domingo, 21 de dezembro de 2014

Top 5: Filmes natalinos

5- Simplesmente Amor.

Comédia romântica que conta várias histórias que giram em torno do clima natalino. O filme é uma graça e conta com um elenco forte que tem por exemplo Alan Rickman, Emma Thompson, Martin Freeman, Laura Linney e vários outros. E a trilha sonora também é muito boa com músicas como All You Need Is Love e All I Want For Christmas Is You.


4- Pode Me Chamar De Noel.

Como responsável pelos preparativos da estação para o Natal, Lucy emprega um suposto ator, Nick, para obter o terno vermelho em um programa de televisão e ser o Papai Noel. Acontece que ele é realmente o bom velhinho, e após duzentos anos ele vai se aposentar e tem de encontrar um substituto para o cargo.


3- A Felicidade Não Se Compra.

Filme de 1946, fez parte das exibições de clássicos do cinemark (na qual eu fui por ser um dos meus filmes favoritos), conta a história de George Bailey que tem uma vida difícil e decide se jogar de uma ponte na época do Natal. Nesse momento, ele recebe a visita de um anjo que o faz pensar sobre a sua escolha. É um ótimo filme que concorreu a cinco Oscar, é um clássico que todos devem assistir.



2- Esqueceram de mim.

Esquecido em casa pela família na viagem de natal, Kevin tem de se virar para fazer tudo em casa. E sozinho, ele tem de enfrentar dois ladrões que tentam roubar a sua casa. Todo mundo já assistiu esse filme e todo mundo gosta, só é meio triste porque nós lembramos da promessa que o Macaulay Culkin era...



1- O Grinch.

O Grinch é uma criatura verde e mal-humorada que simplesmente odeia o natal. O ódio dele com essa data é tão grande que resolve que irá roubar o natal, e cria um plano para impedir das pessoas de comemorarem a data. Enquanto o Grinch monta esse plano, uma garotinha (interpretada pela pequna Taylor Momsen) tenta convencer e mostrar para o Grinch as belezas do natal.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Resenha: O Teorema Katherine

Sinopse: Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Resenha: O livro mais fraco do John Green, conta a história de Colin um projeto de criança prodígio que tem um trágico histórico de ex-namoradas e todas chamadas Katherines. Colin é um personagem muito fraco e não chega aos pés de Augustus ou do Miles de Quem é você, Alasca? e diferente dos outros livros do autor, O Teorema Katherine não tem bons personagens secundários. Hassan o melhor amigo, apesar de ser interessante pelo quesito religioso e por ter algumas boas frases, não chama atenção nenhuma. Lindsay talvez seja a que se salva, pois como pessoas reais é cheia de controversas. Colin que é o personagem principal agradará de certa forma mais o público masculino do que o feminino, porque ele ele tenta refletir o que leva uma garota a dar um pé na bunda de um cara. Ele cria até uma teoria intitulada Teoria da Minimização da Rejeição (TMR): "O ato de aproximar o rosto para beijar alguém, ou de perguntar se pode beijar alguém, carrega o risco da possibilidade de rejeição; assim, a pessoa menos propensa a ser rejeitada deveria fazer a aproximação do rosto ou a pergunta. E essa pessoa, pelo menos em relacionamentos heterossexuais no ensino médio, definitivamente é a garota. Pense bem: garotos, basicamente, querem beijar garotas. Ao passo que as garotas são basicamente inconstantes quando se trata desse negócio de beijo. Às vezes elas querem dar uns pegas; às vezes, não. Elas são uma fortaleza impenetrável de incognoscibilidade, na verdade." E no meu caso em especial, outro fato de Colin que me fez gostar dele apenas um pouco, é que assim como eu, ele adorar contar histórias. 

A história do livro é chata. A evolução de Colin ao lado de Hassan e Lindsay é morna. A única coisa realmente relevante na história que seria o fato do personagem ter namorado dezenove Katherines e todas sem exceção ter terminado com ele, vira plano de fundo quando deveria ser o principal. Eu particularmente só achei legal as partes que contavam as histórias dos seus términos e o momento em que ele resolve fazer teoremas para prever quem terminará um relacionamento. E só.

O maior ponto do livro, são as notas de rodapés existentes como se fosse um livro cientifico. Se você for amante de matemática, assim como eu, irá gostar de ser apresentado aos cálculos feitos por Colin para chegar no teorema perfeito. Além disso a nota do autor é engraça onde John Green diz que é fã de matemática "falo muito disso, penso muito nisso, mas não consigo colocar isso em prática". E apresenta Daniel Biss um matemático que o ajudou a realizar os cálculos e os teoremas do livro. E temos O apêndice onde Daniel Biss explica as contas e os teoremas, é bem interessante na verdade.

Ao concluir a leitura, diferente dos outros livros do John Green, você o acha aceitável e até previsível. É uma leitura satisfatória mas não reveladora. O livro é engraçadinho e tem umas sacadas históricas e científicas inteligentes que se perdem na história colher de mel. Talvez se ele tivesse escrito de outro modo o livro eu estaria em só elogios, porém é o que temos e infelizmente me deixou a desejar.

"Je pense que je t’ aime. “Acho que gosto de você.” Ou: “Acho que amo você.” O verbo francês aimer pode significar as duas coisas. E era por isso que ele gostava dela e ao mesmo tempo a amava."

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O que acontece em dezembro?

É o natal? É a melancolia de final de ano? O que acontece no mês de zembro que gera tantas músicas com o mês estampados nela? Alguns cantam para voltar, outros para se lembrar e outros para esquecer, mas todos cantam por dezembro. O que acontece nesse mês? Não sei responder, mas fiz uma lista de algumas músicas que dezembro gerou:

Taylor Swift - Back To December


                           

Miley Cyrus - Permanent December


 Demi Lovato - Remember December


Michael Bublé - Cold December Night


Something Corporete - Forget December


Schoolcraft - December Rain


Christina Perri - Something About December


Zeca Baleiro - Dezembros


Counting Crows - A Long December


Matt Costa - Cold December




Essas são só algumas das músicas, que fizeram uma "homenagem" ao mês.

sábado, 6 de dezembro de 2014

As capas de Quem é você, Alasca?

Um dia qualquer desses eu faço uma resenha sobre esse livro que sem dúvidas para mim é o melhor livro do John Green. O post de hoje é sobre as várias capas que esse livro tem, nem sei se todas são verdadeiras, mas a quantidade de capas que esse livro já recebeu não é brincadeira. Ele é o livro de estreia do John Green, e sua fama so chegou "agora" depois do sucesso que foi A culpa é das estrelas. E eu não entendo como Cidade de Papel passou na frente de Quem é você, Alasca? na escolha para adaptação cinematográfic. Ninguém sabe ou entende cem por cento Alasca Young, e nunca chegaremos  em qual capa é a mais bonita ou apropriada, mas ai vai as fotos das diversas capas do livro:

Tem essas aqui que eu particularmente nunca vi em nenhuma livraria...



  

Tem essa que acho é a mais conhecida pelos leitores e para aqueles ratos de livraria:

A minha favorita e a que eu tenho exemplar e que ainda tem duas versões mudando a grafia:


E tem a edição da intríseca que é a mais recente que eles lançaram esse ano com o apelido do querido Miles, que nas outras versões é Gordo, de Bujão. A capa é linda, ams mudar o nome do personagem é complicado:


E o que vocês acham? Qual é a capa mais bonita de Quem é você, Alasca?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Harry Potter e o Espírito Natalino

Chegamos no último mês do ano! O mês de festas. O mês da melhor data comemorativa: o mês do natal! E no embalo natalino, esse mês entre uma resenha e outra, tentarei fazer uma linha de postagens relacionadas ao mês e principalmente ao natal!

O primeiro post é sobre Harry Potter, e nele irei relembrar os natais do bruxo no decorrer de sua história, vamos lá:



 
Harry Potter e a Pedra Filosofal:

No primeiro livro/filme, é quando Harry ganha os seus primeiros presente de Natal na via, um suéter da Sra. Weasley e a capa da invisibilidade que segue com ele até o fim. E também passa o feriado em Hogwarts jogando xadrez de bruxo, se aventura na sessão reservada da biblioteca de Hogwarts e graças ao seu presente de natal que ele descobre o Espelho de Ojesed.


Harry Potter e a Câmera Secreta:

O natal do Harry nesse ano não aparece nos filmes, mas no livro ele passa o natal em Hogwarts, pois seus tios iriam viajar e mandaram um bilhete avisando. Naquele ano esse foi o melhor presente de Harry. Mas ele ganhou também, bolinhos de chocolate do Hagrid, um edição do Voando com os canhões um livro de fatos interessantes sobre seu time de quadribol, uma caneta de luxo de pena de águia da Hermione e mais um suéter e um bolo da Sra. Weasley.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban:

Mais um natal passado em Hogwarts, só que dessa vez, Harry, Rony e Hermione passam o natal ao lado de Dumbledore e dos professores de Hogwarts.  Como eles eram poucos, almoçam em uma pequena mesa todos juntos. Eles eram um total de treze pessoas o que faz a profesora Sibila dizer "não me atrevo, diretor! Se eu me sentar seremos treze! Nada poderia ser mais azarado! Não vamos esquecer que quando treze comem junto, o primeiro a se levantar será o primeiro a morrer!"

Harry Potter e o Cálice de Fogo:
No filme não mostra a comemoração ou troca de presentes no natal, porém exite o Baile de Inverno que aconteceu mais ou menos nessa época, e pode se notar que é uma decoração meio natalina com o inverno com presença ao fundo de árvore de natal. No livro por sua vez, na manhã de natal Harry recebe a visita de Dobby que lhe dá de presente meias.


Harry Potter e a Ordem da Fênix:

Neste natal, Harry passa na casa da família Black, junto com os Weasley, Sirius, Remo e Tonks (se não me falha a memória) e Hermione. A festa desse ano vai além de comemorar o natal, nesse ano eles estão comemorando também o fato do Sr. Weasley ter sobrevivido ao ataque da Nagini graças ao Harry. E é nesse dia que Sirius diz que ele e Harry poderiam viver ali e ser uma família.


Harry Potter e o Enigma do Príncipe:

Na casa dos Weasley, Harry se diverte ao ver o presente que Rony ganhou da namorada Lilá, um colar escrito "Meu Namorado", além disso, todos estão usando suéteres novos feitos pela Sra. Weasley. E nesse ano Harry ganha o presente mais estranho de todos: larvar de varejeira do elfo Monstro. E ainda brinca com Rony "prefiro as larvas a esse colar."


Harry Potter e as Relíquias da Morte:

No último filme Harry passa a noite de natal apenas com Hermione e visitam o túmulo de seus pais. Procurando as Horcrux de Voldemort, eles estão em uma jornada solitária, então é o único ano que Harry não comemora como se deve a data.



sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Resenha: O Morro Dos Ventos Uivantes



Sinopse: Clássico da literatura inglesa, a história do livro se passa em uma fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes, e nela nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos.








Resenha: O Morro dos Ventos Uivantes é um livro difícil de ser lido, antes de conseguir lê-lo por completo eu o abandonei duas vezes. Talvez quando tentei ler pelas primeiras vezes, não era maduro o suficiente para o que a história nos mostra, outro fator talvez tenha sido que na época minhas leituras eram quase totalitárias de literatura fantástica. Mas eu li e é sem dúvida um dos meus livros favoritos.

A história é contada após o sr. Lockwood alugar uma propriedade do Heathcliff que se localiza próxima ao Morro dos Ventos Uivantes, e depois de conhecer o Heathcliff o sr. Lockwood fica curioso com a personalidade excêntrica dele. E começa a perguntar para sua empregada que trabalha ali e conhece Heathcliff desde criança sobre a sua história, e esta começa a narrar a vida Heathcliff, de como ele chegou ali e foi adotado, de como se apaixonou pela pequena Cathy, de como fugiu e de como voltou rico e se vingou de todos que o maltratou na infância.

Heathcliff é quase a Emily Thorne da literatura, com a diferença de não se esconder do inimigo. Ao ler o livro você sentirá uma mistura de amor e ódio por ele, e a mesma coisa para a Catherine. Esses dois formam um casal não casal, pois vivem entre o amor doentio e o ódio mortal, e ambos são personagens de personalidade forte, eles são tão semelhantes que se repelem. 

Quando criança ambos eram crianças "más" quebrando regras, desrespeitando os adultos, fugindo durante a noite em aventuras etc. E foi durante uma dessas aventuras que eles conheceram os Lintons, uma família que vivia na propriedade que no presente quem mora é o sr. Lockwood. Os Lintons tratam muito bem da Catherine, mas não deixam o Heathcliff entrar, e aí começa o grande drama da história. Após passar um tempo com os Lintons, quando voltou ao Morro dos Ventos Uivantes, Catherine é outra criança, educada, elegante e passa a despesar o amigo. 

Depois de várias humilhações e após ouvir Catherine dizendo que iria se casar com Edgar Linton, Heathcliff foge. Após anos ele volta  já rico, e aqueles que moravam no Morro estão na beira da falência, e Cathy está casada. Ele começa a se vingar de todos e acaba dono do Morro dos Ventos Uivantes mas sua vingança maior será contra Edgar e Catherine, e para se vingar ele se casa com a irmã mais nova de Edgar com quem ele tem um filho. Catherine também tem uma filha com Edgar. Tudo ali é na basa da vingança, mas quem se dá pior é a irmã de Edgar que se casou com Heathcliff metade por sentir atração por ele e metade para provocar o irmão e Cathy, acontece que após o casamento ela descobriu o monstro cruel que o marido é. E descobre que a única pessoa que ele é capaz de amar é Catherine.

O Morro dos Ventos Uivantes é uma história de um amor doentio ao extremo e cheio de mistérios. Ao passar uma noite no Morro dos Ventos Uivantes o sr. Lockwood nos narra ter visto o fantasma da Catherine. E deixa sub entendido, ou melhor existem análises do livro que afirmam que Heathcliff é um vampiro. O livro apesar de ter essas partes de mistério não é um livro de história sobrenatural, apesar de ter uma parte do livro que o personagem principal diz "Se o amor dela morresse, eu arrancaria seu coração do peito e beberia seu sangue."

Para aqueles que gostam de romance, O Morro dos Ventos Uivantes tem a obrigação de ser lido, é o único romance da Emily Brontë e não se tornou um clássico atoa. O amor de Heathcliff e Catherine ultrapassa a morte e se realiza apenas na morte. Ele já sofreu várias adaptações para o cinema, e apesar de ser fã do livro, nunca tive curiosidade de assistir algum dos filmes. Mas se você foi o tipo de pessoa que não tem paciência para livros de romance, assista algum dos filmes, estou dando ênfase nisso porque não pode existir pessoas na Terra que não conheça e não perseguido Heathcliff através dos morros.


"Pois não foi a miséria, nem a degradação, nem a morte, nem algo que Deus ou Satanás pudessem enviar, que nos separou. Foste tu, de livre vontade, que o fizeste. Não fui eu que despedacei teu coração, foste tu própria. E, ao despedaçares o teu, despedaçaste o meu também. Tanto pior para mim, que sou forte e saudável. Se eu desejo continuar a viver? Que vida levarei quando… Oh! Meu Deus! Gostarias tu de viver com a alma na sepultura?"

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Estreia: Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1


Os Jogos Vorazes destruiu Katniss Everdeen. 

A primeira parte do desfecho da trilogia, começa evidenciando isso, Katniss foi salva da arena dos jogos, porém Peeta foi deixado, e isso causa danos na personagem principal. Katniss está na beira da loucura, em um conflito interno de não saber o que fazer e realizar o que todos esperam dela: que ela seja o simbolo da revolução contra o governo totalitário da Capital.

O grande medo da Katniss é que caso ela decida se tornar o tordo, a Capital acabe matando Peeta. Porém ela acaba concordando ao ver em uma transmissão de TV que ele está vivo e precisando ser salvo. E ai começa uma guerra de propagandas entre os "rebeldes" e a Capital, cada um divulgando o seu lado da história. E falando em história, todos sabemos o poder que a propaganda teve em todas as guerras humanas, no filme não é diferente. Nesse momento do filme, a propaganda é a única arma que ambos os lados podem usar.

Os efeitos visuais somados os conflitos, são um prato cheio para quem assiste, A Esperança é um filme de guerra. E apesar de o foco principal ser a Katniss e a sua decisão de ser o tordo, o filme gira além disso, ele mostra o que as decisões dela gerou em toda Panem. Que a esperança que ela deixou deu forças para um motim.

Além de tudo isso, todos os atores estão fantásticos no filme, e não digo isso apenas por ser fã, porque eu no primeiro filme, não fui cem por cento convencido pela Jennifer Lawrence, porém tem um notório crescimento da personagem. Ela vai de louca à heroína numa sutileza incrível. Liam Hemsworth também cresce como Gale, mas os que mais chamaram atenção é sem dúvidas  Elizabeth Banks como Effie que trás uma sutileza para as suas cenas e o querido Josh Hutcherson que convenceu sem o mínimo esforço e transpareceu a loucura que atinge o seu personagem Peeta.

A Esperança parte 1 é um banquete para os fãs, e agradará quem leu e quem não leu os livros. Ele é cheio de tensão, adrenalina e mais "sombrio" se compararmos com os outros filmes da saga. Ele é um filme de guerra, que juntos, roteiro e atores, tiraram o fôlego de todos que assistirem. E tem de tudo para ser o filme do ano. Mas em dezembro o seu concorrente mais forte chega: O Hobbit - A batalha dos cinco exércitos, porém enquanto isso Katniss terá todas as atenções, afinal ela escolheu ser o tordo.