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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Top 5: Livros com personagens principais femininos

5- A Culpa é das estrelas.

Eu não iria colocar esse livro no top, mas cheguei a conclusão que ele deveria entrar. Ele não é o melhor livro do John Green, mas não poderia falar de personagem femininos principais sem falar de Hazel Grace. Tenho de admitir que é difícil fazer uma conclusão sobre ela, em uma conversa com um amigo ele disse que o que torna a Hazel o quê ela é o Augustus, e eu tenho de concordar. Claro que aqui é só uma hipótese mas, será que Hazel seria tão cativante sem o Gus? Tenho minhas dúvidas. Mas o fato é que a história foi escrita assim, e eu agradeço por isso.

4- Divergente.

A saga conta a história de Beatrice Prior, ou Tris, personagem forte e determinada. Nessa distopia, ela não vai contra apenas um governo autoritário, mas também contra qualquer tipo de pensamento que possa engaiolar alguém.E diferente de Jogos Vorazes, o romance Tris e Tobias não me fez querer continuar a leitura. Continuei por causa dela, ela é realmente incrível. É cativante e envolvente, é uma ótima personagem, talvez ela e a saga ficariam em uma posição melhor se não fosse o final do terceiro livro, Convergente, porque né... quem leu sabe...


3- A Hospedeira.

Não olhem para esse livro com preconceito por ser da mesma autora da saga Crepúsculo, ele está no top 3 porque merece. O livro é uma ficção científica não ficção científica, num planeta Terra futurista, toda a humanidade está sobre o comando de alienígenas que são hospedados no corpo humano. Essa história é sobre a humana Melanie e Peregrina, a extra terrestre que é hospedada em seu corpo. O conflito do livro é o fato da hospedagem não ter ocorrido cem por cento pois a vontade de viver de Melanie era enorme, e assim ambas dividem o mesmo corpo e suas emoções. Se não bastasse uma personagem principal, nesse livro temos duas, e afirmo com toda propriedade: é um livro in-crí-vel!

2- Jogos Vorazes.

Nem preciso de muito para descrever essa saga que se tornou um fenômeno mundial. Katniss é uma heroína e ponto, mas meu grande xodó dessa história é o Peeta. Tenho uma amiga que diz que eu estrago todas as histórias focando no romance, mas eu não consigo. Claro, existe todo o enredo da luta contra um governo autoritário, os conflitos e tal, mas o romance (principalmente o amor do Peeta pela Katniss) é demais para mim. A narração da Katniss em primeira pessoa é dura, e o legal de Jogos Vorazes é que diferente de todos os livros narrados em primeira pessoa onde acabamos sendo contaminados pelos pensamentos da personagem, em THG conseguimos distanciar o que a Katniss pensa do que nós leitores pensamos. Ela tem a opinião dela, e a derrama nos leitores, mas isso não influência nas conclusões do leitor.


1- Fallen.

Romance de Lauren Kate, a saga Fallen conta a história do amor milenar de Luce e Daniel, isso mesmo milenar. O casal foi amaldiçoado pelo céu e pelo inferno a nunca ficarem juntos (literalmente) e toda vez que Luce e Daniel se encontram e se beijam Luce morre. Daniel que é um anjo caído, é destinado a sofrer sempre e sempre a morte de Luce. A saga de quatro livros, mais dois livros extras, relata a mudança que ocorreu na maldição nesta que é a última vida de Luce. Eu gosto desse livro porque além do romance, a narração conta com toda uma história sobre como os anjos caíram e o porquê, visitas a lugares históricos e sagrados. É uma história que vale a pena conferir.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Bienal do Livro: A batalha e como vencê-la

O post de hoje será um pouco diferente. Para leitores fanáticos, a bienal do livro é um dos eventos mais esperados, mas junto com o evento vem o drama: quais livros comprar? E quais estandes visitar? O que levar? Como comprar todos os livros que eu quero? A bienal é um verdadeiro campo de batalha para nós leitores.Pois bem, esse post vai ter várias dicas para sair vitorioso da bienal com todos os livros de desejo em mão e ainda aproveitar as atrações.



A Bienal do Livro de São Paulo está na sua 23ª edição, e esse ano terá muitas novidades e autores presentes. E você terá de dar um jeito de fazer as suas compras e ainda ver essas novidades e se algum dos seus autores estiverem lá, você ainda terá de conseguir um autografo e quem sabe uma foto. Esse ano dois grandes nomes internacionais estarão presentes, Cassandra Clare a autora da saga Instrumentos Mortais e o autor Harlen Coben escritor de vários romances policiais. Eles estarão na bienal para palestras, Cassandra palestrará sobre o tema O Universo Fantástico da Literatura nos dias 23 e 24 de agosto, enquanto Harlen irá palestrar sobre o tema Os Mistérios da Ficção Policial também no dia 23. Mas fique ligado, para essas palestras na Arena Cultural não é preciso senha, entretanto para autógrafos a Editora Galera responsável pelos livros da Cassandra já anunciou que será sim preciso retirar senha no estande da editora no evento. Essas senhas são liberadas em determinado horário, e tem um número limitado, então fiquem atentos aos horários.

Em relação ao processo de compras muitas vezes é individual, e se você vai ao evento sem nenhum livro em mente você pode vagar pela bienal sem se preocupar. Mas se você só poderá ir um dia do evento e tem vários livros para comprar e tem o dinheiro contado você precisa de um plano! E aqui vai as dicas que eu mesmo estou seguindo:

  • A primeira coisa que você deve ter em mente e em mãos é uma lista com os livros que pretende comprar. Isso é importante para saber quais expositores visitar (você vai ver mais para frente o porque disso), o valor normal dos livros para ter uma média de valor a ser gasto. E para ter uma prioridade para as compras. 
  • Com relação a dica de fazer a sua lista de livros, vem outra que é em relação ao dinheiro: Coloque no topo da lista os mais baratos, assim, corre o risco de sobrar uma grana e assim aumentar o número de livros comprados.
  • Depois de fazer essa lista, você irá separar os livros por editora. Se você não sabe, cada editora tem o seu estande na bienal, assim quando visitar um estande você irá comprar de uma só vez todos os livros de determinada editora, economizando tempo. (eu vou postar a minha lista no final do post para você terem uma noção.)
  • Vale a pena visitar o site da bienal e ver as atrações de cada estande antes ir, porque durante a visita dessa atração ao estande, não pode ou fica difícil entrar no estande. Eu só dei uma olhada por cima das atrações e a editora Novo Conceito pelo o que eu vi é a que terá mais atracões, então se tiver algum livro dessa editora priorize por eles. Essas atrações também tem horários e que me faz relembrar que fiquem muito atentos aos horários.
  • Depois que a lista estiver feita, mais itens deve ser pensados: Evite comprar livros que iniciam sagas ou que terá muitos outros volumes para comprar. Pois um livro leva o outro, e muito provavelmente você ficará um tempo sem comprar livros depois da bienal. Se estiver finalizando sagas, priorize a conclusão dessas. Resumindo essa dica, tente comprar livros de volumes únicos.
  • Você passará o dia todo na Bienal fique ciente disso, você só irá embora quando fechar, assim sentirá fome e sede. Se você quer comprar mais livros, leve alimentos e bebidas de casa. Os preços da alimentação lá são altos, economizando com comida é mais um livro comprado da sua lista.

  • Itens super importantes para serem levados: caneta (marca texto é uma boa), carregador do seu celular (você vai tirar fotos acredite, terá muito o que fotografar. Na última bienal tinha um Gandalf em tamanho real, uma foto gigante da JK Rowling divulgando o livro Morte Súbita, heróis da Marvel em tamanho real e um Trono de ferro enorme!) e se o seu autor favorito estiver lá, o seu exemplar para tentar conseguir um autógrafo.

  • Pode ser que tenha algum livro que já terá  se esgotado no estande da sua editora, nesse caso você pode ir no estande da Saraiva (Loja) ou ir no estande do Submarino que também tem preços diferenciais para a bienal.
  • Já é o dia do evento, e chegando lá a primeira coisa que você irá fazer não é enlouquecer com os livros, é pegar um mapa da bienal na central de ajuda se não me engano. Esse mapa salvará a sua vida acredite. Com ele você saberá onde está localizado cada estande e com a caneta que você não esqueceu riscará todo estande visitado, eliminando eles da sua lista de visitação.
  • Você tem que ter em mente também que: livros são uma tentação. Você encontrará muitos livros que o seduzirão para a compra, mas pense bem porque será um livro a menos da sua lista e pode ser um livro que você não irá gostar.
  • Em relação a iniciar sagas, se você quiser começar uma saga priorize as que já tem todos os livros lançados no Brasil esses provavelmente serão vendidos em boxes, e poderão sair mais baratos.
  • Tente conhecer novos escritores, é super legal conversar com novos escritores (na última bienal conheci os escritores do livro de literatura fantástico O Príncipe Gato.)
  • E por fim, talvez a dica mais importante: se divirtam na bienal, é uma experiência fabulosa para leitores. E cada segundo la dentro irá valer a pena.

E como o prometido, a minha lista inicial de livros que serão comprados na bienal (eu só separei por editora até agora, a lista esta enorme e provavelmente irei diminuir um pouco) :

EDITORA iD: Trilogia Elixir completa, autora Hilary Duff;

EDITORA ÁTICA:  Os 13 porquês, autor Jay Asher;

EDITORA ROCCO: O chamado do Cuco; Os contos de Beedle, O Bardo; Quadribol através dos séculos, autora JK Rowling.

Inacreditáveis, Perversas e Destruidoras, autora Sara Shepard.

Eragon, Eldest, Brisingr e Herança (que eu pretendo comprar um box), autor Christopher Paolini.

EDITORA PALNETA: Dexter No Escuro, Dexter Designe de um assassino, Dexter é delicioso e Duplo Dexter, autor Jeff Lindsay.

EDITORA INTRÍNSECA: O circo da noite, autora Erin Morgenstern;

Orange Is The New Black, autora Piper Kerman;

Precisamos falar sobre o Kevin, autor Lionel Shriver;

Delírio, autora Lauren Oliver.

EDITORA LEYA: A Guerra dos Tronos (box também), autor George R.R. Martin.

EDITORA SUMA DE LETRAS: Meu Inverno em Zerolândia, autora Paola Predicatori.

EDITORA NOVO CONCEITO: Anna e o Beijo Fancês, autora Stephanie Perkins;

Querido John, autor Nicholas Sparks;

EDITORA GALERA RECORD: Apaixonados, autora Lauren Kate;

Instrumentos Mortais (desde o segundo volume), autora Cassandra Clare;

EDITORA CIA. DAS LETRAS: Trilogia Coração de Tinta (mais um box), autora Cornelia Funke.

EDITORA MARTINS FONTES: O Hobbit e O senhor dos anéis 2 e 3, autor J.R.R. Tolkien.


"Tome um porre de livros, que a ressaca é de cultura."

terça-feira, 3 de junho de 2014

Resenha: Will & Will - Um nome, um destino


  Sinopse:

Amor adolescente, intriga, raiva, sofrimento e amizade. Tudo isso temperado com doses maciças de comédia. Prepare-se para o universo de Will & Will. E para as pérolas de sabedoria que vão mudar a sua vida... Ou pelo menos aumentar seu número de curtidas no Facebook.

Em uma noite fria, em uma improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra... Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Um Will é amigo do mais expansivo gay da sua escola. O outro precisa explicar à própria mãe sua orientação sexual.

Mas, mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de proporções épicas.



 Resenha: Antes de fazer a análise do livro e falar os pontos fortes e fracos do livro, existem coisas que vocês precisam saber sobre como este livro chegou até a minha prateleira. Primeira, eu não sabia sobre o que o livro tratava exatamente; Segundo, nunca li nenhum outro livro do David Levithan para ter como base sobre a forma dele escrever; Terceiro, sou perdidamente apaixonado pelos livros do John Green e finalmente por último: não sabia que se tratava de um romance gay, o que na verdade não é o assunto principal do livro.

O último tópico do que vocês precisavam saber é super importante, porque eu particularmente nunca li um romance gay.

Como dito antes nunca li nenhum livro do David Levithan, nunca li nenhum livro escrito em uma parceria, não sei se o livro e inglês também foi escrito assim ou se foi a editora Galera que o fez. Mas o fato é que o livro é visivelmente escrito por pessoas completamente diferentes. A história pela perspectiva do Will Grayson Hétero, escrita pelo John Green, e a do Will Grayson Gay, escrita pelo David Levithan. Afirmo isso por ter lido os outros livros do John Green e conhecer o modo como ele escreve. Os capítulos escritos pelo John Green, como tudo que ele faz, contagia você desde o inicio, diferente dos capítulos escritos pelo David, que tenho que confessar só ficaram bons na reta final do livro. Mas em contra partida pode-se fazer uma análise do modo como as histórias foram contadas em relação a personalidade de cada Will. Um extremamente diferente do outro, que no final não são tão diferentes assim. Confesso também que tive um pouco de dificuldade no começo para compreender os diálogos que estavam nos capítulos do Will Gay, não estou na acostumado na realidade no modo como eles foram feitos, eu gosto do parágrafo e travessão. (Mas não sei se isso é do livro ou da editora. Eu li a versão da capa azul, se alguém leu o livro em outra versão por favor me fale se também é assim.)


Vamos a história. Como disse nos tópicos do primeiro parágrafo, eu não sabia que a história se tratava de um romance gay. Mas depois que descobri que era, achei como o nome do livro sugere, um romance entre Wills, mas não é. O foco principal da história não um romance gay, apesar de um Will ser. E se eu pudesse mudar o nome do livro, eu mudaria para Tiny Cooper. Gravem esse nome, Tiny Cooper. O melhor amigo do Will Hétero, e o cara pelo qual o Will Gay se apaixona. Tiny é uma figura presente há muito tempo na vida o Will Hétero, mas só entra na vida do Will Gay após uma “brincadeira” da sua “amiga” Maura. Maura se você for analisar é a grande desencadeadora da trama do livro, porque foi graças a brincadeira de mal gosto dela, que os Wills se encontraram, e por sequência, o Will Gay conheceu Tiny Cooper.


O livro é surpreendente engraçado, principalmente quando Tiny está presente. Surpeendente dramático quando o Will Gay está presente. E surpeendente apaixonante quando o Will Hétero esta presente.

Will Gay: Apesar do livro ser contado nas perspectiva dos Wills, as histórias deles giram em torno do Tiny. Tiny é o primeiro namorado do Will Gay, e a história deste no livro, é o desencadear de situações após o início deste namoro. O Will Gay utiliza remédios para conter sua depressão que vaza pelo livro, mora com a sua mãe (mãe a qual nas poucas partes que aparece também rouba a cena) em uma casa pobre e estuda numa escola no subúrbio. Tem poucos amigos na escola e é um típico autodepressiativo. Quando Tiny chega em sua vida, a perspectiva muda, o modo como ele vê o mundo muda um pouco e os leitores conseguiram perceber isso facilmente, pois os capítulos dele ficam muito mais legais. O livro muda.

  Will Hétero: Típico adolescente com medo dos sentimentos. E como dito por ele mesmo “Tiny é o gay, mas eu sou o sentimental.” Ele mora com os país (médicos, que nas poucas aparições também roubam a cena), é o melhor amigo do Tiny e se apaixona pela Jane, que tem um relacionamento complicado com um cara, fato o qual dificulta a vida do Will. A trama deste Will, não está muito relacionada ao seu romance com a Jane, mas sim com o fato dele se sentir reprimido na relação de amizade com o Tiny. Ele sente que tem de aguentar o Tiny que é completamente espalhafatoso e com o seu tamanho rouba e chama atenção em qualquer lugar.

Os Wills se encontram numa sex shop, o Will Gay chega lá engano pela Maura que se fingiu ser um cara e fez com que o Will se apaixonasse por ele, o Will Hétero chega na sex shop após ser barrado na entrada de um show e abandonado por Tiny e Jane com uma identidade falsa. O Will Hétero decide que não ficará com uma identidade falsa sem usa-la e entra na loja. O Will Gay vai para lá achando que é uma lanchonete e ao chegar lá e vê que é uma sex shop e já começa a desconfiar de algo, mas entra. Os dois Will se encontram lá dentro e descobrem que tem o mesmo nome WIll Grayson. E a partir deste momento de revelação as vidas deles mudam completamente. E essa mudança é relacionada advinhe por quem? Exatamente, do Tiny, a mudança aparece graças ao Tiny que troca um Wil Grayson por outro.

O grande problema do livro é que qualquer personagem co-protagonista, rouba facilmente o foco dos dois personagens principais. Principalmente Tiny Cooper. Ah, o que dizer deste personagem que acabo de conhecer e já considero tanto...


Tiny Cooper faz parte de um clube da escola, Aliança Gay-Hétero, onde a única pessoa hétero do grupo e Jane (Will não faz parte do clube), é engraçado, grande/forte/gordo, e escritor do musical Tiny Dancer. A história do musical é a vida do Tiny e a sua enorme lista de ex-namorados. O musical gera conflitos durante a história (mas para o leitor tenho certeza que irá gerar muita risada com as músicas, como por exemplo no trecho "Houve um tempo de neblina Em que eu pensei gostar de vagina" ou "Nunca mais hei de voltar À estrada heterossexual nesta vida") mas no final é uma declaração sobre amizade e amor. É como um resumo do que o livro pretendia passar. Tiny é o elo entre todos os personagens principais (os Will, Jane e seus amigos). Se eu pudesse fazer uma comparação, eu diria que o Tiny é como o Sol e os Wills o planeta Terra, para nós a Terra é o mais importante, mas sem o Sol não existiria vida. E por ter roubado o destaque do livro, eu posso até considerar o final do livro adequado.

Em suma o livro é bom, mas não é como se sua vida fosse mudar completamente após a leitura. Mas é uma leitura que pode mudar a sua vida dependendo da persperctiva. Foi um livro que me fez rir e muito. E talvez por isso eu possa até ter gostado, mas não é o tipo de livro que me faz ficar animado e falar sobre ele por horas.





"Você gosta de alguém que não pode retribuir seu amor porque é possível sobreviver ao amor não correspondido de uma forma que é impossível no caso do amor correspondido."

terça-feira, 9 de julho de 2013

E tudo começa aqui.

No primeiro post do Cultura vintage, eu gostaria de me apresentar e falar sobre o que eu pretendo falar no blog, então vamos aos trabalhos:

Por que esse nome para o blog?

O termo vintage que no início era usado para expressar "ano em que foi feito um vinho", mas hoje nesse meio ainda é usado para dizer que algo é "antigo e bom” ou “um clássico”. E no mundo da moda é usado para definir uma peça de roupa ou acessório de um estilo que pertencente a uma outra época ou algo assim.
Sendo assim o nome do blog é esse para dizer que o blog irá falar de coisas boas e clássicas, mas ao mesmo tempo que retrata temas atuais.

Quem vos fala:

Me chamo Vitor, tenho dezessete anos, curso o terceiro ano do ensino médio, faço aulas de teatro e pretendo cursar faculdade de jornalismo. Sou um leitor compulsivo, amo escrever, ouvir música, debater assuntos "tabus", amo acompanhar séries e assistir filmes..
Então já viram, é sobre tudo isso que eu pretendo falar aqui: sobre cultura, músicas, séries, filmes, livros, assuntos atuais, expor os meus pontos de vistas e assim ir evoluindo tanto eu quanto o blog.