração?

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Resenha: Maze Runner - Correr ou Morrer

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.Resenha: Eu assisti ao filme antes de ler o livro, eu sabia o que me esperava. E mesmo assim foi uma leitura que valeu a pena.

 
Resenha: O primeiro livro da  série, Correr ou Morrer se passa todo dentro de um labirinto onde todo mês um novo garoto é enviado para dentro dele com toda a sua memória apagada. Porém ele começa quando o último garoto, Thomas é enviado, e a partir desse momento é que a vida de quem já morava lá dentro começa a mudar. Os garotos que se chamam de Clareanos por viverem em uma clareira no centro do labirinto vivem até até em então uma rotina de medo. E todos os dias Corredores são enviados para dentro do labirinto com a missão de desvenda-lo. Mas sempre antes da noite chegar eles voltam, pois com o escurecer chegam horrores misteriosos. Com a chegada de Thomas muitas coisas começam a mudar, e conflitos internos começam a atingir o convívio entre os garotos.
 
 
O primeiro grande erro, talvez, seja o fato do livro ser narrado em terceira pessoa. Porque em muito momentos o escritor se pega detalhando muito o que o Thomas sente (como é ter a memória apagada, o medo do labirinto, sentimentos internos etc) e isso seria melhor explorado em uma narração em primeira pessoa. Até porque, a história nunca sai do Thomas, então não tem a necessidade dela ser em terceira pessoa. Thomas ser o personagem principal e o livro ser em terceira pessoa não ajuda em nada. Como narrado em terceira pessoa você fica esperando saber o que está acontecendo com os outros Clareanos. Além de atrapalhar na hora de ter uma profundidade emocional, mas não no suspense.
 
Não sei se é porque eu sabia mais ou menos como a história seria por já ter visto o filme (provavelmente sim), muitas partes são enroladas e quase chegam a ser chatas. E o que salva os acontecimentos do livro, é o despertar da Teresa. Ela deixa o livro muito mais atrativo (ela e o Thomas tem uma habilidade muito foda que deveria ter sido explorada no filme).
 
A divisão da história em Correr ou Morrer tem um time muito bom. Os capítulos são do tamanho perfeito. O que para o momento em que você tem de parar a leitura ajuda muito. Os problemas que Thomas enfrenta no passar da história apesar de supostamente difíceis, eu achei que a solução se apresentava muito rápido e que o Thomas foi meio que um bad ass resolvendo. Mas que ao analisar o motivo dele ter sido enviado ao labirinto faz sentido.

O livro conta com vários mistérios para serem desvendados, e até o final conseguimos algumas respostas. Mas outras chegam para ocupar aquele lugar, o que é bom para uma história que conta com outros livros. E esses mistérios levam até a sequência de acontecimentos finais, que não parecem em nada com o filme, é de parar corações e vai te deixar "preciso do Prova de Fogo agora!"

Tenho certeza que se eu não tivesse visto o filme antes, teria sido uma outra leitura e muito melhor. Porque Maze Runner tem tudo o que um livro precisa para ser bom.








"Lembram-se do que a garota escreveu no braço antes de perder a memória? A única coisa a que ela decidiu se prender? CRUEL é bom."

 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Star Wars - Episode I - RACER

Mais um jogo da grande era da Nintendo, Star Wars Racer é um dos jogos mais fodas criado pelo homem. Ele foi lançado pela LucasArts para diversas plataforma como PC, Game Boy Colo, Dreamcast e nos últimos tempos chegou nos celulares iPhones.

Como o nome sugere, o jogo é baseado no filme Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma. Para quem não lembra, é nesse filme que o Anakin é apresentado e ele é um escravo que compete em Pod Racers. E Nesse jogo, você comanda um Pod Racer, e o objetivo é conseguir terminar o jogo, completando todas as fases, sendo que a última é com Sebulba (o inimigo de Anakin na corrida do primeiro filme).

Para jogar você tinha que entrar na cabine de pilotagem e escolher entre os vinte e três personagens disponíveis para competir. Tinha vinte e cinco pistas diferentes que ocorriam em oito planetas diferentes. Como todo jogo quanto maior era o número das fases mais difícil elas ficavam, e tinha umas que para um jogar meia boca, as paredes ficavam, podemos dizer, muito próximas. E a maioria das fases tinham atalhos para uma "trapaça" de vez em quando.

As naves que são um destaque nos filmes do Star Wars, e o Pod Racer ser um dos momentos mais legais dos filmes, foram bem representados com esse jogo. As naves tinham um medidor de destruição, e quando você batia muito com elas elas se destruíam. Além disso você conseguia mudar aerodinâmica das naves para um melhor desempenho. Cada personagem tinha a sua própria nave, e cada nave tinha sua velocidade, tração etc.

O gráfico dele deixa um pouco a desejar se comparado com o do Super Mario do último post (aqui), mas para quem gosta de corridas é um ótimo jogo. E não sei se estou bem lembrado, mas as turbinas das naves pesavam e você tinha que ficar equilibrando elas com o analógico (ou era eu que sempre fui ruim em jogos de corrida e não sabia jogar tão bem).

Além de ser um jogo incrível para se jogar sozinho, ele também possibilitava que se jogasse em multiplayers. Tinha uma sondtrack muito boa também e você conseguia alternar entre câmera em terceira pessoa e uma câmera dianteira.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Super Mario 64

Na primeira série de posts sobre games do blog, vamos ter que voltar alguns anos no tempo. Para quem nasceu em uma época em que a disputa pelo melhor console é bipolar (Playstation Vs Xbox), é difícil imaginar que a Nintendo já foi uma linha cobiçada de console. No início da minha infância, eu e  meus primos nos reuníamos em volta de uma TV e jogávamos Nintendo 64! Sim, nintendo! Era uma época em que existia locadoras de fitas para o nintendo, e nós alugávamos toda semana algum jogo. A linha do Mario (Mario Kart, Mario Tênis, Mario tudo) foi muito alugada por nós. 


O Super Mario 64, nós tinhamos, e nossa.... que jogo! Super Mario 64 foi o carro chefe da nintendo na época, e tinha vário motivos para ser. O jogo foi o primeiro relacionado ao Mario a ser 3D, e com essa simples mudança substituiu os clássicos obstáculos lineares pelos vastos mundos tridimensionais. Além de ter uma câmera que girava em torno do Mario aproximando e afastando, e ainda tinha em alguns casos a opção de primeira pessoa (GTA V não parece tão inovador agora não é mesmo? Brincadeira)

O jogo começa quando a princesa Peach convida Mario para comer um bolo. Quando ele chega no castelo descobre que Bowser chegou lá, e seus monstros roubaram as 120 estrelas mágicas do castelo e as esconderam em quadros.

O objetivo do jogo é coletar as estrelas para conseguir libertar a princesa. Elas eram ganhas depois de se explorar uma fase ou cumprir tarefas especiais. Eram o total de 120 estrelas, sendo apenas 70 necessária para chegar ao final do jogo. Para conseguir essas estrelas, você tinha que explorar cada fase ao máximo, pois cada uma delas tinham várias estrelas para serem ganhas (a de derrotar o chefão da fase, de coletar todas as moedas e assim por diante). As fases eram espalhadas por todo o castelo da princesa Peach, em quadros, esconderijos e lugares estratégicos, e cada fase era um mundo completo e podiam ser exploradas de diversas formas.

Em relação a movimentação do personagem, Mario que era e é característico por seus saltos, sofre acréssimos nesse movimento. No Super Mario 64, o encanador é capaz de realizar Salto comum, Salto duplo, salto triplo, salto reverso, salto mortal, salto em distância, ground pound (esmagar o chão) e pular em uma parede e usá-la como impulso para pular novamente, subindo ainda mais alto. E ainda tem os movimentos de ataque como soco, sequência de socos, pontapé, rasteira, deslizar e voadora. Além desse movimentos, Mario ainda podia contar com algumas ajudas quando se destruía determinados blocos. O Bloco Amarelo por exemplo, podia fornecer diversos itens valiosos como: moedas, cascos Koopa e até estrelas. O Bloco Vermelho fornecia o Wing Cap, o chapéu alado que permitia o Mario a voar. O Bloco Verde dava  a habilidade de um corpo metálico ao Mario, o que faz com que ele fique invencível podendo destruir os inimigos com um simples toque e permitia andar embaixo da água sem perda de energia. Por fim o Bloco Azul fazia o Mario ficar transparente e o torna imune a golpes de inimigos e também possa atravessar determinadas grades e paredes.






Em sua época de ouro Super Mario 64 ganhou diversos prêmios e honras de "Jogo do Ano".

quarta-feira, 20 de maio de 2015

TOP 5: Livros para chorar

5- O Menino do pijama listrado


Livro arrebatador narra a forma a construção da amizade de Shmuel e Bruno. A construção da história e o efeito dominó dos fatos que levam até  o final trágico é incrível. O livro é simples, bem escrito e com acontecimentos fortes que abalam os sentimentos do leitor.




"Qual era a diferença, exatamente?, ele se perguntou. E quem decidia quem usava os pijamas e quem usava os uniformes?"




4- Diário de uma paixão


Nenhum top de livros para chorar está completo sem algum livro do Rei do drama Nicholas Sparks. Acho que qualquer livro dele poderia estar aqui, na verdade o top 5 poderia ser formado só de livros dele. Mas Diário de uma Paixão é quase um clássico do drama atual, e emociona como qualquer história de amor verdadeiro. Mas deixo a dica de leitura para Um Porto Seguro (resenha aqui) que é um livro mais completo e que também pode te fazer chorar.

"Entretanto tinha se apaixonado uma vez, uma única vez, muito tempo atrás; isso o mudara para sempre. O amor perfeito faz isso com as pessoas, e aquele tinha sido perfeito."

3- As vantagens de ser invisível

Eu tenho uma queda por personagens problemáticos que não sabem o que fazer e se descobre com outros personagens. O Charlie de As vantagens de ser invisível é assim, e sua narração simples e ingênua emociona qualquer um. O modo como ele se descobre, descobre seus sentimentos e o modo como ele ama, é simplesmente bonito. As páginas de seu diário irá você se apaixaonar a cada linha pelo Charlie, Sam e Patrick.

"Então essa é minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim."





2- Quem é você, Alasca?


Alasca Young é a personagem mais marcante do John Green. E o livro que leva o seu nome sem dúvidas é o melhor livro do autor. Cheio de filosofia sobre vida e morte e o que fazemos de nossas vidas, este livro tem um grande acontecimento que com toda certeza irá te fazer chorar. Talvez esse livro emocione apenas alguns, mas aqui cito outro livro do autor "a dor, ela precisa ser sentida."

"Você ama a garota que faz você rir, que vê filmes pornográficos e bebe com você. Mas não a garota tristonha, mal-humorada, maluca."





1- A menina que roubava livros

Em uma ficção sobre o holocausto, o fundo histórico do livro já é um banquete para se emocionar. O livro que é narrado pela morte e foi ,pelo menos para mim, o livro mais emocionalmente marcante. Os acontecimentos finais que chegam em forma de um desfile faz qualquer um chorar de soluçar (não que tenha acontecido comigo).

"Ousada e luminosa, a trilogia de felicidade perduraria por todo o verão e parte do outono. E, então, seria levada a um fim abrupto, porque o resplendor iluminou o caminho para o sofrimento.Tempos difíceis estavam por vir.Como um desfile."

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Conheça Teen Wolf!

Se você é assim como eu é um série maníaco e sempre está começando séries novas, você é obrigado a assistir Teen Wolf. Comecei a assistir a série no final do ano passado, as quatro temporadas concluídas são curtas, apenas a terceira tem vinte e três episódios, as outras tem doze.


A série  teve início em 2011 com um sucesso enorme e acompanha a vida de Scott Mccall e de seus amigos e inimigos, tem início após Scott ter sido mordido por um lobisomem e acaba se transformando. A série que aborda o tema sobrenatural de uma forma bem diferente e apesar de ter como lobisomens como tema principal, não temos vampiros (ainda eu acho). Mas exitem outras centenas de seres, coiotes, banshee, kanima, kitsune, temos também caçadores entre outros. O legal de teen wolf é isso, a série mistura várias mitologias de diferentes origens juntam tudo e da certo.

Os efeitos especiais no início são bem podres confesso, e foi um dos motivos que me fez demorar para acabar a primeira temporada, e agora eles estão melhorando mas ainda longe do ideal. Mas a qualidade dos efeitos, não tira a qualidade dos atores que são um talento a parte. Todos os atores sem excluir nenhum são um show aos olhos, com destaque ao Dylan O'Brien (que sempre que eu puder falar dele e da Kaya Scodelario eu irei falar) que interpreta o melhor amigo do Scott, Stiles que apesar de humano, na terceira temporada é possuído por uma espécie de demonio após uma esperiência de quase morte; a linda Holland Roden que interpreta Lydia a Benshee, Crystal Reed que deu vida a Allison Argent que é uma das melhores personagens das séries que eu assisto e por fim os novatos no elenco Shelley Henning, Arden Cho e Dylan Sprayberry que dão vida a Malia, Kira e Liam.

Se qualquer trabalho pode se tornar bom com um grande elenco, quando se tem um enredo bom trabalhado fica ainda melhor. E é o caso de teen wolf, cada temporada gira em torno de uma trama em especial, e nos finais de cada temporada, vai dando corda para o que vai acontecer na próxima apesar de o conflito ter sido resolvido. A história é bem consistente e envolve facilmente quem assiste, mas como nem tudo são rosas exitem alguns pequenos problemas. Não digo o que direi a seguir por ter coração shipp destruído de inúmeras maneiras após o fim da terceira temporada, digo porque me deixou bem insatisfeito. Alguns personagens mortos (que julgávamos mortos) voltam, ok legal, mas personagens legais e importantes morrem (e não voltam), é um absurdo. E o pior é que um desses vilões está vivo e sumiu da série. E esse é um outro problema, alguns personagens simplesmente somem em determinada parte da trama e ok, ninguém se importa mais. E alguns tinham até uma história interessante para ser abordada, deixa o telespectador com vontade de saber mais, mas você não vai saber mais. As reclamações param por aqui. A vida de quem assiste séries não é fácil, e algumas coisas temos de engolir e seguir em frente.

Na última temporada os personagens principais passam todos os doze episódios tentando sobreviver e ajudar os outros, após um evento, a cidade de Beacon Hills se tornou um grande centro de séres sobrenaturais que são atraídos para a cidade. E alguém (que no final da temporada descobrimos quem, mas eu não darei spoiler) cria uma lista com todos os seres sobrenaturais da cidade com o valor de suas vidas. Uma caçada aos seres começa, e os personagens principais além de tentar sobreviver tem ainda de parar todos os assassinos de aluguel e os amadores. As duas últimas temporadas em especial são a cada episódio um tapa na cara ( de modos bons ou ruins) e cada episódio tm tanta coisa acontecendo que o seu coração não consegue sair da boca. E como se não bastase você sofrer a temporada toda, na season finale você vai precisar de ajuda para levantar do sofá.

A quinta temporada está prevista para voltar em junho, pois o Dylan O'Brien estava gravando a sequência de Maze Runner, e terá pelo o que eu vi vinte episódios. Até lá da tempo para vocês assistirem as outras quatro temporadas e sofrer um pouco. Porque se você assiste séries e não sofre você está fazendo isso de forma errada.