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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Estreia: Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1


Os Jogos Vorazes destruiu Katniss Everdeen. 

A primeira parte do desfecho da trilogia, começa evidenciando isso, Katniss foi salva da arena dos jogos, porém Peeta foi deixado, e isso causa danos na personagem principal. Katniss está na beira da loucura, em um conflito interno de não saber o que fazer e realizar o que todos esperam dela: que ela seja o simbolo da revolução contra o governo totalitário da Capital.

O grande medo da Katniss é que caso ela decida se tornar o tordo, a Capital acabe matando Peeta. Porém ela acaba concordando ao ver em uma transmissão de TV que ele está vivo e precisando ser salvo. E ai começa uma guerra de propagandas entre os "rebeldes" e a Capital, cada um divulgando o seu lado da história. E falando em história, todos sabemos o poder que a propaganda teve em todas as guerras humanas, no filme não é diferente. Nesse momento do filme, a propaganda é a única arma que ambos os lados podem usar.

Os efeitos visuais somados os conflitos, são um prato cheio para quem assiste, A Esperança é um filme de guerra. E apesar de o foco principal ser a Katniss e a sua decisão de ser o tordo, o filme gira além disso, ele mostra o que as decisões dela gerou em toda Panem. Que a esperança que ela deixou deu forças para um motim.

Além de tudo isso, todos os atores estão fantásticos no filme, e não digo isso apenas por ser fã, porque eu no primeiro filme, não fui cem por cento convencido pela Jennifer Lawrence, porém tem um notório crescimento da personagem. Ela vai de louca à heroína numa sutileza incrível. Liam Hemsworth também cresce como Gale, mas os que mais chamaram atenção é sem dúvidas  Elizabeth Banks como Effie que trás uma sutileza para as suas cenas e o querido Josh Hutcherson que convenceu sem o mínimo esforço e transpareceu a loucura que atinge o seu personagem Peeta.

A Esperança parte 1 é um banquete para os fãs, e agradará quem leu e quem não leu os livros. Ele é cheio de tensão, adrenalina e mais "sombrio" se compararmos com os outros filmes da saga. Ele é um filme de guerra, que juntos, roteiro e atores, tiraram o fôlego de todos que assistirem. E tem de tudo para ser o filme do ano. Mas em dezembro o seu concorrente mais forte chega: O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos, porém enquanto isso Katniss terá todas as atenções, afinal ela escolheu ser o tordo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Será que? - Bons amigos, péssima ideia?

What If?, ou no português Será que? conta a história de Wallace, interpretado por Daniel Radcliff, ele está um ano solteiro após flagrar sua ex namorada com outro cara. Ele passa um ano sozinho até encontrar em uma festa Chantry, a química foi instantânea, porém ela tinha um defeito: namorava. Wallace tenta esquece-la, porém em outra ocasião eles se reencontram e decidem ser apenas amigos.


A tão famosa friendzone já foi abordada em vários filmes de diferentes modos, mas Será que? achou um modo original de abordar o tema. O filme não é pretensioso, e não aquele filme, porém o casal principal Wallace e Chantry tem uma química incrível. Você passa o filme todo torcendo para eles, rindo com eles, se constrangendo com eles.

Ele pode ser um filme até previsível, mas após assistir ((500)) Days Of Summer, eu desconfio de todo filme até o fim. Esse filme tem altos e baixos,  mas te cativa de uma forma muito forte. Ele é o típico clichê de casais de amigos, onde um se apaixona pelo outro mas tem medo de se declarar para não perder a amizade. Mas todo mundo adora um bom clichê, e em romance quanto mais clichê melhor.

Os personagens leves e cativantes, a trilha sonora (fantástica) indie, a fotografia do filme e os desenhos feitos pela protagonista que aparecem durante algumas partes do filme, é só um pouco do que é o filme. Se o filme por um lado é tudo o que conhecemos de comédias românticas, Daniel e Zoe trazem para o casal principal uma química incrível, um envolvimento fantástico, uma combinação incrível (até na altura).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Maze Runner: Correr ou Morrer!

(Foi muito difícil fazer essa resenha sem contar grandes spoilers) Na terceira semana seguida onde contava com estreias de filmes baseados em livros, primeiro veio Se Eu Ficar e depois O Doador de Memórias, chegou a vez de Maze Runner: Correr ou Morrer. O filme conta com um elenco jovem porém forte, entre os atores temos o Dylan O'brien (de Teen Wolf), Kaya Scodelario (de Skins), Will Poulter (de As Crônicas de Nárnia) e Thomas Sangster (de Game Of Thrones). Dylan e Kaya em particular são os novos queridinhos do público da tv em seus principais papeis, cada um na sua respectiva série, Kaya entre os fãs de livros foi disputada a tapa para o papel de Luce da saga Fallen, mas Maze Runner venceu. (todos os fãs de vários livros sonharam com a Kaya no elenco de possíveis adaptações) E se tinham alguma dúvida, agora não temos mais, Dylan e Kaya irão crescer muito como atores, são apostas para o futuro não tão longe.

Maze Runner narra fatos acontecidos num futuro após uma explosão solar ter destruído quase todo o planeta, e com a explosão foi desencadeado um vírus capaz de matar qualquer pessoa. Para descobrir uma cura, foi criado um projeto para estudar a mente de alguns humanos e buscar a cura. Para realizar esses testes, foram aprisionado no centro de um labirinto as pessoas selecionadas. O grupo que só contém garotos, passaram cerca de três anos presos até a chegada de Thomas (personagem do Dylan) que desencadeia todos os fatos ocorridos no filme. Esses garotos são jogados no labirinto sem memórias, lembrando só o próprio nome, e  passaram a viver em uma espécie de aldeia e começaram a mapear todo o labirinto sem achar uma saída. Na Clareira (o local onde eles moram) tem algumas regras para a sobrevivência do grupo, como por exemplo nunca entrar no labirinto quando quiser e nem sozinho. Thomas quebra as regras, e começa a descobrir muito mais do que os outros descobriram.


E todo mês um novo jovem e lançado na clareira onde montaram sua aldeia, mas algo está mudando e pouco tempo depois da chegada de Thomas, chega Teresa (personagem da Kaya) a primeira garota do grupo e diferente de todos os outros, Teresa reconhece Thomas. E com ela vem um bilhete "Ela será a última.Tudo vai Mudar." E realmente, após a chegada de Teresa, o filme fica eletrizante.


Conflitos dentro do labirinto são travados em todas as cenas, e tenho de admitir que fiquei a maioria do filme com a boca aberta. A ação não para em quase nenhum momento. E desde o primeiro minuto do filme os mistérios da história são desvendados, mas muitas perguntas ainda ficam após o filme acabar, o que irá ser narrado na próxima parte da história não faço ideia, mas teho certeza de que será genial. Apesar de sempre estarem correndo o risco de morrer, muitas mortes acontecem, mas nenhuma é de algum personagem principal ou cativante, as "grandes" mortes, como sempre ficam para o fim.

E igualmente a Se Eu Ficar e O Doador de Memórias, o final de Maze Runner é incrível e psicoticamente fabuloso e genial. (O que não irei comentar para não dar spoiler) Por favor, você não pode perder Maze Runner. E lembre-se: Cruel é bom.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Estreia: O Doador de Memórias




Filme baseado no livro de mesmo nome, escrito por Lois Lowry, é mais uma distopia onde o personagem principal, vai contra as regras de toda a sociedade e de seus líderes para buscar a verdade. Jonas, o personagem principal poderia ser mais um Katniss ou Beatrice da vida. Mas a história é cativante e fará você não conseguir comparar ele com outros heróis. Na comunidade de Jonas não existe doenças nem guerras, mas também não existe sentimentos e nem memórias do passado humano. E uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos, e agora esse papel é do Jonas.


O filme tem início em preto e branco (e muito além disso, é como as pessoas veêm tudo, preto e branco, sem diferenciação) e com uma narrativa do próprio Jonas explicando a sociedade futurística em que vive, ele conta sobre os costumes, regras e divisão social. Em relação a essa divisão social, ao chegar em uma certa idade, os jovens são destinados a cargos que terão pelo resto da vida. Na cerimônia Jonas é deixado por último, e ao ser comunicado sobre o seu cargo ele descobre que: Será um Recebedor de memórias, sua tarefa será difícil e logo é comunicado que sofrerá muita dor na nova tarefa que não será nada fácil. Até aqui eu estava achando muito parecido com divergente, mas depois tudo mudou.

Para conseguir cumprir sua tarefa como Recebedor de memórias, Jonas passa a ter um instrutor, eles tem um elo através de uma mancha de nascença (que eu não entendi muito bem como acontece). Ao aproximar as manchas de ambos, eles compartilham as memórias que foram retiradas de todos na sociedade.  Como nessa nova sociedade, as pessoas não têm memórias sobre o passado da população, e não têm nenhum tipo de emoção e vivem roboticamente na mão do governo, só uma pessoa na sociedade sabe de tudo o que acontece: o instrutor de Jonas, que é chamado de Doador, por doar para Jonas essas memórias do passado. E no momento em que eles começam a dividir essas memórias, Jonas começa a ver a verdade na sociedade e começa a pensar em como poderá acabar com o tipo de vida que levam (e é nesse momento o filme passa a ter cor, porque ele vê que existe diferenças.) É explicado que as memórias foram retiradas das pessoas para tornar todos iguais e evitar ódio, raiva, inveja e principalmente guerras.

As memórias dadas ao Jonas são um caso a parte, pois são lindas imagens de povos, culturas, religiões, costumes e personalidades. Por exemplo quando o Doador quer transmitir força para Jonas, ele dá para Jonas memórias do Nelson Mandela.

Outro recebedor já tinha passado pela sociedade antes de Jonas, essa recebedora a Rosemary, que é interpretada pela Taylor Swift (que tem poucas cenas, mas bem feitas com uma boa interpretação), porém ao ter acessos ás memórias de guerras ela desiste de ser uma recebedora. E ao desistir de sua tarefa, ela é morta (pelo menos é o que da para entender), pois todos que não conseguem cumprir suas tarefas são mortos. Mas Jonas ao receber todas as memórias do passado, se mantém forte e começa a lutar para libertar a sociedade, família e amigos. Mas seus planos são dificultados, quando a "vilã" interpretada pela Meryl Streep descobre os planos de Jonas e do Doador. Ela é a líder da comunidade, e faz de tudo possível para impedir seus planos. (Meryl é um caso a parte, ela na verdade não faz uma vilã, ela é uma protetora da sociedade que acha correta, e da uma certa humanização a personagem.)

O elenco coadjuvante, da um show, principalmente a Katie Holmes que interpreta Fiona, que é melhor amiga de Jonas e por quem ele se apaixona. Na reta final da trama a personagem cresce no filme, e enquanto Jonas corre para salvar todos, Fiona está na cadeira da morte por ter ajudado ele. E ainda falando do elenco, eu achei todo o elenco incrível, porém o ator que faz o Jonas fraco comparando com os outros.









Depois da metade do filme, muita coisa acontece, ação em cima de ação, o que consegue tirar o fôlego de quem assiste. O único defeito que eu tenho de citar é queo filme, que na série de acontecimentos fortes do final ele acaba do nada, quase bruscamente. Eu fui assistir esse filme sem saber nada, e sai querendo mais. Se você é fã de distopias, não poderá perder O Doador de Memórias.

sábado, 6 de setembro de 2014

Se Eu Ficar

Irei começar pelo fim (e desculpe o palavrão) "PUTA MERDA!" Foi o que eu mais pensei no filme e foi minha reação ao acabar o filme.

Baseado no livro de Gayle Forman de mesmo nome, Se Eu Ficar é estrelado por Chlöe Grace Moretz e Jamie Blackley. Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma prodigiosa musicista que vive a dúvida de ter que decidir entre a dedicação integral à carreira na famosa escola Julliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Após sofrer um grave acidente de carro, a jovem perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e sobre o futuro que pode ter, caso sobreviva.

O filme tem algumas partes narradas pela personagem que vai nos fazendo entrar em sua vida até um dia em que ela e o irmão tem as aulas canceladas e toda família decidi sair de carro, e dai vem o grande acidente que gera todo o filme. Após sofrer o acidente Mia é projetada e vê o desenrolar dos fatos como uma terceira pessoa sem interferir, ela se torna mais uma telespectadora da própria história. Ao desenrolar dos acontecimentos pós-acidente, Mia se vê analisando o passado para decidir se deve ou não continuar viva.

Nesse passado que nos aparece através de flashbacks, conhecemos a história de seus pais (um ex-roqueiro, e uma ex-ativista) que trocaram tudo para cuidar de seus dois filhos. Conhecemos seus amigos e o seu namorado Adam que é uma estrela do rock em ascensão. Esses flashbacks, de uma maneira quebra o drama do presente (quando algo do acidente nós faz chorar, a personagem nos leva ao passado em algum momento menos dramático que o atual.)

A atuação de todos é no geral muito satisfatória, porém como fã da Chlöe Grace Moretz devo dizer que a atuação dela não foi das melhores principalmente nas cenas no hospital. Mas ela tem aquele charme da boca entre aberta que eu amo e um grande elenco de apoio que ameniza o fato.
Outro ponto positivo no filme é a sua fotografia com cenas muito bonitas e a sua trilha sonora que é muito boa, porém não conhecida pelo grande público, e a única música que todos irão conhecer é uma versão de Halo da Beyoncé.


Particularmente, fui assistir esse filme esperando ser devastado igual aconteceu em A culpa é das estrelas. Isso não aconteceu, mas Se Eu Ficar me tirou boas lágrimas, principalmente na cena do avô da Mia no hospital que foi a cena mais emocionante do filme. Mas o pior (ou o melhor) é o final, que como disse foi "PUTA MERDA!" e apesar de ter ficado o filme todo com a sensação de estar faltando algo, me fez sair do cinema pedindo uma continuação.





"Se  vai viver ou morrer só depende de você."

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Bienal do livro SP 2014


Ontem dia 24, realizei a minha visita a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e eu fiquei impressionado. A quantidade de visitantes esse ano duplicou,triplicou, quadriplicou, a fila para entrar no evento dava voltas e voltas dentro do estacionamento do Anhembi e ainda saia do local. Passei mais ou menos uma hora e meia na fila, e isso porque eu cheguei cedo.

Lá dentro não foi diferente, foi muito difícil andar lá dentro, muita gente. Para entrar nos estandes mais filas. Para beber água, mais fila. Eram filas para todos os lados.

Outro ponto negativo dessa edição da bienal foi a organização em relação a distribuição de senhas para as sessões de autógrafos, principalmente da Cassandra Clare. O horário de distribuição de senhas mudou de um dia para o outro, e se você não ficou sabendo dessa mudança como eu chegou cedo para nada. Só ao entrar na bienal e visitar o estande da Galera Record que eu descobri que o horário e o local para distribuir as senhas tinham mudando.

Em proporções diferentes, na rocco a escritora e blogueira Luisa Clasen (Lully), ficou o dia inteiro lá autografando o livro de todos. Ainda falando da rocco ela investiu na divulgação de Jogos Vorazes, com distribuição de marca páginas de A esperança e com uma placa imitando um muro escrito "Eu vou ser o tordo" para divulgar o filme. Continuando a falar de divulgações, a intríseca estava divulgando os livros do Percy Jackson com as novas capas e o último livro de Os Heróis do Olimpo: Sangue do Olimpo, que será lançado dia sete de outubro. (Sim, não aguentamos mais esperar!)

Estande da LeYa


A LeYa, divulgando Game Of Thrones, estava com um Trono de Ferro (menor do que o de 2012) e vendendo box da edição pocket porém de capa dura, e sim eu comprei!
Estande da Comix





Na Comix, tinha um Jack Sparow, Fred Krueger, e um Jason, tirando fotos com os visitantes.
E por último, a editora Planeta com livro ilustrado de Dexter e divulgando Dexter ao comprar algum livro da śerie você ganhava um marca página incrivelmente foda.


 
Minha última crítica ao evento é que já no segundo dia de eventos muitos livros já estavam esgotados, e eu fiquei meio... (???) Tenho certeza que você vai sentir o mesmo. O problema é que as editoras focam tanto em divulgar os mais vendidos e os lançamentos que esquecem de livros mais antigos... E nesse quesito, a mais completa é a rocco.

Meu amigo João falou uma frase que talvez seja verdade "Está na moda falar que lê, e que vai na bienal" Se isso é bom o ruim não sei, mas é o que esta acontecendo.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Fucked Up World, novo single do The Pretty Reckless

Depois dos top charts: Going To Hell e Havens Knows, este segundo conseguiu chegar no #1 na parada da Billboard (Mainstream Rock) e ao topo da parada do Reino Unido. The Prety Reckless lança hoje, dia17 de Junho,  o clipe do terceiro single retirado do último cd da banda, o Going To Hell.
Messed Up World, na realidade é Fucked Up World, o single teve que mudar de nome na versão que será transmitida em rádio.

O álbum Going To Hell estreiou em #5 na Billboard, e desde de o seu lançamento vem recebendo críticas diversas junto com os clipes da banda, a Alternative Press por exemplo disse "tem todas as referências artificial possível, juntamente com clips de lavagem cerebral sermões de televisão e sound bites recriados a partir de pornografia barata." Enquanto a Blabbermouth.net descreveu o álbum como "um registro feroz e divertido."


E agora vem Messed Up World, que diferente dos dois outros singles do álbum, apesar de ter uma letra "pesada" não apresenta cenários "pesados", como por exemplo em Going To Hell quando a vocalista Taylor Momsen aparece usando pouca roupa e seduzindo um padre. Ou então em Havens knows onde apresenta crianças sofrendo uma espécie "de lavagem cerebral" vendo Tv. O novo clipe foi gravado em uma praia e a vocalista aparece com roupas coloridas e no clima praiano. Se divertindo com modelos magras e bonitas, cantando a música junto com a banda.

Missed Up World chegou para pegar o #1 dos charts igualmente colocado com Heavens Knows.

Assista o clipe Messed Up World da The Pretty Reckless:





sexta-feira, 6 de junho de 2014

A culpa é das estrelas

Depois do post de ontem, aqui vem a crítica.

Com adaptação feita fielmente ao livro, o filme A culpa é das estrelas chega para tomar o posto de o filme queridinho do ano. Batalhando contra Angelina Jolie com Malévola e também contra o novo filme da franquia de X-man, a adaptação do livro do escritor John Green não têm nada ao que temer. É um filme que chegou para ficar e luta de igual para igual com esses gigantes.

A química entre Shailene Woodley e Ansel Elgort, que trabalharam juntos em Divergente, é evidente desde a primeira cena dos dois juntos no filme. E depois do primeiro jogo de palavras do casal, assim como no livro, você irá torcer por eles.

Diferente de muitas adaptações, a historia não acontece rapidamente naquela vontade de mostrar toda a história do livro. Ela acontece divagar, gradativamente, assim como o amor do casal. Amores impossíveis, conquistam as pessoas facilmente, mas diferente de todas as outras histórias, essa está fadada ao desfecho trágico. Talvez trágico seja uma palavra muito forte para usar, triste no mínimo. O filme não chega a beirar o trágico, a história apesar do tema pesado, morte e câncer, não foca nisso, o amor do casal protagonista nos conduz pela história com leveza.

Mas o casal não é o único a causar reações no cinema, Isaac (Nat Wolff) o amigo de Augustus, a própria mãe da Hazel (Laura Dern), o até então escritor favorito da Hazel, Peter Van Houten (Willem Dafoe) com um ar de Doutor House, também trazem para quem assiste sentimentos e situações que surpreende. Esses nomes, juntos com Ansel e Shailene, irão fazer vocês rirem, chorarem e ainda pedir bis.

Augustus, Isaac e Hazel em uma das várias cenas cômicas.

O filme também conta com uma ótima trilha sonora do gênero indie, que como dito no post anterior, tem Birdy e Ed Sheeran, nomes da música que com toda a certeza vocês ainda irão escutar.

O típico não tão típico filme romântico, conta com cenas lindas e marcantes. Com angustia de uma morte iminente, com o doce amor adolescente, além da narrativa da própria Hazel. Ao sair do cinema, todos terão a vontade de comprar outro ingresso e se aventurar no amor de Augustus Waters e Hazel Grace novamente.



Obs.: Minha única crítica é pelo fato de terem deixado o Peter Van Houten como o "vilão" da história. E não terem explicado que Anne do livro Uma aflição imperial era filha dele, e quando Hazel chegou a sua casa, ele não viu a Hazel e sim sua filha e por isso os tratou daquela forma. Outra coisa foi o fato de não terem mencionado a ex-namorada morta do Augustus, o que era importante para a mudança de olhar da Hazel em relação a eles.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Neon Lights!

A cantora, atriz, escritora e jurada no programa The X Factor, Demi Lovato, lançou na última quinta (21) o vídeo clipe da sua última música de trabalho. Retirada do seu quarto cd, o DEMI, Neon Lights, veio mostrando um outro lado da cantora. Se divertindo em uma festa e com o cabelo azul, Demi mostra um lado mais sex, usando uma maquiagem fluorescente, dançando e sensualizando em uma piscina, Demi inova no novo clipe.



Neon lights pertence ao seu último álbum. Lançado em maio, DEMI é o seu álbum  que teve o melhor desempenho na primeira semana, alcançando o terceiro lugar na lista da revista "Billboard". E nesse poucos meses, o álbum já teve dois grandes singles: Heart Attack e Made In The USA. (Made in the usa não tão grande assim)

A música também dará nome a sua próxima turnê, a The Neon Lights Tour, que chegará ao Brasil nos meses de abril e maio de 2014 nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília.

domingo, 17 de novembro de 2013

Jogos Vorazes: Em chamas


Quando fui assistir Jogos Vorazes: Em chamas, fui pensando que iria me decepcionar com a adaptação do livro para as telas. Mas foi um grande engano ter pensado nisso. O filme Em chamas, me surpreendeu de uma forma tão grande que é quase difícil descrever.

Post contando a história (clique aqui)






Jennifer Lawrence, que lidera a trama da história de uma forma digna de premiações, Josh Hutcherson que nos faz amar e torcer pelo Peeta o filme todo, e Liam Hemsworth (que teve mais destaque nesse filme) com personagens já conhecidos da história,  nos faz os ama-los ainda mais. Mas as grandes surpresa nesse filme foram a atuação dos atores Sam Claflin, Jena Malone e Elizabeth Banks, que interpretam respectivamente Finnick Odair, Johanna Mason e Effie Trinket. Sam tirou suspiros, risos, e paixão de quem o viu como Finnick; Jena praticamente roubou todo o filme para ela, com uma personagem um pouco conflitante mas muito engraçada e que odeia com todas as forças o grande vilão da trama; e Elizabeth, que no primeiro filme não teve muita profundidade com a sua personagem, agora volta com cenas que foram capazes de tirar lágrimas de quem assistiu o filme.
Frases como: "Katniss tem o tordo, eu tenho o cabelo." "Açúcar?";  "Me disseram que se eu ganhasse isso aqui, me deixariam em paz. Agora fazem tudo de novo? Vão todos se foder!"; Marcaram tanto o filme quanto alguns desses personagens.
         

A adaptação do livro para as telas também foi muito agradável, mais parecida com o livro do que o primeiro filme foi, Em chamas conseguiu colocar tudo o que era necessário para o entendimento da história, e ainda conseguiu colocar coesão de tempo na trama. Os efeitos visuais também foram executados brilhantemente e sem exageros.

E além disso tudo, Em chamas ainda conseguiu trazer o drama político e social que um governo totalitário produz na população que o enfrenta e o romance do casal Peeta e Katniss, que como nos livros, cresce na segunda parte da história. E a junção desse drama e com o modo como isso interfere no relacionamento deles ficou ótima.


Portanto com o papel de entreter, de ser fiel ao livro, e surpreender mesmo aqueles que como eu já tinham lido o livro, Jogos Vorazes: Em chamas cumpriu a sua missão.

E que venha a primeira parte de A esperança!

sábado, 17 de agosto de 2013

O mar de monstros


O mar de monstros é a segunda parte da história de Percy Jackson e seus amigos, a história em suma é a viagem que Percy, junto com Annabeth e Tyson, fazem para salvar o Grover do ciclope Polifermo e a busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de salvar as barreiras mágicas do acampamento meio-sangue.

O segundo filme da série, tinha de tudo para ser ótimo e surpreender os fãs, mas isso não foi feito. O mar de monstros não passa de um filme "melhor" quando comparado ao primeiro, O ladrão de raios. Peças fundamentais da história foram retiradas da adaptação, o que fez a história perder a sua riqueza.

O mar de monstros será um ótimo filme para você assistir caso não tenha lido os livros, porque caso o contrário, irá ficar frustrado. Porque infelizmente o filme tem mais pontos negativos do que positivos se você olhar com os olhos de quem já leu o livro. E mesmo que você não tenha lido, você poderá ficar confusos, pois (não lembro direito) acho que foram poucas as coisas referente a mitologia grega que foram explicadas com o decorrer do filme. Pode existir cenas que você  ficará "Nossa que legal, mas o que é isso?"


(A partir daqui haverá spoilers sobre a história e sobre o filme.)

Pontos negativos (o que faltou):


Para início de conversa, o missão que manda Clarisse para o mar de monstros: onde está Tântalo que nos livros mandou ela nessa missão? E quanto a Hermes? Seria mais válido se como nos livros, ele que fosse atrás do Percy para pedir ajuda pelo seu filho, pois mostraria a preocupação que de certo modo ele tem em relação ao Luke. O Andrômeda, que nos livros é um barco grande, no filme não passou de um iate. Os "traidores" do acampamento, como a Silena Beauregard, já foram revelado no segundo filme, o que vai fazer uma grande diferença na sequência da história. O Grover sendo sequestrado também foi uma grande baboseira, enquanto nós livros ele vai parar na ilha do Polifermo por estar atrás do deus Pã, no filme ele é sequestrado e deixado na ilha só para o Percy o salvar? Isso não foi exatamente explicado. Mas a maioria dos momentos em que eles estão no mar foi estranho ao extremo, o barco da Clarisse não foi atacado e destruído por Caríbdis e Cila, e seria nessa parte em que o Tyson supostamente iria morrer. A ilha da Circe, no filme é a mesma ilha que Polifermo mora, já nos livros, a ilha da Circe é um spa, SPA e Resort CC. Sua ilha, é uma prisão para semideuses masculinos na qual ela transforma os homens em porquinho-da-índia. Feitiço que é jogado em Percy. Na tentativa de salva-lo, nos livro, Annabeth da para todos os presos umas vitaminas que os transformam em humanos novamente. Os porquinhos-da-india são revelado como o Barba Negra e sua tripulação. E a história na ilha da Circe acaba quando Annabeth e Percy roubam o navio do Barba Negra, o Vingança da Rainha Anne. Já na ilha do Polifermo, no filme não teve a parte que a Annabeth o engana com a piada do "ninguém" e não teve o Grover fazendo e desfazendo o vestido. Mas o que mais estragou o filme foi o fato de Cronos ter renascido e destruído com a maior facilidade pelo Percy.

Esse filme, que veio com a proposta de retirar a péssima impressão do primeiro filme, falhou em sua missão. O filme sim melhor que o primeiro, mas também não foi um grande filme como eu esperava.


Pontos positivos ( o que teve):



A grande profecia foi alterada, que ao invés de os dezesseis anos, a profecia se cumprirá, quando o semideus da profecia chegar aos vinte anos de idade. O que irá aumentar o prazo dos atores no filme. E falando na profecia, o oráculo aparece nesse filme, de uma forma brilhante.O filme também mostra, de uma excelente forma, a história de como Annabeth, Luke e Thalia chegam no acampamento e de como a Thalia se transforma no pinheiro e vira a barreira mágica que protege o lar dos semideuses. A tripulação zumbi do navio de guerra da Clarisse também foi um ponto positivo. A aparição de George e Martha e do peixe-ponei foi algo que achei que não iria aparecer, mas apareceram. O final do filme foi realmente o grande ponto positivo/negativo, o modo como a Thalia aparece e o pequeno diálogo entre ela e Percy é igual ao do livro, mas não foi explicado que o grande plano do Luke não era ressuscitar Cronos e sim reviver Thalia para ter mais um modo de controlar a grande profecia.

Do livro, o que apareceu, apareceu bem feito, o grande problema do filme todo foi o que não apareceu. E a falta de profundidade dos problemas dos personagem, tudo se resolvia muito rápido, não deixou a expectador criar um medo do problema não ser resolvido. Os problemas surgiam, e eram resolvido como se tudo tivesse que acontecer correndo, o que pode fazer quem assiste logo esquecer do que se passou.

No papel de fã da saga, posso dizer que gostei, mas não foi lá essas coisas, corro o risco até de dizer que é um filme para se assistir quando não estiver passando um outro melhor. O mar de monstros me fez criar expectativas que não foram saciadas. Acho que é isso, assistam o filme para criarem uma opinião melhor, mas já digo para não ir esperando uma vero semelhança em relação ao livro.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Resenha literária: Um porto seguro.

Quando comecei a ler o livro Um porto seguro do Nicholas Sparks, eu esperava encontrar como sempre, um casal que ia se apaixonar, que iram ter conflitos mas que no fim tudo iria acabar certo. Estava errado. O livro Um porto seguro, não é apenas sobre o amor, é sobre amizades, sobre como o medo pode nos paralisar e de como o amor nasce de uma amizade, a violência doméstica etc.O livro conta a história de Katie, uma jovem misteriosa que se muda para a pequena cidade de Southport na Carolina do Norte. A bonita e misteriosa Katie chama a atenção de todos na cidade, porque ela se mudou para lá sozinha, não tem amigos, nem família e evita contatos mais íntimos com as pessoas. Mas ela chama uma atenção especial de Alex, um viúvo dono de uma loja na cidade e pai de dois filhos. Ela também chama a atenção de sua nova vizinha Jo, que depois se tornam íntimas e é a primeira pessoa para quem Katie conta a sua história.

A história de Alex e Katie começa quando o filho mais velho dele cai em um acidente no lago e Alex vai salva-lo, e enquanto isso ocorre, ela fica tomando conta da filha mais nova dele. Alex fica agradecido e ainda mais encantado por ela. E depois de alguma idas a loja fazer compras, Katie e Alex se tornam "amigos". E num ceta vez Kristen, filha de Alex, convida Katie para ir a praia com eles, convite o qual ela não recusa. Chegando lá, eles tiveram um dia muito bom, mas que acaba quando Alex diz saber que ela foge de alguém e que já foi casada, e que ele sabe disse pois ela tem o hábito de rodar uma aliança que não esta no dedo dela. Ela fica abalada, pois fica parecendo que ele a investigou e que descobriu o seu grande mistério. E depois desse encontro, eles tiveram outro, que foi o primeiro encontro romântico deles.
Os únicos livros do Nicholas Sparks que eu li foi A última música e Diário de uma paixão, e ambos relatam uma história que já aconteceu, e algum personagem a está lembrando. Com Um porto seguro é diferente, ele conta uma história (a historia de Katie e Alex no presente) e nós vamos montando o passado dos personagens de acordo com o decorrer da história presente.

Na metade do livro quando já sabemos a verdadeira história de Katie, que na verdade se chama Erin, o autor nos mostra uma visão diferente da história dela, ele nos mostra a história do ponto de ista do seu ex-marido que é um alcoólatra que a batia. Ele acho que posso dizer assim, é um psicopata que acha que sua mulher é a culpada de tudo, mas por um outro lado ele mostra que também a ama, e disso nasce o conflito. E por fim o autor nos surpreende com uma narrativa, um suspense e revelações que deixará você em choque no final de tudo.